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terça-feira, 6 de outubro de 2026

The Town Com Eisenbahn


De Blumenau para a "Cidade da Música": Eisenbahn Renova Patrocínio Máster com o The Town para 2027

A Eisenbahn, uma das marcas de cerveja mais icônicas do Brasil, garantiu oficialmente sua cota de patrocínio máster para a terceira edição do festival The Town, confirmada para setembro de 2027 no Autódromo de Interlagos, em São Paulo. Com a renovação do contrato, a fabricante mantém o título de cerveja oficial do evento e reforça sua consolidação no mercado nacional de grandes experiências culturais.

A presença da Eisenbahn como marca de destaque em festivais globais coroa uma história iniciada no Sul do país. A cervejaria foi fundada no ano de 2002 pela família Mendes, na cidade de Blumenau (Santa Catarina). Criada com a missão de reviver a tradição de receitas europeias e oferecer opções artesanais de alta qualidade, a marca rapidamente chamou a atenção do mercado devido ao seu portfólio premiado.

Essa relevância impulsionou uma série de grandes movimentações corporativas ao longo das últimas décadas. Em maio de 2008, a Eisenbahn foi adquirida pelo Grupo Schincariol, que buscava expandir sua presença no crescente segmento de cervejas premium. Entre 2011 e 2012 o grupo paulista foi comprado pela multinacional japonesa Kirin Holdings, dando origem à Brasil Kirin. Em 2017, a Heineken adquiriu a operação da Brasil Kirin, incorporando definitivamente a Eisenbahn ao seu portfólio de marcas consagradas.

Expansão da Experiência no Festival

Hoje controlada pela gigante holandesa, a estratégia da marca foca na continuidade de sua presença na "Cidade da Música", território que conta com o "Eisen Rock Station" para se conectar com os fãs de rock.

Para a edição de 2027, a Eisenbahn planeja expandir o conceito trazido na estrutura temática "Locomotiva" de 2025. O plano estratégico inclui a ampliação do espaço físico e geográfico dentro do autódromo, o desenvolvimento de novas dinâmicas de ativação interativa e fortalecimento da identidade do portfólio junto ao público.

Segundo Giovanna Massa, gerente sênior de marketing da marca, retornar ao evento sustenta o forte posicionamento cultural da cervejaria, conectando a narrativa da música com a história e a qualidade da Eisenbahn.

Para o Grupo Heineken, a transação assegura visibilidade institucional e garante uma operação com alto volume de vendas no Autódromo deInterlagos. Vale destacar que o ecossistema do festival The Town já tem confirmados outros grandes patrocinadores máster ao lado da cervejaria, como a Porto e a Vivo.

Saiba mais em: https://thetown.com.br/pt/

terça-feira, 30 de julho de 2024

Heineken 2024 Resultados

 Água no chope: Heineken divulga prejuízo milionário

A cervejaria holandesa Heineken anunciou um prejuízo inesperado de 95 milhões de euros no primeiro semestre de 2024, em contraste com o lucro obtido no mesmo período de 2023.

A Heineken, conhecida cervejaria holandesa, divulgou um prejuízo líquido de 95 milhões de euros no primeiro semestre de 2024. Esse resultado contrasta fortemente com o lucro de 1,16 bilhão de euros obtido no mesmo período no ano passado, conforme anunciou a empresa nesta segunda-feira, 29. A notícia gerou surpresa no mercado, especialmente porque analistas previam um lucro de 985 milhões de euros.


O desempenho abaixo do esperado foi atribuído, em grande parte, a uma baixa contábil de 1,05 bilhão de euros. Esta baixa está relacionada principalmente à desvalorização da participação de 40% que a Heineken possui na cervejaria chinesa CR Beer. Outra métrica que chamou atenção foi o lucro líquido ajustado da companhia, uma das métricas preferidas da própria Heineken.

Quais são as previsões futuras para a Heineken?

O fraco desempenho no primeiro semestre de 2024 levanta algumas questões sobre as estratégias futuras da Heineken. A baixa contábil significativa e a desvalorização da CR Beer são pontos críticos que a empresa precisará gerenciar de maneira eficaz.

No entanto, os resultados ajustados e o crescimento na receita líquida orgânica oferecem um vislumbre de esperança. A Heineken precisa continuar a focar em fortalecer suas marcas e expandir seus mercados para reverter a perda líquida e alcançar novos patamares de crescimento.

Saiba mais em: https://www.crbeer.com.hk/home/


 


quinta-feira, 22 de abril de 2021

Concurso Eisenbanh Mestre Cervejeiro 2021

Eisenbanh lança o Concurso Mestre Cervejeiro 2021



Um dos concursos mais cobiçados concursos do Brasil está de volta. 

