Mostrando postagens com marcador Schin. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Schin. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 26 de dezembro de 2017

Chuveirão Schin

Chuveirão está instalado em uma das praias mais populosas do verão gaúcho (Foto: Divulgação)
Schin faz uma mega chopeira para atender banhistas no verão
Tradicional destino de verão dos gaúchos, Capão da Canoa ganha um chuveiro de praia inusitado nesta temporada. O Chuveiro Gigante Schin tem formato de chopeira e duas duchas que simulam torneiras e permitem o uso simultâneo por dois banhistas. A ação, da Schin, segue o propósito de "investir em ações democráticas e que tragam algum beneficio para os consumidores".
O chuveirão Schin funciona com botão de pressurização, para evitar desperdício, e está ligado à rede de distribuição de água do município. Além de gerar maior comodidade na hora de sair da praia para tirar a água salgada e a areia, permitirá que moradores e turistas possam se refrescar nos dias quentes de verão. O chuveirão começa a funcionar no dia 28 dezembro, é gratuito e segue ativado por 60 dias.
Realizada pela Voe Ideias, a ação fortalece a relação de Schin com o Rio Grande do Sul. A marca é a patrocinadora do Planeta Atlântida, o principal festival de música do Estado, e da Semana Farroupilha, um dos eventos mais importantes do Rio Grande do Sul.

domingo, 15 de julho de 2012

Publicidade de cerveja causa polêmica

Propagandas de cerveja que causaram polêmica

Discriminação sexual, sensualidade em excesso, ofensas aos argentinos e palavras de baixo calão - veja os comerciais de cerveja que causaram polêmica e acabaram motivando a ação do Conar

Três argentinos que moram em Belo Horizonte, Minas Gerais, pediram indenização por danos morais à Ambev depois da companhia veicular propagandas que seriam preconceituosas na visão do grupo. Germàn Aníbal Filippini, Enrique Javier Romay e Jorge Adrian Vladimirsky foram à Justiça em maio de 2010, depois que a Skol colocou no ar as campanhas publicitárias "Argentinos do Samba", "Torcida Skol - O Hermano" e "Latinhas Falantes - Hermanos dos 30".

 Tendo a última Copa do Mundo de Futebol como pano de fundo, as peças brincavam com a histórica rixa entre Brasil e Argentina. Em uma delas, inclusive, um argentino era chamado de "maricón".

O Conar suspendeu os comerciais. Mas os argentinos quiseram ser remunerados e, para tanto, apontaram a ridicularização sofrida em bares, reuniões e até no trabalho. O Tribunal de Justiça de Minas, no entanto, entendeu que a propaganda teria sido "desenvolvida de modo positivo, alegre, reafirmando somente a rivalidade existente entre os dois países no futebol". A decisão saiu em maio deste ano.


Há quase um ano, o Conar proibiu outro comercial da Nova Schin. Veiculado em junho de 2011, o filme "Festa Junina" foi considerado inapropriado em função do uso de expressões consideradas de baixo calão pelo Conselho, como "filho d'uma égua" e "cagão".

 No filme, um repentista declama suas rimas enquanto conta a história de um jovem que teria se apaixonado pela filha de um bravo coronel.

Mostro do Pântano

O comercial "Skol - Monstros do Pântano" utilizou atores maiores de idade no filme que mostrava três jovens bebendo cerveja e um suposto monstro atacando o grupo com o intuito de roubar uma caixa da bebida. Ainda assim, a propaganda acabou sendo condenada duas vezes pelo Conar.

