quinta-feira, 22 de novembro de 2012
terça-feira, 20 de novembro de 2012
quarta-feira, 14 de novembro de 2012
Festival Brasileiro da Cerveja 2012
Festival da Cerveja sem produtores caseiros
14 de novembro de 2012Os produtores caseiros de cerveja correm o risco de não poder vender suas bebidas no próximo Festival Brasileiro da Cerveja, que ocorre entre 20 e 23 de março, no Parque Vila Germânica. O presidente do parque, Norberto Mette, explica que o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento apertou o cerco contra os caseiros. O problema é que eles não têm amparo legal, como alvarás e CNPJ. Segundo Mette, um evento cervejeiro em Minas Gerais foi cancelado devido às exigências do ministério.
Agora, a Vigilância Sanitária investiga se os caseiros podem ou não vender bebidas. Uma possibilidade é permitir que os caseiros ofereçam a bebida apenas para degustação, mas ainda não há nada certo. Em 30 dias o futuro das cervejarias caseiras no festival deve ser decidido.
Tamanho não muda
As inscrições para a participação no festival serão abertas no dia 21 deste mês, exceto para os caseiros. Estes devem esperar a solução para o problema que surgiu. Na edição de março deste ano, os caseiros representaram 30% do total de participantes.
Mette acredita que, mesmo sem as cervejas caseiras à venda, o festival não perde em qualidade. O presidente do Parque Vila Germânica adianta algumas mudanças de planos para 2013. O espaço, que seria ampliado, continuará igual ao último festival, ocupando todo o Setor 2 e o trabalho de atrair micros e pequenas cervejarias que ainda não participaram do festival será reforçado.
Fonte: http://wp.clicrbs.com.br/pancho/2012/11/14/festival-da-cerveja-sem-produtores-caseiros/?topo=52,2,18,,159,
Meus grifos: Vale aqui o comentário apresentado por um produtor de queijo caseiro da serra da Canastra no filme o "O Mineiro e o Queijo" : - Cigarro não tem dizeres que faz mal a saúde? Diga que meu queijo contém substâncias nocivas! Compra quem quer! Deixe eu vender o meu queijo!
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Estádio do Independência
Essa é antiga mas merece reflexão de ambos os lados:
" De olho nas vendas de seus produtos nas redondezas do Independência nos dias de jogos, a Ambev reuniu um grupo de moradores de casas na região, na última segunda-feira, na Cantina da Ana, para oferecer vantagens. Serão dados materiais, como mesas, cadeiras e freezers, além de preços com descontos na compra de bebidas. A empresa comprometeu-se até a cobrir possíveis promoções. Só quem não gostou foram os supermercados próximos que perderão vendas aos comerciantes de ocasião.
Fonte: Gustavo Mendicino (27.06.2012)
" De olho nas vendas de seus produtos nas redondezas do Independência nos dias de jogos, a Ambev reuniu um grupo de moradores de casas na região, na última segunda-feira, na Cantina da Ana, para oferecer vantagens. Serão dados materiais, como mesas, cadeiras e freezers, além de preços com descontos na compra de bebidas. A empresa comprometeu-se até a cobrir possíveis promoções. Só quem não gostou foram os supermercados próximos que perderão vendas aos comerciantes de ocasião.
Fonte: Gustavo Mendicino (27.06.2012)
Ministério Publico e Industria Cervejeira
Campanha popular pretende limitar propaganda de cerveja
A petição pública foi apresentada hoje (13) em audiência na sede do MP na capital paulista. As assinaturas também serão recolhidas pela internet.
O documento propõe alterações na Lei 9.294/96, que só restringe publicidade de bebidas com teor alcoólico acima de 13 graus Gay-Lussac (ºGL), a exemplo do uísque e da cachaça. O limite passaria a 0,5 ºGL. De acordo com a Constituição, a apresentação de projeto de lei de iniciativa popular deve ser subscrito por, no mínimo, 1% do eleitorado nacional, distribuído pelo menos por cinco estados, entre outros requisitos.Caso a proposta seja aprovada, assim como ocorre com bebidas de concentração alcoólica mais forte, não poderá haver propaganda de cervejas e vinhos nas emissoras de rádio e TV fora do horário das 21h às 6h. Além disso, não será possível associar esses produtos, por exemplo, ao esporte olímpico ou de competição, ao desempenho saudável de qualquer atividade e à condução de veículos.