O Mestre Cervejeiro mudou, e está em um formato novo, totalmente digital. Que tal testar seus conhecimentos, receitas e quem sabe, lançar sua própria Vienna Lager pela Eisenbahn. Esse estilo de cerveja foi criada em 1841 em Viena, na Áustria.

Preencha o formulário disponível no site e envie um vídeo seu, junto das amostras da sua cerveja, devidamente embalada e seguindo todas as regras do regulamento.

Saiba Mais em: https://mestrecervejeiro2021.com.br/?utm_source=fb%20ig&utm_medium=facebook&utm_campaign=ip_eisenbahn_mestre-cervejeiro_br_estatico_mestre-cervejeiro-inscricoes&utm_content=_a_o_mestre-cervejeiro-inscricoes_cadastros_25%20_b&fbclid=IwAR2_EnK61o_Fu7knY0R-sSaBxrEx0EjVqdmpIpD9FIp7HqVBVS9ODcnnGlY#mestre-cervejeiro

terça-feira, 17 de dezembro de 2019

Fechando o fim de ano - Parte I: Natal

O que tomar no fim do ano de 2019, que não seja aquele lugar



O ano foi turbulento na política e economia brasileira em 2019. O primeiro semestre foi bem aquém das expectativas projetadas no fim de 2018.

As reformas da previdência e tributária demoram demais para sair do papel. A avaliação parcial do sistema previdenciário foi concluída; entretanto ainda falta alguns passos para o seu desfecho. O governo bolsonarista, no "tocante" à política ficou a desejar: uma tríade formada por um pai e dois filhos, tratou de utilizar as mídias sociais para cuidar de assuntos diminutos e pouco importantes. Foram destituídos de cargos estratégicos, membros, tanto do executivo quanto do partidário, aqueles que questionaram quanto à conduta ou forma de administração da Presidência. Um populismo de farda foi instaurado, a fim de vender segurança. (Quero deixar claro que não sou esquerdista e muito menos aficionado pelo PT; mas o fato me lembra uma música do Grupo de Rock Plebe Rude).

O time econômico fez o seu papel. Colocou as cartas na mesa, pontuou a realidade e os números de forma a traçar um plano lógico de metas. Temas como previdência, desestatização, fim de privilégios e cargos comissionados foram levados em conta. A inflação caiu, a taxa de juros também. A SELIC ficou em 4,5% ao ano, a menor da história, retratando a atual queda do consumo das famílias. (Talvez seja a hora das aplicações atingirem a Bolsa de Valores). O dólar ainda se encontra em alta, porém há efeitos provenientes das economias dos Estados Unidos e China, influenciando a sua cotação. O custo Brasil ainda continua alto, reflexo garantido nas bombas de gasolina, na conta de água, energia elétrica e bens de consumo. São os insumos energéticos que afetam os bolsos dos brasileiros.

Enfim: como sair deste fim de ano e encarar 2020 com mais vigor e empatia? Dar o melhor de si para que outros empregos possam surgir? Eis as dicas cervejeiras:

Eisenbahn Weihnachts Ale - Produzida desde 2003, é uma cerveja curiosa e bem feita. Alcoólica, apresenta notas frutadas, adocicadas, frutas cristalizadas, que lembra um delicioso panetone de Natal.

Uaimií Saint Hilaire - Uma homenagem ao Auguste de Saint Hilaire botânico que registrou a fauna e a flora no Estado de Minas Gerais. Essa cerveja, uma Bière de Garde, é maturada por pelo menos 6 semanas. Maltada, apresenta aromas de especiarias aromáticas. Possui teor alcoólico de 7.5%.

Não me leve a mal, quando digo "naquele lugar", que para mim é o lugar sombrio, ruim, cansativo, baixo astral. Desejo que seja um local especial, de celebração, de nascimento de Cristo, de renovação, ao lado dos familiares e bons amigos.

Irei reeditar este post durante essa semana, de forma a colocar mais cervejas no hall de degustação. Um brinde e Feliz Natal!




quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Eisenbahn em lata




A linha, com seis rótulos, homenageia figuras da história da cerveja: da deusa suméria Ninkasi a Louis Pasteur e a invenção da pasteurização, passando por Guilherme IV, duque da Baviera que assinou a lei da pureza (que prevê que a cerveja deve ter só água, malte, lúpulo e fermento), seguida pela pilsen que está dentro da lata. Serão vendidas apenas na região Sul e no Estado de São Paulo, mas ainda não chegaram aos pontos de venda. A cervejaria não forneceu preço sugerido.



