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segunda-feira, 11 de julho de 2016

CEO de Cervejaria





Presidente de Cervejaria será primeiro ministro no Peru



O presidente eleito do Peru, Pedro Pablo Kuczynski, confirmou neste domingo que o presidente da maior cervejaria do Peru e ex-ministro da Economia, Fernando Zavala, será primeiro-ministro de seu governo.

Zavala, economista de 45 anos de idade que é favorável à política de livre mercado, é presidente-executivo da Backus, uma subsidiária da SABMiller, que está sendo comprada pela maior fabricante de cerveja do mundo, a Anheuser-Busch InBev.




Kuczynski derrotou sua rival nas urnas, mas o partido político de Keiko obteve a maioria absoluta no congresso peruano. Há grande expectativa sobre como será seu governo e, principalmente, como estará integrado seu gabinete.


Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/mundo/kuczynski-nomeia-presidente-de-cervejaria-como-primeiro-ministro-19682132#ixzz4E7Wb5ubO 
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terça-feira, 8 de dezembro de 2015

Cerveja contaminada


Fabricante de cerveja faz recall de 1 milhão de garrafas


Carlton & United Breweries afirmou que cerca de uma dúzia de queixas foram recebidas sobre as garrafas de 335 mililitros, feitas em outubro, e vendidas em toda a Austrália. Um porta-voz da empresa, Jennifer Howard disse que o defeito pode ter ocorrido durante o processo de engarrafamento.
"Esse tipo de coisa é rara, mas levamos a qualidade das nossas cervejas a sério", afirmou a empresa com sede em Melbourne. O recall afeta menos de 1 por cento da produção anual de cerca de 240 milhões de garrafas da cervejaria.
A marca é do grupo SABMiller, que está planejando uma fusão US$ 100 bilhões com a Anheuser-Busch InBev para formar a maior cervejaria do mundo, dono de nove das 20 principais marcas de cerveja do mundo.

sexta-feira, 16 de outubro de 2015

AB Inbev

Rei da cerveja viaja na classe econômica, usa jeans e adora pressão

Bruno Fahy/AFP
(Bloomberg) -- Carlos Brito diz que a companhia que ele administra e as garrafas de cerveja que a empresa vende têm um aspecto muito importante em comum: os conteúdos estão sob pressão.
"Se você quer obter o melhor de seus funcionários é preciso pressioná-los o tempo todo", disse o diretor brasileiro da Anheuser-Busch InBev NV a uma sala cheia de estudantes na Stanford Graduate School of Business em 2010.
Brito, 55, um protegido do negociador Jorge Paulo Lemann, vem fazendo exatamente isso nos dez anos em que está no comando da fabricante da Budweiser.
Ele elaborou um estilo de gerenciamento muito exigente que lhe rendeu margens de lucro incomparáveis na indústria e elogios tanto dos analistas do setor de bebidas alcoólicas quanto de decanos de faculdades de Administração. Os retornos aos acionistas durante sua administração foram quase o dobro que o de seus colegas.
Agora, Brito, um milionário que vai de jeans ao trabalho, evita os escritórios e prefere viajar na classe econômica, embarcou em sua maior jogada, uma transação de US$ 106 bilhões para comprar a cervejaria britânica SABMiller.
A oferta da terça-feira (13), a quarta após um mês de combate público, conseguiu a aceitação do conselho da SABMiller onde as propostas anteriores tinham fracassado.
"Carlos Brito é um dos figurões mais calculistas e batalhadores que eu já tive oportunidade de ver em ação", disse David "Bump" Williams, que dirige uma firma de consultoria no setor de bebidas alcoólicas em Shelton, Connecticut, em mensagem enviada por e-mail.
"Talvez ele não seja o tipo de pessoa que iria com você a um jogo de beisebol e dividiria uma cerveja, mas em termos de negócios há muito poucos melhores do que ele".

Pressão

Em parte, a decisão foi impulsionada pela pressão que o próprio Brito está sentindo, pois as vendas em mercados-chaves, como os EUA e o Brasil, estão estagnando. As ações da AB InBev caíram 15% nos últimos seis meses.
Com a fusão, a cervejaria terá acesso a mercados de crescimento mais acelerado na África, onde 65 milhões de pessoas chegarão à maioridade para o consumo de bebidas alcoólicas até 2023.
Mas são os executivos da SABMiller que vão vivenciar em breve a existência carregada de pressão que Brito adota. Basta perguntar a um dos gerentes de longa data da Anheuser-Busch em St. Louis, se você conseguir encontrar algum.
Quando a InBev de Brito comprou a histórica cervejaria americana em 2008, ele demitiu aproximadamente 1.400 pessoas, cerca de 6% da folha de pagamento da empresa nos EUA. Com os cortes, Brito teve a oportunidade de encaixar funcionários mais jovens e ambiciosos que aderiram à cultura eficiente e voltada aos resultados que ele professa.
"A primeira camada dos dois escalões administrativos mais altos foi embora desde o primeiro dia" depois de fechado o negócio, disse ele aos estudantes de Stanford. "Isso foi ótimo porque nós promovemos pessoas e eles disseram: 'Essa é minha companhia agora'".

