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quarta-feira, 22 de outubro de 2025

Resultados Financeiros Heineken 3T 2025

 

Heineken Reveals Non-Alcoholic Beer in James Bond ad - MarketingWorld  Magazine

Heineken anuncia venda menor de cerveja em 2025; Brasil cai acima de dois dígitos

Por Reuters 22 out 2025, 8:12

Quatro meses após dizer que vendas ficariam estáveis no ano, Heineken piora cenário.

A cervejaria holandesa Heineken alertou nesta quarta-feira (22) que suas vendas de cerveja em 2025 irão cair, à medida que os desafios macroeconômicos se agravam, rebaixando ainda mais suas projeções de volume em relação ao trimestre anterior, uma revisão pela qual já havia sido penalizada.

A segunda maior cervejaria do mundo, junto com suas concorrentes, vem enfrentando dificuldades há anos para restaurar o crescimento fraco de volumes. Embora as cervejarias tenham conseguido em grande parte compensar as quedas com aumentos de preços, os investidores estão cada vez mais focados na quantidade de cerveja vendida.

As ações da Heineken caíram mais de 8% em julho quando a empresa alertou que os volumes anuais ficariam estáveis, ao invés de crescer. Nesta quarta-feira, afirmou que espera que o volume “caia modestamente” em 2025.

O lucro operacional orgânico anual também ficará na extremidade inferior da faixa prevista anteriormente, de 4% a 8%, informou a cervejaria.

O CEO da Heineken, Dolf van den Brink, afirmou que a volatilidade macroeconômica se tornou mais acentuada no terceiro trimestre. “Esperamos que a demanda se recupere quando as condições se normalizarem”, disse o CEO em comunicado.

Analistas já esperavam que o lucro anual subisse 3,9%, com os volumes caindo 1,8%, de acordo com um consenso compilado pela própria empresa.




Fonte: Heineken anuncia venda menor de cerveja em 2025; Brasil cai acima de dois dígitos – Money Times

Heineken N.V. reports on 2025 third quarter trading

terça-feira, 30 de julho de 2024

Heineken 2024 Resultados

 Água no chope: Heineken divulga prejuízo milionário

A cervejaria holandesa Heineken anunciou um prejuízo inesperado de 95 milhões de euros no primeiro semestre de 2024, em contraste com o lucro obtido no mesmo período de 2023.

A Heineken, conhecida cervejaria holandesa, divulgou um prejuízo líquido de 95 milhões de euros no primeiro semestre de 2024. Esse resultado contrasta fortemente com o lucro de 1,16 bilhão de euros obtido no mesmo período no ano passado, conforme anunciou a empresa nesta segunda-feira, 29. A notícia gerou surpresa no mercado, especialmente porque analistas previam um lucro de 985 milhões de euros.


O desempenho abaixo do esperado foi atribuído, em grande parte, a uma baixa contábil de 1,05 bilhão de euros. Esta baixa está relacionada principalmente à desvalorização da participação de 40% que a Heineken possui na cervejaria chinesa CR Beer. Outra métrica que chamou atenção foi o lucro líquido ajustado da companhia, uma das métricas preferidas da própria Heineken.

Quais são as previsões futuras para a Heineken?

O fraco desempenho no primeiro semestre de 2024 levanta algumas questões sobre as estratégias futuras da Heineken. A baixa contábil significativa e a desvalorização da CR Beer são pontos críticos que a empresa precisará gerenciar de maneira eficaz.

No entanto, os resultados ajustados e o crescimento na receita líquida orgânica oferecem um vislumbre de esperança. A Heineken precisa continuar a focar em fortalecer suas marcas e expandir seus mercados para reverter a perda líquida e alcançar novos patamares de crescimento.

Saiba mais em: https://www.crbeer.com.hk/home/


 


quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Ambev Informações Financeiras

Lucro da Ambev cresce quase 50% no 3º trimestre

Companhia também anunciou R$ 550 milhões em investimentos na construção de uma nova cervejaria no Brasil, em Uberlândia

 A Ambev, maior fabricante de bebidas do país, viu seu lucro líquido saltar quase 50% no terceiro trimestre, apoiada em forte crescimento de receita, apesar da desaceleração no volume de vendas decorrente de preços mais altos. Os dados abrangem as operações da empresa na América Latina e Canadá. 

Foi registrado lucro líquido de 2,51 bilhões de reais entre julho e setembro, 48,7% superior ao apurado um ano antes. No período, a geração de caixa medida pelo Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) somou 3,79 bilhões de reais, comparado a 2,99 bilhões em igual período de 2011.

O volume de vendas nos três meses até setembro totalizou 40,5 milhões de hectolitros, alta anual de 1,5%. Somente de cerveja foram vendidos 29,371 milhões de hectolitros, avanço de 2,7% na mesma base de comparação. Já em refrigerantes e bebidas não alcoólicas houve queda de 1,4%, para 11,158 milhões de hectolitros. Os preços do hectolitro subiram 24,2% no terceiro trimestre deste ano contra 2011, passando de 159,70 reais para 198,30 reais.

Se consideradas apenas as operações no Brasil, o volume de cerveja subiu ligeiro 0,2% e de bebidas não-alcoólicas cresceu 0,4%, em meio a um ambiente marcado por aumento de preços decorrente de tributações sobre o setor de bebidas. Com isso, a receita líquida alcançou 8,04 bilhões de reais, acima dos 6,37 bilhões vistos um ano antes.

