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terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

Pesquisa sobre cerveja

Heineken e Skol são marcas de cerveja mais faladas na internet em janeiro




A Heineken foi, entre nove marcas, a cerveja que registrou o maior buzz na web entre os dias 22 e 26 de janeiro, de acordo com uma pesquisa realizada pela webSensus, empresa de pesquisa digital do Omnicom Group no Brasil. Dos mais de 4,5 mil posts analisados no período, a marca de origem holandesa teve 31% do total, seguida pela Skol (25%), Brahma (19%) e Devassa (6%). As demais cervejas - Nova Schin, Antarctica, Baden Baden, Bohemia e Primus - registraram até 5% dos comentários.
De forma geral, os internautas falam bem sobre as cervejas – 93% dos posts eram positivos. Os temas que mais se destacaram foram sobre intenção de compra/consumo, com 19% do total, experiência de consumo (15%) e as campanhas publicitárias (16%).
Segundo Cauê Saraiva, diretor da webSensus, no caso da Heineken, “as menções espontâneas sobre experiência de consumo são mais relevantes do que as de intenção de compra/consumo” - 22% e 11% respectivamente. Os posts mostram que os consumidores 'falam' da marca no presente e como se fosse um evento especial.
A pesquisa demonstrou que o inverso ocorre com a Skol, que registrou mais comentários sobre intenção de compra (30%) do que sobre experiência de consumo (11%). As menções são bem mais objetivas, reportam-se ao futuro e são menos sentimentais.

As campanhas publicitárias mais comentadas foram também das duas marcas que mais geraram buzz. No caso da Skol, os consumidores 'falaram' bastante do comercial com a atriz Deborah Secco. No que diz respeito à Heineken, a campanha da Liga dos Campeões de Futebol da Europa chamou a atenção pela música escolhida.
#pelosatelite #avecesarco #pesquisa #heineken

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Stock Car 2013

Cervejaria assume o naming rights da Stock Car

Um novo acordo de naming rights (direito sobre o nome) passa a vigorar a partir de hoje, entre a Vicar, promotora da Stock Car, e a Brasil Kirin, representada pela cerveja Nova Schin. O Circuito 2013 Nova Schin Stock Car já é uma realidade. O contrato entre as partes já foi assinado e será válido por três anos. A parceria já será visível aos olhos do público na próxima etapa da Stock Car, programada para o circuito de Ribeirão Preto, no dia 11 de agosto.


A Nova Schin foi lançada no Brasil em 2003 - A Nova Schin chega para aprimorar ainda mais nossa categoria, já consagrada pelo público brasileiro. Tenho certeza que esse acordo representa sinergia - resumiu Maurício Slaviero, Diretor Geral da Vicar. O Diretor de Produtos Alcoólicos da Brasil Kirin, Marcelo Trez, destacou a importância da aliança entre a Stock Car (e as corridas) e a fabricante de bebidas, que tem 65 anos de existência. - Esta parceria reforça a força da Nova Schin e o principal atributo da marca: estar nos momentos de alegria e diversão do brasileiro.

Sem dúvida, o automobilismo é a uma importante plataforma da marca Nova Schin -, avaliou o executivo, ressaltando que a Stock Car hoje é a maior categoria do automobilismo da América do Sul. A Brasil Kirin, empresa de bebidas, subsidiária do grupo global Kirin Holdings Company, conta com um portfólio amplo de cervejas, refrigerantes, sucos e águas.
  

terça-feira, 13 de novembro de 2012

Brasil Kirin


Schin vira Brasil Kirin e quer lançar novas marcas

O nome da família Schincariol aos poucos está sendo desvinculado da cervejaria, vendida no ano passado para a japonesa Kirin. O primeiro passo foi dado ontem, quando o novo presidente da empresa, Gino di Domenico, anunciou o novo nome da companhia: Brasil Kirin. Produtos como a cerveja Nova Schin não sofrerão mudanças. Mas a empresa deixou claro que quer ter "marcas aspiracionais", que despertem o desejo do consumidor, para disputar mercado com suas concorrentes.

"A Kirin tem muitas marcas lá fora e podemos trazer alguma para cá. Também podemos criar uma nova, aqui dentro. Mas, antes de definir o que fazer, precisamos entender os consumidores brasileiros e o que eles querem", afirmou Domenico ontem, em entrevista para anunciar a nova marca corporativa da empresa.

Ele declarou que a empresa está deixando de ser uma empresa meramente industrial para ser uma companhia que olha para o consumidor. Domenico acrescentou que, se for preciso, marcas serão eliminadas. "Já cortamos durante esse ano 25% do portfólio da empresa, eliminando produtos. Até agora, nenhuma marca foi eliminada, mas sempre há a possibilidade", disse. A empresa também avalia lançar novos produtos em setores que ainda não atua, mas ainda dentro do segmento de bebidas. "Podem ser produtos ligados ao conceito de saúde e funcionalidade", disse.

