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sábado, 23 de fevereiro de 2013

Revista 29 Horas

A revista 29 Horas do Aeroporto de Congonhas deste mês, (Reynalgo Gianecchini foi capa) apresenta dois textos interessantes sobre cervejas especiais. Georges Henri Foz escreveu o artigo "Pra Belga Nenhum Botar Defeito", e a nota do Bar Original que retrasmitimos abaixo:

"Desde 1996, o Original é sinônimo de bar com chope bem tirado, servido na temperatura e com colarinho corretos. Agora, com 16 anos de história e mais de 1,5 milhão de litros de chope Brahma vendidos ganha uma nova torneira. Desta vez para oferecer com exclusividade o Bohemia Imperial (R$ 8,00 o copo de 300 ml). Lançado durante a Oktoberfest SP, o Bohemia Imperial foi inspirado em uma cerveja que era servida somente em ocasiões nobres na época do Império Brasileiro, daí o nome. Combina três tipos de malte e um lúpulo raro trazido da Republica Tcheca, tem 5,2% de teor alcóolico, aroma marcante e cor levemente acobreada.

Original - Rua Graúna, 137, Moema, tel. 5093-9486.
Fonte: Revista 29 horas, página 71.

domingo, 16 de dezembro de 2012

Brasil Kirin e a Playboy

Brasil Kirin cria cerveja com a Playboy

Ícone do universo masculino, a marca Playboy virou rótulo de cerveja em parceria com a Devassa.

Disponibilizada inicialmente nos mercados de São Paulo e Rio de Janeiro, a Devassa by Playboy é uma cerveja tipo pilsen produzida com lúpulo especial, que permite o envase em embalagem transparente. O teor alcoólico é de 4,7%.

A cerveja é o primeiro lançamento da companhia desde a mudança de nome para Brasil Kirin, anunciada no mês de novembro (Leia mais aqui). O novo rótulo não é uma edição especial e passa a integrar o portfólio do grupo de origem japonesa no País.

O produto será comercializado em duas embalagens. A long neck transparente de 275 ml tem formato sinuoso que imita a silhueta feminina e apresenta o nome Devassa e a pin-up, ícone da marca, em alto relevo. A lata de 269 ml, por sua vez, possui a ilustração de uma pin-up e será vendida em embalagens fridge pack com seis unidades.

A campanha de lançamento, ainda mantida em sigilo, será desenvolvida pela Mood – agência que criou a ação de apresentação da marca Devassa Bem Loura, com a socialite Paris Hilton. A estratégia de inteligência de mercado e a pesquisa para o desenvolvimento da Devassa by Playboy foram realizadas pela Hello Research.

Fonte: http://www.midiamax.com/noticias/829570-brasil+kirin+cria+cerveja+com+playboy.html

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Wals: Saison Caipira

Mineiros criam a primeira cerveja de cana do mundo

Cervejaria Wäls vai incluir tradicional ingrediente da cachaça no processo de fabricação da bebida; primeiro lote terá apenas 2 mil litros à venda



Terceira bebida mais popular do mundo - atrás apenas da água e do chá -, a cerveja vai ganhar uma cara tradicionalmente brasileira. Neste sábado, a cervejaria mineira Wäls, comandada pelos irmãos José Felipe Carneiro, 25, e Tiago Carneiro, 29, vai dar um toque tupiniquim à popular fórmula de água, malte de cevada, lúpulo e levedura, e acrescentar cana-de-açúcar na produção da “gelada”. É a primeira tentativa no mundo de inserir a matéria-prima da cachaça no processo de fermentação da cerveja.


O primeiro lote da produção da cerveja de cana, que chegará ao mercado com o nome de Saison de Caipira, estará sob a responsabilidade de uma das maiores autoridades na bebida do mundo. Garrett Oliver, da norte-americana Brooklyn Brewery, desembarca em Belo Horizonte no sábado para dar o pontapé inicial na produção da "cerveja mais brasileira de todas".

