
terça-feira, 26 de dezembro de 2017
Chuveirão Schin

domingo, 15 de julho de 2012
Publicidade de cerveja causa polêmica
Propagandas de cerveja que causaram polêmica
Discriminação sexual, sensualidade em excesso, ofensas aos argentinos e palavras de baixo calão - veja os comerciais de cerveja que causaram polêmica e acabaram motivando a ação do Conar
Três argentinos que moram em Belo Horizonte, Minas Gerais,
pediram indenização por danos morais à Ambev depois da companhia veicular
propagandas que seriam preconceituosas na visão do grupo. Germàn Aníbal
Filippini, Enrique Javier Romay e Jorge Adrian Vladimirsky foram à Justiça em
maio de 2010, depois que a Skol colocou no ar as campanhas publicitárias
"Argentinos do Samba", "Torcida Skol - O Hermano" e
"Latinhas Falantes - Hermanos dos 30".
O Conar suspendeu os comerciais. Mas os argentinos quiseram ser remunerados e, para tanto, apontaram a ridicularização sofrida em bares, reuniões e até no trabalho. O Tribunal de Justiça de Minas, no entanto, entendeu que a propaganda teria sido "desenvolvida de modo positivo, alegre, reafirmando somente a rivalidade existente entre os dois países no futebol". A decisão saiu em maio deste ano.
Há quase um ano, o Conar proibiu outro comercial da Nova
Schin. Veiculado em junho de 2011, o filme "Festa Junina" foi
considerado inapropriado em função do uso de expressões consideradas de baixo
calão pelo Conselho, como "filho d'uma égua" e "cagão".
Mostro do Pântano
O comercial "Skol - Monstros do Pântano" utilizou
atores maiores de idade no filme que mostrava três jovens bebendo cerveja e um
suposto monstro atacando o grupo com o intuito de roubar uma caixa da bebida.
Ainda assim, a propaganda acabou sendo condenada duas vezes pelo Conar.
quarta-feira, 11 de julho de 2012
Schin No Grau
Schincariol cria cerveja exclusiva para o Nordeste
Schin No Grau é mais leve e adequada para o clima quente. Bebida possui teor alcoólico suave e equilíbrio entre corpo e amargor
O lançamento é simultâneo nas regiões Norte, Nordeste e em três estados do Centro-Oeste: Goiás, Distrito Federal e Tocantins. A Schin No Grau será comercializada na versão garrafas 600 ml, embalagem que alcança 80% do volume de vendas nos bares das regiões.
Foto: Divulgação Fonte: http://exame.abril.com.br/marketing/noticias/schincariol-cria-cerveja-exclusiva-para-o-nordeste
sexta-feira, 4 de novembro de 2011
Schin agora é Kirin
Os três irmãos decidiram sair do negócio depois que o Tribunal de Justiça de São Paulo cassou uma liminar que suspendia a venda dos 50,45% dos irmãos Adriano e Alexandre para a Kirin. A venda do controle da cdervejaria havia sido fechada no início de agosto por 3,95 bilhões de reais, mas Gilberto e seus irmãos alegaram na Justiça que uma cláusula contratual lhes garantia o direito de preferência na compra da parte dos primos. Uma juíza de Itu concedeu a liminar suspendendo o negócio, que foi derrubada no mês passado.
Além disso, a queda nas vendas da Schincariol nos últimos meses e a perda de participação de mercado – pela primeira vez desde 2005 a empresa deixou a vice-liderança do setor, agora ocupada pela Petrópolis – foi decisiva para a saída dos minoritários. A pessoas próximas Gilberto disse que essa disputa poderia durar meses e a companhia continuaria a sangrar e a perder espaço – e dinheiro. Caso não conseguissem reverter a situação na Justiça, Gilberto e seus irmãos corriam o risco de vender sua participação na companhia daqui a alguns meses por bem menos do que acaba de ser acertado.
No mês passado, pouco antes da decisão da Justiça de suspender a liminar e garantir que os japoneses tomassem posse do negócio, os minoritários haviam acertado as bases para a venda da participação para a Kirin. Contudo, os japoneses pediram um prazo maior do que o combinado inicialmente para o pagamento do valor e o negócio não foi fechado. Os japoneses já buscam um executivo para assumir a presidência da companhia em janeiro de 2012. Até lá, Adriano Schincariol permanece à frente da empresa. Gilberto, que era vice-presidente comercial, deixa suas funções.
Desde o início desta semana, as duas partes voltaram a conversar. Na quarta-feira, dia de Finados, chegaram a um pré-acordo. Gilberto e os irmãos pretendiam receber os mesmos 3,95 bilhões de reais pagos a Adriano e Alexandre. Os japoneses se dispunham a pagar 2 bilhões. O acordo foi fechado em torno de 2,5 bilhões de reais. A Schincariol, fundada em 1939 pelo filho de imigrantes italianos Primo Schincariol nos fundos de uma pequena casa em Itu, deixa de ser, definitivamente, uma empresa familiar e torna-se parte de um dos maiores grupos de bebida do Japão.
19:03 Atualização: os irmãos Gilberto, José Augusto e Daniela Schincariol estão, neste momento, reunidos com os representantes da Kirin para finalizar a venda dos 49,55% que detém na cervejaria.
Fonte: http://exame.abril.com.br/blogs/primeiro-lugar/2011/11/03/kirin-compra-100-da-schincariol/