 Em julho, o Conselho julgou o filme e o reprovou. O motivo? Para o Conar, não basta ter mais que 18 anos - é preciso aparentar estar acima desta faixa etária. E os moços da propaganda em questão não preenchiam o pré-requisito. A Ambev recorreu, mostrando documentação que comprovava a maioridade dos envolvidos. Mas o Conar manteve sua posição em setembro do ano passado, pedindo à cervejaria que trocasse os atores da produção



Mais vídeos e fonte veja em: http://exame.abril.com.br/marketing/noticias/6-propagandas-de-cerveja-que-causaram-polemica?p=5#link

quarta-feira, 11 de julho de 2012

Schin No Grau



Schincariol cria cerveja exclusiva para o Nordeste

Schin No Grau é mais leve e adequada para o clima quente. Bebida possui teor alcoólico suave e equilíbrio entre corpo e amargor

Rio de Janeiro - A Schincariol lança a cerveja Schin No Grau, bebida mais leve desenvolvida para as regiões quentes do Brasil: Nordeste, Norte e Centro-Oeste.  O produto possui teor alcoólico suave e equilíbrio entre corpo e amargor, obtido com o uso de uma variedade alemã de lúpulo.

O lançamento é simultâneo nas regiões Norte, Nordeste e em três estados do Centro-Oeste: Goiás, Distrito Federal e Tocantins.  A Schin No Grau será comercializada na versão garrafas 600 ml, embalagem que alcança 80% do volume de vendas nos bares das regiões.

Foto: Divulgação Fonte: http://exame.abril.com.br/marketing/noticias/schincariol-cria-cerveja-exclusiva-para-o-nordeste

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Schin agora é Kirin



Kirin compra 100% da Schincariol
Depois de três meses de disputas, desentendimentos e poucas conversas, os japoneses da Kirin e os sócios minoritários da Schincariol chegaram a um acordo. Os irmãos Gilberto, José Augusto e Daniela fecharam a venda dos 49,55% que possuem na cervejaria fundada por seu avô e devem receber cerca de 2,5 bilhões de reais dos japoneses. O acordo inclui uma cláusula que obriga os três a não atuar em empresas que concorram diretamente com a Schincariol.

Os três irmãos decidiram sair do negócio depois que o Tribunal de Justiça de São Paulo cassou uma liminar que suspendia a venda dos 50,45% dos irmãos Adriano e Alexandre para a Kirin. A venda do controle da cdervejaria havia sido fechada no início de agosto por 3,95 bilhões de reais, mas Gilberto e seus irmãos alegaram na Justiça que uma cláusula contratual lhes garantia o direito de preferência na compra da parte dos primos. Uma juíza de Itu concedeu a liminar suspendendo o negócio, que foi derrubada no mês passado.

Além disso, a queda nas vendas da Schincariol nos últimos meses e a perda de participação de mercado – pela primeira vez desde 2005 a empresa deixou a vice-liderança do setor, agora ocupada pela Petrópolis – foi decisiva para a saída dos minoritários. A pessoas próximas Gilberto disse que essa disputa poderia durar meses e a companhia continuaria a sangrar e a perder espaço – e dinheiro. Caso não conseguissem reverter a situação na Justiça, Gilberto e seus irmãos corriam o risco de  vender sua participação na companhia daqui a alguns meses por bem menos do que acaba de ser acertado.

No mês passado, pouco antes da decisão da Justiça de suspender a liminar e garantir que os japoneses tomassem posse do negócio, os minoritários haviam acertado as bases para a venda da participação para a Kirin. Contudo, os japoneses pediram um prazo maior do que o combinado inicialmente para o pagamento do valor e o negócio não foi fechado. Os japoneses já buscam um executivo para assumir a presidência da companhia em janeiro de 2012. Até lá, Adriano Schincariol permanece à frente da empresa. Gilberto, que era vice-presidente comercial, deixa suas funções.

Desde o início desta semana, as duas partes voltaram a conversar. Na quarta-feira, dia de Finados, chegaram a um pré-acordo. Gilberto e os irmãos pretendiam receber os mesmos 3,95 bilhões de reais pagos a Adriano e Alexandre. Os japoneses se dispunham a pagar 2 bilhões. O acordo foi fechado em torno de 2,5 bilhões de reais. A Schincariol, fundada em 1939 pelo filho de imigrantes italianos Primo Schincariol nos fundos de uma pequena casa em Itu, deixa de ser, definitivamente, uma empresa familiar e torna-se parte de um dos maiores grupos de bebida do Japão.