Mentor

Brito aprendeu esse modelo de negócios com o também brasileiro Lemann, que pagou os estudos de Brito em Stanford e tem sido seu mentor desde então. Depois de estudar engenharia mecânica no Rio de Janeiro, onde nasceu, Brito conhece Lemann, 76, através de um amigo da família.
Quando Brito se formou, em 1989, ele foi trabalhar como gerente de vendas na Brahma, uma cervejaria brasileira controlada por Lemann. Agora, ele é membro fundador da firma de private equity 3G Capital, que financia a AB InBev.
A Brahma cresceu através de aquisições e em 2004 se fusionou com a Interbrew, da Bélgica. O acordo transformou a player regional latino-americana em uma potência mundial, com marcas, como Stella Artois, que existem há séculos. Em dois anos, Brito e seus partidários brasileiros estavam no comando, substituindo o CEO John Brock.
Esses acólitos, como o diretor financeiro Felipe Dutra e o diretor de vendas Luiz Fernando Edmond, trabalham ao redor de uma mesa grande na sede da empresa em Park Avenue, Nova York.
Há uma diferença gritante com os confortáveis escritórios panorâmicos que pontilham a maior parte dos arranha-céus do centro de Manhattan - sem falar nos alojamentos da SABMiller no elegante bairro de Mayfair, em Londres.
Por que essas acomodações tão simples? "Porque isso faz com que a informação flua", disse Brito em 2010. "Estabelecemos conexões em reuniões de dois minutos na mesa. Conseguimos fazer muito mais coisas. Não há onde se esconder".
Mais informações e fonte: http://economia.uol.com.br/noticias/bloomberg/2015/10/14/rei-da-cerveja-viaja-na-classe-economica-usa-jeans-e-adora-pressao.htm

terça-feira, 13 de outubro de 2015

SABMiller e ABInbev


Fusões e Aquisições: SABMiller aceita oferta de compra da AB InBev por US$ 109 bi

por AFP
A britânica SABMiller, número dois do mundo no setor de cervejas, aceitou a última oferta de compra da líder do setor, a AB InBev, de capital belga e brasileiro, pelo equivalente a 109 bilhões de dólares (96 bilhões de euros), uma das maiores aquisições da história.
O grupo com sede em Londres explicou que o Conselho de Administração alcançou um acordo com a AB InBev, segundo qual a empresa número um do mundo pagará por cada ação da SABMiller por 44 libras esterlinas, o que eleva o valor da companhia britânica a 71,2 bilhões de libras (109 bilhões de dólares).
Se a transação for concretizada como o previsto, o novo grupo incluirá as marcas de cerveja americana Budweiser e belga Stella Artois, pertencentes à AB InBev, assim como a italiana Peroni, a tcheca Pilsner Urquell e a holandesa Grolsch da SABMiller.
Com esta compra bilionária, a AB InBev abre caminho na África, particularmente na África do Sul, onde a SABMiller nasceu há 120 anos. Se ao valor da compra for adicionada a dívida do grupo, a SABMiller fica avaliada em quase 80 bilhões de libras (122 bilhões de dólares, 108 bilhões de euros).
O preço de compra representa uma valorização de 50% na comparação com a cotação do título em 14 de setembro, antes dos boatos sobre uma Oferta Pública de Aquisição (OPA) que elevaram o preço, destacou o Conselho de Administração da SABMiller.
Para obter o acordo, a AB InBev teve que aumentar quatro vezes sua oferta, recorda o Conselho em um comunicado.
Fonte: https://br.noticias.yahoo.com/sabmiller-aceita-oferta-compra-ab-inbev-us-109-091658596--sector.html

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Mercado Internacional de Cervejas