Preço - A Ambev reajustou preços ao varejo no final do terceiro trimestre para incluir tanto o aumento praticado no último trimestre de cada ano quanto o repasse de impostos mais elevados, previstos para o início de outubro.
O governo, entretanto, decidiu no final de setembro adiar o aumento de impostos sobre a cerveja para abril de 2013 em troca de novos investimentos por parte das empresas, o que levou a Ambev a anunciar reduções de preço e antecipar as promoções de verão, que devem se refletir no atual trimestre. Pela nova medida, o aumento dos encargos, que seria implementado gradualmente em quatro anos, foi diluído para seis anos.

Share - A companhia perdeu participação de mercado no Brasil no trimestre passado, principalmente no segmento de cerveja, atingindo 68,5%, queda de 1,1 ponto percentual sobre o ano anterior, afetada pelos preços e base de comparação mais forte com o ano anterior. Em refrigerantes houve recuo de 0,4 ponto percentual, ficando com 18,5% do mercado.

Segundo a companhia, o custo sobre produto vendido (CPV) por hectolitro aumentou 11,3% no terceiro trimestre, a 64,7 reais. No Brasil apenas, a alta foi de 12%, refletindo pressões de custo da cevada, do alumínio e do açúcar, entre outros aspectos. "Continuamos esperando que o crescimento do custo sobre produto vendido por hectolitro no ano no Brasil seja abaixo da inflação", afirmou a empresa no balanço.

Investimentos - A Ambev reiterou seu compromisso de investir até 2,5 bilhões no Brasil em 2012. De acordo com a companhia, os aportes globais - que em sua maioria são destinados para obras de ampliação e aperfeiçoamento operacional de fábricas e Centros de Distribuição (CDs) - somam 1,96 bilhão de reais e 75% desse montante foi investido no Brasil.

Deste total, 1,96 bilhão de foram desembolsados até setembro, sendo cerca de 75% voltados ao Brasil. No terceiro trimestre foram investidos 965,7 milhões de reais. Dentre os valores investidos até agora no país, 804 milhões de reais foram destinados ao Nordeste, sendo 375 milhões de reais deste total para a unidade em Aquiraz (CE). O restante do dinheiro destinado ao Nordeste está sendo distribuído entre as outras oito fábricas e os centros de distribuição da Ambev na região.

Nova fábrica - A companhia também anunciou a construção de uma nova cervejaria no Brasil. Com aportes de 550 milhões de reais, a nova fábrica da empresa ficará em Uberlândia (MG), e terá capacidade de produção de até 8 milhões de hectolitros da bebida. Serão gerados cerca de 1,4 mil empregos diretos e indiretos. "Continuamos apostando fortemente no Brasil, pois acreditamos que temos condições de continuar crescendo de maneira sustentável, gerando valores para toda a sociedade", afirmou o vice-presidente financeiro da Ambev, Nelson Jamel, na nota.

Grupo - A companhia faz parte da Inbev, maior cervejaria do mundo, que divulgou mais cedo lucro trimestral abaixo do esperado por analistas, atingida por queda de vendas nos Estados Unidos. O grupo Anheuser Busch-InBev registrou um lucro líquido de 1,84 bilhão de dólares no terceiro trimestre. Além dos sóllidos negócios no Brasil, a recuperação das vendas na América do Norte também contribuiu positivamente, apesar de a demanda global continuar fraca. A receita subiu 9,1% na comparação anual, para 10,27 bilhões de dólares, excluindo-se aquisição e venda de ativos.
Os volumes totais, excluindo aquisições e vendas de ativos, caíram 0,3%, depois da queda de 0,1% registrada no segundo trimestre. Na América do Norte, que corresponde a cerca de um terço da demanda da companhia e a mais de 60% do lucro com cerveja, o volume de vendas cresceu 1,3%, excluindo aquisições e vendas de ativos. No Brasil, o crescimento foi de 0,2%. (com Estadão Conteúdo e agência Reuters).

Fonte: http://veja.abril.com.br/noticia/economia/lucro-da-ambev-cresce-quase-50-no-3o-trimestre

quinta-feira, 26 de julho de 2012

SABMiller



Desempenho e performance em cervejarias

Londres - O lucro da SABMiller, excluindo aquisições, cresceu 8% no segundo trimestre do ano, comparado com o crescimento de 7% no mesmo período do ano passado e ultrapassando as expectativas de mercado de crescimento de 6%.

A segunda maior fabricante de cerveja do mundo em volume informou que seu crescimento foi conduzido pelo crescimento robusto dos volumes nas economias emergentes e aumento dos preços. A SABMiller está se beneficiando do desempenho forte na Ásia e África, onde o aumento da população adulta e renda está alimentando o consumo de cerveja. Os mercados emergentes respondem por cerca de 80% da arrecadação da empresa, o que ajudou a melhorar seu desempenho em relação às rivais nos últimos anos.

Os volumes de cerveja, excluindo aquisições, aumentaram 5% no trimestre passado, ultrapassando as expectativas de mercado de aumento de 3%. Os volumes no mesmo período do ano passado também cresceram 5%. Os volumes totais subiram 10% no período acima. As informações são da Dow Jones.

Fonte: http://exame.abril.com.br/negocios/empresas/industria/noticias/emergentes-ajudam-lucro-da-sabmiller-subir-8-no-2o-tri
Foto: Sean Gallup/Getty Images
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