“Não tem sentido a lei deixar de fora a cerveja que é a bebida mais consumida no país. Já está na hora de a sociedade se mobilizar para equiparar a cerveja a todas as bebidas que já sofrem restrição. Nossa proposta é uma ampla mobilização no país para sensibilizar o Congresso Nacional a modificar a lei”, explicou Jairo Edward de Luca, promotor de Justiça da Infância e Juventude de São Bernardo do Campo (SP).
Fonte: Camila Maciel (agência Brasil) http://exame.abril.com.br/brasil/noticias/campanha-popular-pretende-limitar-propaganda-de-cerveja
terça-feira, 13 de novembro de 2012
Brasil Kirin
Schin vira Brasil Kirin e quer lançar novas marcas
O nome da família Schincariol aos poucos está sendo desvinculado da cervejaria, vendida no ano passado para a japonesa Kirin. O primeiro passo foi dado ontem, quando o novo presidente da empresa, Gino di Domenico, anunciou o novo nome da companhia: Brasil Kirin. Produtos como a cerveja Nova Schin não sofrerão mudanças. Mas a empresa deixou claro que quer ter "marcas aspiracionais", que despertem o desejo do consumidor, para disputar mercado com suas concorrentes.
"A Kirin tem muitas marcas lá fora e podemos trazer alguma para cá. Também podemos criar uma nova, aqui dentro. Mas, antes de definir o que fazer, precisamos entender os consumidores brasileiros e o que eles querem", afirmou Domenico ontem, em entrevista para anunciar a nova marca corporativa da empresa.
Ele declarou que a empresa está deixando de ser uma empresa meramente industrial para ser uma companhia que olha para o consumidor. Domenico acrescentou que, se for preciso, marcas serão eliminadas. "Já cortamos durante esse ano 25% do portfólio da empresa, eliminando produtos. Até agora, nenhuma marca foi eliminada, mas sempre há a possibilidade", disse. A empresa também avalia lançar novos produtos em setores que ainda não atua, mas ainda dentro do segmento de bebidas. "Podem ser produtos ligados ao conceito de saúde e funcionalidade", disse.
Nova Schin. "A mudança faz todo o sentido, pois agora a empresa é internacional e precisa ter um nome internacional", disse o especialista em mercado de bebidas, Adalberto Viviani. O problema, segundo ele, é a marca Nova Schin. "A empresa tem um problema semelhante ao da Heineken, com a Kaiser: Nova Schin é uma marca fraca, mas o volume de vendas é grande. A diferença é que a Heineken tem uma marca internacional forte que pode ser usada no combate por espaço no mercado. A Kirin não tem."
Dívidas. A mudança de nome, segundo Domenico, não implica em nova razão social. As dívidas da Schincariol, por exemplo, continuam com a Brasil Kirin. "Hoje, nosso endividamento é baixo, entre 1,2 ou 1,3 vez o Ebitda previsto para esse ano." A empresa quer fechar 2012 com lucros antes de juros, impostos, depreciação e amortização de R$ 550 milhões - 83% mais que o total de R$ 300 milhões de 2011.
Domenico diz que este ano o faturamento da companhia deve crescer 12%. As despesas de compras devem cair 5%. uma vez que agora os processos são feitos em conjunto com a Kirin internacional e há uma ganho em escala.
As vendas, segundo José Domingues Francischinelli, diretor financeiro e de planejamento da Brasil Kirin, também melhoraram. "As vendas de cerveja já cresceram 9%", afirmou ele. A empresa, porém, ainda precisa melhorar sua distribuição. Segundo Domenico, de aproximadamente 1 milhão de pontos de venda no País, a companhia chega a 600 mil.
Fonte: por Lillian Cunha http://estadao.br.msn.com/economia/schin-vira-brasil-kirin-e-quer-lan%C3%A7ar-novas-marcas
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segunda-feira, 12 de novembro de 2012
Wäls Briefing After Brew
Foi um bom momento. Não participei da brassagem mas entendo que foi meio canção de Chico Buarque cantando por Milton Nascimento - Cio da Terra.
"Decepar a cana Recolher a garapa da cana/Roubar da cana a doçura do mel/Se lambuzar de mel".
Como comemoração à brassagem, Mr Oliver foi recepcionado pela Wals em sua sede rodeado de amigos que estão vinculados à cultura cervejeira. Foi realmente uma oportunidade de encontrar velhos amigos. Zazá foi o chef de cozinha - sempre bem atuante - a banda BH Gypsy Jazz foi a descontração musical. Bonito também foi ver o Miguel e o Zé Felipe tocando saxofone! Não vou escrever muito, as fotos valem por sí só!
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