O mercado global de cervejas está agitado


    Wall Street Jornal por 
  • ROBIN VAN DAALEN
  •  e 
  • CLEMENS BOMSDORF
As cervejarias globais continuam lutando contra a fraca demanda na Europa e, pelo que tudo indica, não verão uma recuperação este ano, informaram a Heineken e a Carlsberg. Ambas anunciaram ontem que vão continuar cortando custos e procurando oportunidades nos mercados emergentes para impulsionar seus negócios.
Assim como a cervejaria belgo-brasileira Anheuser-Busch InBev BUD -0.25% e aSABMiller, SAB.LN +2.17% sediada no Reino Unido, a Heineken e a Carlsberg foram afetadas pelas condições meteorológicas desfavoráveis e a baixa demanda na Europa Ocidental e nos Estados Unidos.
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Bloomberg News
Para compensar o ambiente comercial difícil em mercados desenvolvidos, às voltas com problemas econômicos e tendências estruturais que prejudicam a demanda por cerveja, as maiores cervejarias do mundo têm abocanhado rivais na Ásia e na América Latina.
"Na Europa e nos EUA, a confiança do consumidor permanece baixa, agravada pelo mau tempo e pela desaceleração do crescimento em alguns países em desenvolvimento", disse o diretor-presidente da Heineken, Jean-François van Boxmeer, ao resumir as condições difíceis do primeiro semestre deste ano.
A terceira maior cervejaria do mundo em vendas, cujas marcas incluem, além da Heineken, a Amstel e a Sol, informou que não espera nenhuma alteração no ambiente de negócios na maioria de seus mercados no resto do ano, apesar de ter se beneficiado de um melhor clima de verão na Europa Ocidental em julho e de um aumento antecipado do volume em alguns mercados em desenvolvimento, como o México e a Nigéria.
A Carlsberg, quarta maior cervejaria do mundo em vendas, tem uma leitura semelhante. "Nos primeiros seis meses, o grupo alcançou crescimento dos lucros, apesar das condições de mercado desafiadoras na Europa Ocidental e Oriental", disse o diretor-presidente, Jorgen Buhl Rasmussen.
A Heineken divulgou queda de 7% no volume vendido na Europa Ocidental e de 6% na Europa Central e Oriental. Já a Carlsberg viu um declínio de 6% no volume na Europa Ocidental e de 7% na Rússia; na Europa Oriental como um todo, as vendas subiram ligeiramente, em 0,7%.
Enquanto a Carlsberg tem buscado se expandir pela Europa Oriental e Ásia, a Heineken se concentrou na Ásia e América Latina. Desde 2010, a Heineken já gastou mais de US$ 10 bilhões em aquisições para aumentar sua presença em mercados emergentes. Para compensar a desaceleração do crescimento no Ocidente, a Carlsberg voltou-se para a Rússia, que passou a ser seu maior mercado. Mas nos últimos anos, as vendas de cerveja caíram no país, afetadas por um plano do governo de reduzir o consumo de álcool.
Tanto a Heineken quanto a Carlsberg permanecem otimistas sobre as perspectivas para os mercados emergentes. "A maior parte desse 1,4 bilhão de euros (US$ 1,88 bilhão) [em investimentos] irá para mercados em desenvolvimento", disse Rene Hooft Graafland, diretor financeiro da Heineken. "Não esperamos uma reviravolta no curto prazo. Estamos construindo cervejarias novas na Etiópia e em Mianmar e estamos nos expandindo em países como Vietnã, Nigéria e México."
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A Carlsberg foi a primeira cervejaria ocidental a anunciar um investimento em Mianmar, no início do ano, e nos últimos anos o crescimento da empresa dinamarquesa foi gerado quase exclusivamente na Ásia. Enquanto a receita entre 2010 e 2012 cresceu em apenas 4,4% na Europa Ocidental e 7,2% na Europa Oriental, na Ásia o aumento foi de 62%.
A Carlsberg está presente apenas na Europa e na Ásia. Já a Heineken opera nos EUA, América Latina e África. Os volumes da Heineken caíram 1% no segundo trimestre e 2% no primeiro semestre, com declínios nos EUA, Brasil e México anulando ganhos no Caribe e Canadá.
O lucro líquido da Heineken no primeiro semestre caiu 17% ante um ano atrás, para 639 milhões de euros, mas o resultado de um ano atrás foi ajudado por ganhos ligados à venda de seus ativos na República Dominicana. A receita subiu 6,6%, para 9,35 bilhões de euros, graças em parte à aquisição da fatia que ainda não possuía da Asia Pacific Breweries, de Cingapura, um negócio de US$ 6,4 bilhões fechado em novembro.
A Carlsberg registrou um lucro líquido de 2,07 bilhões de coroas (US$ 372 milhões) no segundo trimestre, 38% menor que o obtido no mesmo período de 2012. As vendas subiram 1,6%, para 19,64 bilhões de coroas.
Além de focar em economias de maior crescimento para compensar o declínio em outras regiões, ambas as empresas estão cortando custos. A Heineken, por exemplo, elevou sua meta de redução de custos de 525 milhões de euros para 625 milhões até o fim de 2014.
Font