Mas o lote inicial será apreciado por poucos. Segundo José Felipe Carneiro, responsável pelo departamento de produção da Wäls, serão fabricados apenas 2 mil litros da fina cerveja de cana. “Aqui, nós não fazemos cerveja. Fazemos obra de arte”, diz José Felipe.

A projeção é de que a garrafa de 375 ml chegue ao consumidor final em dezembro, com o preço de R$ 18. A Saison de Caipira estará à venda nos estados de Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Paraná, Distrito Federal e na cidade de Goiânia. Mas, para quem perder não der nem um gole nos 2 mil litros iniciais, a Wäls tem um alento. Passado o primeiro lote, a cervejaria mineira pretende manter a Saison de Caipira no portfólio, com uma produção de até 20 mil litros por ano. A Wäls estuda, inclusive, a possibilidade de exportar a cerveja de cana.

No gosto "gringo"
Para o sommelier de cervejas André Cancegliero, organizador do Beer Experience, a Saison de Caipira tende a cair no gosto, principalmente, dos norte-americanos. "Eles gostam dessas adições bem diferentes."

No mercado brasileiro, o especialista enxerga uma oportunidade para a cerveja de cana, mas diz que é "muito difícil acertar a mão" no primeiro lote de produção. "Será uma cerveja bem forte, bem doce", acredita. "É uma cerveja de experimentação. Ninguém vai sentar no bar para tomar uma caixa dela", completa.

Produção à mineira
Para dar à cerveja o toque mais brasileiro da cachaça, a Wäls fechou uma parceria com o grupo mineiro Vale Verde, responsável pela produção de uma das cachaças mais tradicionais do país. Eles fornecerão à cervejaria um lote de cana-de-açúcar especial, com um dos melhores “brix” do mercado. O “brix” é um índice que mede o teor de sacarose da cana, que, no caso da Vale Verde, chega a 23%.

É este açúcar da cana da Vale Verde que será utilizado no processo de fermentação do caldo da Saison de Caipira. Para completar o caráter nobre da cerveja, Garrett Oliver promete trazer dos Estados Unidos um fermento especial utilizado nas bebidas da Brooklyn para dar o seu toque especial à cerveja de cana.

Segundo José Felipe, a Wäls investiu R$ 80 mil na produção do primeiro lote da bebida. Até o processo de moagem da cana será diferenciado. A cervejaria comprou um moedor de cana especial que será utilizado somente para a fabricação da cerveja. No primeiro lote, a Vale Verde vai fornecer 1 tonelada de cana para a Wäls. “A ideia é que essa cana se transforme em aproximadamente 400 litros de caldo.”

Esse caldo nobre será utilizado no processo de fermentação da cerveja. José Felipe explica que a bebida será no estilo Saison, típico do interior da Bélgica, que dá uma “certa liberdade” na manipulação dos ingredientes. As cervejas do tipo Saison tem aromas frutados, leve acidez e alta carbonatação.

O resultado da primeira cerveja de cana, claro, ainda é uma incógnita. Mas a expectativa é grande. “Esperamos um aroma muito frutado”, diz José Felipe. Mas, apesar do toque doce do caldo-de-cana, o teor alcoólico da Saison de Caipira deverá ficar entre 6% e 8%, acima dos 4% da cerveja tradicional. Como, nas palavras de José Felipe, os lotes de cervejas finas da Wäls “evaporam em uma semana”, vale a recomendação: aprecie com moderação.
Fonte: Klinger Portella  http://economia.ig.com.br/empresas/2012-11-08/mineiros-criam-a-primeira-cerveja-de-cana-do-mundo.html

terça-feira, 11 de setembro de 2012

Hefeweizen

Hefeweizen: cerveja para o fim da manhã

No calor do final do verão, quando meio mundo parece ter saído da cidade de férias, um copo de cerveja de trigo ao fim da manhã pode ser outro tipo de saída agradável. Na Alemanha, especificamente na Bavária, lar do estilo hefeweizen de se fazer a cerveja de trigo, esse refresco é um componente essencial do brotzeit, ou segundo café da manhã.