Fundada em 2002 em Blumenau, a Eisenbahn foi comprada em 2008 pela Schincariol, que desde 2011 pertence à Brasil Kirin, dona das marcas Schin, Nova Schin, Baden Baden, Devassa e Cintra.

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Schornstein

Schornstein começa a vender cerveja em garrafa


16 de agosto de 2013


E que belas garrafas providenciou a cervejaria de Pomerode para estrear nesse disputado mercado.
A arte do rótulo é do designer e cervejeiro caseiro de Minas Gerais Fábio Guimarães. Combinou bem com a própria garrafa (500 ml) de estilo inglês, ainda pouco explorada pelas cervejarias nacionais.
O envase está sendo feito na unidade de Holambra (SP) da Schornstein, onde três máquinas foram compradas. Inicialmente, as garrafas serão vendidas para empórios, bares e restaurantes que trabalham com cervejas especiais em São Paulo e Santa Catarina. Pela capacidade de produção, as grandes redes de supermercados, por exemplo, ainda não fazem parte dos potenciais clientes.
Segue o caminho já aberto pelas cervejarias da região, como Eisenbahn, Bierland e Zehn Bier que também começaram só com chope e migraram para a cerveja em garrafa.
Veja o vídeo que citei a cerveja Session IPA da Schornstein a seguir:
#pelosatelite, #avecesarco,#djjonesco

segunda-feira, 8 de abril de 2013

Cerveja feita em casa

Cerveja feita em casa

Marina Fuentes, especial para o iG São Paulo |

Recentemente, a cervejaria Petrópolis divulgou, junto com o lançamento de um novo rótulo, uma pesquisa sobre o crescimento das cervejas especiais no Brasil: 20% contra 4% do mercado das cervejas comuns. O interesse pelos produtos artesanais e de microcervejarias, que oferecem mais personalidade e tipos da bebida, cria um outro foco de atenção que corre em paralelo, o das cervejas caseiras.

Sem pesquisas e números oficiais para endossar, o aumento dos chamados ‘homebrewers’ é notado pela movimentação dentro do universo cervejeiro. Em sites, redes sociais, confrarias e associações, é sensível o interesse cada vez maior do consumidor da cerveja premium de experimentar a sua própria produção ou degustar a de outros cervejeiros amadores.

Bom termômetro, a criação de uma associação voltada à cultura da cerveja caseira confirma o crescimento do nicho. A iniciativa partiu de uma comunidade da rede social Orkut, que foi ganhando mais adeptos e tornou-se oficial. A primeira a ser fundada, no Rio de Janeiro, cunhou a sigla ACervA (Associação de Cervejeiros Artesanais). Logo, São Paulo e outros sete estados seguiram o exemplo e aderiram ao nome. Cada ACervA funciona de maneira autônoma, algumas cobram mensalidade, outras não e cada uma tem seu estatuto. Mas o objetivo e as ações de todas são semelhantes: realizar cursos, promover encontros, produções coletivas e degustações.

“Começamos a abrir alguns encontros também para aqueles que ainda não produzem cerveja caseira, mas têm interesse no assunto. É uma forma de as pessoas conhecerem essa atividade”, conta Philip Zanello, um dos diretores da ACervA Paulista.

O engenheiro Jaime Pereira Filho, proprietário do bar paulistano Píer 1327, localizado na Vila Mariana, está espantado com o brusco aumento da procura pelo curso de cerveja caseira que ministra no bar há pouco mais de dois anos. “É um curso rápido, que ensina todo o processo em duas aulas. Eu costumava ter uma turma por mês, agora é diário e há uma fila de espera de três meses para os interessados”, comenta. Um desses alunos foi o fotografo Leo Feltran, que registrou a sua produção caseira para ilustrar essa matéria.

Ainda que tenha ares de novidade, a produção das cervejas no quintal de casa é algo muito antigo, vem dos mosteiros seculares que já fabricavam a bebida bem antes de serem criadas as primeiras grandes cervejarias. Na Idade Media, cabia aos padres e às mulheres este preparo, que era parte da dieta cotidiana de proletários e burgueses.

Hobby levado a sério

Quem é “convertido” ao universo da cerveja caseira leva a diversão a sério. Se produzir uma cerveja básica é questão de saber seguir a receita (veja o infográfico acima), criar bebidas com características peculiares e estabelecer algum padrão torna-se um grande desafio. Para quem quer seguir a lei de pureza alemã, que só permite o uso dos ingredientes básicos na composição (água, malte de cevada, lúpulo e fermento), é possível variar o resultado de acordo com o tipo de malte e lúpulo usado, além das quantidades utilizadas, que vão definir um sabor mais adocicado ou mais amargo, mais tostado ou mais frutado, entre outras características sensoriais.