Nova Schin. "A mudança faz todo o sentido, pois agora a empresa é internacional e precisa ter um nome internacional", disse o especialista em mercado de bebidas, Adalberto Viviani. O problema, segundo ele, é a marca Nova Schin. "A empresa tem um problema semelhante ao da Heineken, com a Kaiser: Nova Schin é uma marca fraca, mas o volume de vendas é grande. A diferença é que a Heineken tem uma marca internacional forte que pode ser usada no combate por espaço no mercado. A Kirin não tem."

Dívidas. A mudança de nome, segundo Domenico, não implica em nova razão social. As dívidas da Schincariol, por exemplo, continuam com a Brasil Kirin. "Hoje, nosso endividamento é baixo, entre 1,2 ou 1,3 vez o Ebitda previsto para esse ano." A empresa quer fechar 2012 com lucros antes de juros, impostos, depreciação e amortização de R$ 550 milhões - 83% mais que o total de R$ 300 milhões de 2011.

Domenico diz que este ano o faturamento da companhia deve crescer 12%. As despesas de compras devem cair 5%. uma vez que agora os processos são feitos em conjunto com a Kirin internacional e há uma ganho em escala.

As vendas, segundo José Domingues Francischinelli, diretor financeiro e de planejamento da Brasil Kirin, também melhoraram. "As vendas de cerveja já cresceram 9%", afirmou ele. A empresa, porém, ainda precisa melhorar sua distribuição. Segundo Domenico, de aproximadamente 1 milhão de pontos de venda no País, a companhia chega a 600 mil.

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Nova Schin

Aleadri tem primeira vitória no caso Schin

Por Daniele Madureira | De São Paulo
Sérgio Castro/AE/Sérgio Castro/AE



Alvo da disputa entre primos, a Schincariol é vice-líder em cervejas do país

A vitória foi modesta, mas relevante por ser a primeira em uma sucessão de perdas. Na terça-feira, a Aleadri, controladora da Schincariol, obteve na Justiça a primeira decisão positiva no imbróglio sobre a sua venda à japonesa Kirin. Por três votos a zero, a Câmara Empresarial do Tribunal de Justiça de São Paulo negou o pedido da Jadangil, minoritária na Schincariol, que solicitava a apreensão dos livros da Aleadri, o aumento do valor da multa imposto à controladora e o fim do segredo de Justiça sobre o caso.


O próximo passo da Câmara Empresarial será julgar a liminar concedida pela 1ª Vara Cível da Comarca de Itu, que no início do mês passado suspendeu os efeitos da venda da Aleadri para a Kirin. O negócio, de R$ 3,95 bilhões, já foi concretizado, mas os japoneses estão impedidos de tomar posse da Schincariol. A Aleadri é dona de 50,45% da empresa, enquanto a Jadangil tem outros 49,55%.

Ainda não está confirmada a data para o julgamento da liminar, que deve acontecer no dia 27 de setembro ou 11 de outubro. Se a liminar for cassada, os japoneses podem assumir a Schincariol. Caso contrário, terão que recorrer ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), o que tornaria a decisão bem mais demorada. Na ação, a Aleadri, dos irmãos Alexandre e Adriano Schincariol, é representada pelo escritório Mattos Filho e, a Kirin, pelo TozziniFreire. A Jadangil - dos irmãos José Augusto, Daniela e Gilberto Schincariol, primos de Adriano e Alexandre - é defendida pelo Teixeira Martins Advogados.

A Jadangil pediu a apreensão dos livros da Aleadri para ter controle sobre eventuais mudanças no comando dessa holding. Segundo apurou o Valor, a Aleadri se tornou uma empresa de sociedade anônima (SA) às vésperas de fechar o acordo com a Kirin. Se continuasse como uma empresa limitada, a Aleadri teria que arquivar na Junta Comercial do Estado de São Paulo qualquer mudança no seu contrato social. Como uma SA, ela não tem essa obrigatoriedade. Dessa forma, as ações da Aleadri - que já foram transferidas à Kirin - podem ser transmitidas a um terceiro, no caso de os japoneses desistirem do negócio.

No recurso à Câmara Empresarial, a Jadangil também pedia o aumento da multa imposto à Aleadri, em caso de descumprimento da liminar concedida em 4 de agosto pela juíza Juliana Bicudo da 1ª Vara Cível da Comarca de Itu. À época, a juíza estipulou R$ 100 mil para cada ato de descumprimento. A Jadangil queria elevar esse valor, assim como tornar o processo público. Hoje, como corre em segredo de Justiça, nenhuma das partes pode comentar o caso. Mas os pedidos foram negados pela Câmara.

Na semana passada, o escritório Teixeira Martins Advogados entrou com ação principal na 1ª Vara Cível de Itu. A ação, que justifica o pedido de liminar, pede a nulidade da venda da Aleadri à Kirin, pelo desrespeito ao estatuto da Schincariol. Segundo apurou o Valor, a ação pede ainda que seja feita uma avaliação do valor da Schincariol, para que os minoritários possam decidir se querem ou não fazer uma proposta para compra da Aleadri. De acordo com especialistas, uma perícia judicial para definir o valor da empresa demoraria, no mínimo, um ano.


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