19:03 Atualização: os irmãos Gilberto, José Augusto e Daniela Schincariol estão, neste momento, reunidos com os representantes da Kirin para finalizar a venda dos 49,55% que detém na cervejaria.

Fonte: http://exame.abril.com.br/blogs/primeiro-lugar/2011/11/03/kirin-compra-100-da-schincariol/

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Nova Schin

Aleadri tem primeira vitória no caso Schin

Por Daniele Madureira | De São Paulo
Sérgio Castro/AE/Sérgio Castro/AE



Alvo da disputa entre primos, a Schincariol é vice-líder em cervejas do país

A vitória foi modesta, mas relevante por ser a primeira em uma sucessão de perdas. Na terça-feira, a Aleadri, controladora da Schincariol, obteve na Justiça a primeira decisão positiva no imbróglio sobre a sua venda à japonesa Kirin. Por três votos a zero, a Câmara Empresarial do Tribunal de Justiça de São Paulo negou o pedido da Jadangil, minoritária na Schincariol, que solicitava a apreensão dos livros da Aleadri, o aumento do valor da multa imposto à controladora e o fim do segredo de Justiça sobre o caso.


O próximo passo da Câmara Empresarial será julgar a liminar concedida pela 1ª Vara Cível da Comarca de Itu, que no início do mês passado suspendeu os efeitos da venda da Aleadri para a Kirin. O negócio, de R$ 3,95 bilhões, já foi concretizado, mas os japoneses estão impedidos de tomar posse da Schincariol. A Aleadri é dona de 50,45% da empresa, enquanto a Jadangil tem outros 49,55%.

Ainda não está confirmada a data para o julgamento da liminar, que deve acontecer no dia 27 de setembro ou 11 de outubro. Se a liminar for cassada, os japoneses podem assumir a Schincariol. Caso contrário, terão que recorrer ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), o que tornaria a decisão bem mais demorada. Na ação, a Aleadri, dos irmãos Alexandre e Adriano Schincariol, é representada pelo escritório Mattos Filho e, a Kirin, pelo TozziniFreire. A Jadangil - dos irmãos José Augusto, Daniela e Gilberto Schincariol, primos de Adriano e Alexandre - é defendida pelo Teixeira Martins Advogados.

A Jadangil pediu a apreensão dos livros da Aleadri para ter controle sobre eventuais mudanças no comando dessa holding. Segundo apurou o Valor, a Aleadri se tornou uma empresa de sociedade anônima (SA) às vésperas de fechar o acordo com a Kirin. Se continuasse como uma empresa limitada, a Aleadri teria que arquivar na Junta Comercial do Estado de São Paulo qualquer mudança no seu contrato social. Como uma SA, ela não tem essa obrigatoriedade. Dessa forma, as ações da Aleadri - que já foram transferidas à Kirin - podem ser transmitidas a um terceiro, no caso de os japoneses desistirem do negócio.

No recurso à Câmara Empresarial, a Jadangil também pedia o aumento da multa imposto à Aleadri, em caso de descumprimento da liminar concedida em 4 de agosto pela juíza Juliana Bicudo da 1ª Vara Cível da Comarca de Itu. À época, a juíza estipulou R$ 100 mil para cada ato de descumprimento. A Jadangil queria elevar esse valor, assim como tornar o processo público. Hoje, como corre em segredo de Justiça, nenhuma das partes pode comentar o caso. Mas os pedidos foram negados pela Câmara.

Na semana passada, o escritório Teixeira Martins Advogados entrou com ação principal na 1ª Vara Cível de Itu. A ação, que justifica o pedido de liminar, pede a nulidade da venda da Aleadri à Kirin, pelo desrespeito ao estatuto da Schincariol. Segundo apurou o Valor, a ação pede ainda que seja feita uma avaliação do valor da Schincariol, para que os minoritários possam decidir se querem ou não fazer uma proposta para compra da Aleadri. De acordo com especialistas, uma perícia judicial para definir o valor da empresa demoraria, no mínimo, um ano.


Real Time Web Analytics