Para quem quer dar um passo além, vale adicionar quase tudo à mistura, de anis à rapadura. “Um dos diretores da ACervA Paulista criou uma cerveja com funghi seco e achei que ficou bem interessante. Recentemente eu fiz uma com chocolate que em cada tiragem recebia um outro componente para combinar: extrato de coco, amêndoas ou framboesa”, diz Zanello ao lembrar de rótulos inventivos. Tanta criatividade precisa ser deixada de lado nos concursos que começaram a fazer parte do calendário cervejeiro, onde só alguns estilos podem concorrer. A restrição facilita o trabalho dos jurados de comparar produtos semelhantes.

Um desses campeonatos ocorreu em julho, promovido pela ACervA Paulista e pela microcervejaria Bamberg, de Votorantim, interior de São Paulo. Na ocasião, 31 cervejeiros caseiros do estado competiram com suas receitas, restritas ao estilo inglês conhecido como ESB. Um juri de treze experts deu as notas que sagraram Guilherme Alberici Di Santi campeão. O prêmio? Ter sua cerveja produzida pela Bamberg durante um ano.

A Eisenbahn é outra que homenageia a produção caseira: pelo terceiro ano, o melhor mestre cervejeiro amador, segundo competição organizada pela microcervejaria, ganha uma linha especial produzida na fábrica. Em 2010, o rótulo São Sebá, uma Belgian Dubbel criada pelo paranaense Sandro Singer, chega ao mercado em novembro em uma série limitada de 3.000 garrafas.

Para além da diversão, o sucesso obtido com um rótulo caseiro pode significar uma mudança do hobby para uma possível profissão. O designer gaúcho Maurício Gonçalves vive exatamente essa situação. Ele e o irmão Lúcio começaram a produzir cerveja caseira por diversão no ano passado, mas a bebida foi fazendo sucesso com amigos, ganhou rótulo e caiu no boca a boca dos cervejeiros.

Hoje, o rótulo Goyoaga Euskal Garagardo (nome basco em homenagem às origens da família), uma pilsen sem clarificantes e não pasteurizada, é produzida de duas a cinco vezes por semana e vendida em bares da Cidade Baixa, região boêmia de Porto Alegre. “Já fornecemos até para um evento de lançamento de livro em junho deste ano, quando foram consumidos 60 litros”, conta Mauricio orgulhoso.

Para começar

Quem quer se aventurar pelo mundo das cervejas caseiras deve ter algum conhecimento e estrutura. O mais indicado é acompanhar o trabalho de algum conhecido que faça a cerveja para ver se a atividade realmente lhe atrai – é preciso lembrar que produzir cerveja caseira requer tempo, dedicação e investimento. Não se trata só de beber. Em seguida, um curso rápido dá a base necessária que só o tempo – leia-se erros e acertos – vão aprimorar a técnica de “mestre cervejeiro”.

Mas, para produzir sua própria cerveja é preciso montar uma nanocervejaria em casa. Jaime Pereira diz que o kit básico tem custo aproximado de 500 reais e ocupa o mesmo espaço que um botijão de gás. O “maquinário” consiste de duas panelas grandes de alumínio, uma balança, uma colher grande de polipropileno, um termômetro culinário, uma peneira, um fermentador (um balde hermeticamente fechado com saída de válvula e uma torneira para engarrafar), mangueiras de transferência, um densimetro, um dispositivo para fechar garrafas e um moedor de cereais.

Montada a “fábrica”, é preciso buscar os insumos, não tão fáceis de serem encontrados em todo o Brasil. “Não há lojas que vendam malte e lúpulo em São Paulo, por exemplo. Mas há fornecedores do Rio Grande do Sul que distribuem os produtos via internet”, sugere Jaime. O estado é onde a cultura da cerveja caseira se nota mais presente, certamente pela influência da comunidade alemã na região.

A dificuldade de encontrar malte, fermento e lúpulo não significa o custo alto do produto. “Gasta-se cerca de 50 reais em matéria prima para produzir 20 litros de cerveja caseira”, estima Jaime. Além de divertida, a produção é a forma de consumir uma cerveja não-pasteurizada, que permanece em transformação“. Os microorganismos ficam vivos na garrafa e continuam em ação. A cerveja fica maturando e vai mudar de características a cada semana que ficar armazenada”, conta Jaime.

Receita básica da cerveja caseira
Fonte: Jaime Pereira Filho. Fone: (11) 2597-7231
Ingredientes
- 35 litros de água mineral de boa procedência
- 6 quilos de malte claro e escuro
- 20 gramas de lúpulo
- 11,5 gramas de fermento

Fotos: Leo Feltran
Fonte: http://comida.ig.com.br/bebidas/cerveja+feita+em+casa/n1237809088064.html
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