quinta-feira, 26 de julho de 2012

SABMiller



Desempenho e performance em cervejarias

Londres - O lucro da SABMiller, excluindo aquisições, cresceu 8% no segundo trimestre do ano, comparado com o crescimento de 7% no mesmo período do ano passado e ultrapassando as expectativas de mercado de crescimento de 6%.

A segunda maior fabricante de cerveja do mundo em volume informou que seu crescimento foi conduzido pelo crescimento robusto dos volumes nas economias emergentes e aumento dos preços. A SABMiller está se beneficiando do desempenho forte na Ásia e África, onde o aumento da população adulta e renda está alimentando o consumo de cerveja. Os mercados emergentes respondem por cerca de 80% da arrecadação da empresa, o que ajudou a melhorar seu desempenho em relação às rivais nos últimos anos.

Os volumes de cerveja, excluindo aquisições, aumentaram 5% no trimestre passado, ultrapassando as expectativas de mercado de aumento de 3%. Os volumes no mesmo período do ano passado também cresceram 5%. Os volumes totais subiram 10% no período acima. As informações são da Dow Jones.

Fonte: http://exame.abril.com.br/negocios/empresas/industria/noticias/emergentes-ajudam-lucro-da-sabmiller-subir-8-no-2o-tri
Foto: Sean Gallup/Getty Images

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

SABMiller e Castel


Castel  e SABMiller

SABMiller anunciou hoje a implementação de uma série de mudanças organizacionais em suas operações na África com efeitos a partir de 01 de janeiro de 2012, como parte do acordo de aliança estratégica entre a SABMiller com o Grupo Castel.

 As mudanças envolvem a combinação da gestão operacional dos negócios da Castel e da SABMiller na Nigéria e na Angola. Os negócios da Nigéria será gerido no futuro pela SABMiller e as empresas angolanas a serão geridas pela Castel. Cláusulas específicas foram firmadas de acordo com os termos da aliança estratégica para fornecer uma melhor sinergia de melhores práticas e de conhecimento técnico, baseado em uma metodologia que fará face à atual gestão, que visa alinhar as preferências das operações de ambos os grupos na África (excluindo África do Sul e Namíbia).

 Comentando sobre as mudanças, Graham Mackay, diretor executivo da SABMiller disse:

 "Nosso relacionamento com o Grupo Castel sempre foi do “ganha-ganha” ao longo de uma década que a aliança estratégica está em vigor. Acreditamos que essas mudanças operacionais vão beneficiar os nossos negócios regionais, nossos acionistas minoritários, os nossos clientes e consumidores na Angola e na Nigéria, demonstrando o compromisso de ambos os grupos nesta aliança douradora."

 Pierre Castel, Presidente Executivo do Grupo Castel, disse: "Após dez anos de aliança, considerou-se oportuno rever e atualizar a nossa parceria com um forte foco em sinergias."



segunda-feira, 31 de outubro de 2011

SABMiller Anadolu Efes



Parceria Estratégica: SABMiller na Turquia com Anadolu Efes

A SABMiller, segunda maior cervejaria do mundo por volume, anunciou uma aliança estratégica de US$ 1,9 Bilhão com a turca Anadolu Efes num esforço para expandir a sua presença em mercados de forte crescimento. 

Pelo acordo, a SABMiller vai transferir seus ativos na Rússia e Ucrânia à Anadolu Efes e receber em troca 24% da empresa turca.

Fonte: Valor Economico - Seção Wall Street Jornal (out.2011).

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Fusões e Aquisições em cervejarias

CADE da Austrália na aprova processo de compra da Foster´s

A SABMiller, grupo cervejeiro britânico, teve sua oferta para comprar a australiana Foster´s Group aprovada pelas autoridades de defesa da concorrência da Austrália, (semelhante ao CADE Brasileiro*). A transação, avaliada em US$ 9,8 bilhões, ainda depende do aval dos acionistas da Foster´s e da agência que analisa investimentos estrangeiros na Austrália.

Fonte: Valor Econômico, 29.09.2011, página B11.
* Grifos nossos.
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