O brotzeit pode consistir de um pouco de pão com queijo ou, melhor ainda, um pretzel fresco; talvez salsicha de vitela; alguns nabos brancos compridos, e uma hefeweizen.

Em alemão, hefeweizen quer dizer levedo de trigo, pois essa cerveja tradicionalmente dispensa filtragem, deixando-se as pequenas partículas de sedimento de levedura para que a cerveja dourada fique turva. Pode ser essa sugestão de solidez o que leva os alemães a se referirem ocasionalmente à hefeweizen como "pão engarrafado".

Os americanos podem ver com desconfiança um copo de cerveja antes do meio dia, mas a hefeweizen é leve, crocante, pouco alcoólica, inegavelmente refrescante e, creem os alemães, boa para a digestão. Não importa a que hora do dia, no entanto, o estilo hefeweizen tornou-se popular entre os consumidores americanos, cuja própria contribuição à tradição foi servir a cerveja com uma lâmina de limão na borda do copo, mergulhado numa espuma que deve ser um tanto rústica.

Também as cervejarias americanas estão se interessando pela hefeweizen, que é só um estilo específico entre muitas outras cervejas de trigo. A kristalweizen é similar à hefeweizen, mas foi filtrada, então é transparente. A berliner weisse é agradavelmente azeda, a dunkelweizen é uma versão mais escura da hefeweizen, enquanto a weizenbock é mais escura e poderosa. (...)

Mais informações e fonte: The New York Times News Service/Syndicate – Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito do The New York Times.
  

terça-feira, 4 de setembro de 2012

Cerveja na Praça


Cerveja na Praça – Segunda Edição  

Encontro cervejeiro para troca de idéias e experiências sobre produção caseira de cerveja e degustação das produções daqueles que puderem levar exemplares de suas bebidas.   Público: membro da ACervA Mineira e entusiastas de cervejas Local: Praça Marília de Dirceu – Lourdes – Belo Horizonte/MG Data: 06 de setembro de 2012 (véspera de feriado). Horário: a partir das 18 horas.

segunda-feira, 23 de julho de 2012

Wals Witt


Witte Wals: Novidade exclusiva para todo Brasil!

Retransmitimos com louvor, as palavras da Wals

"É com imenso prazer que comunicamos a todos que nossa deliciosa e desejada WitBier estará em breve a caminho da sua geladeira. Hoje finalizamos a arte do Rótulo criado pela nossa  agência de publicidade Fosfato e impresso pela Grafix.  A Wäls Witte é uma cerveja que literalmente sorri para todos vocês! Apreciem com moderação!

Inspirada no conceito belga de produção de cervejas de Trigo, ela tem 5 % álcool, é extremamente refrescante e prazerosa, de coloração amarelo claro e turva. Formação de creme consistente, aveludado e branco. Temperada com especiarias diversas. Aromas que remetem ao cítrico, laranja da terra e pimenta da jamaica. Levedura tipicamente belga e dry hopping com varietal de lúpulo nobre.

A versão experimental foi degustada por alguns especialistas, dentre eles destacamos: Pete Slosberg, Paulo Schiavetto, Marco Falcone, Marcelo Carneiro, Edu Passareli, Samuel Cavalcani, Matt Brynildison, Káthia Zanatta e etc. Não faltaram elogios a respeito da mais nova criação da Wäls. O mais emocionante ficou a cargo de Pete Slosberg, que num brinde uníssono, homenageou o criador do estilo WitBier, Pierre Celis.

A cerveja que está terminando o seu longo tempo de maturação é mais ousada, mais equilibrada e muito saborosa. Exploramos o máximo do estilo belga e abusamos na inventidade #wäls para que a cerveja saísse completamente incrível para todos vocês. O processo de dry-hopping deu mais vida ao exemplar, e mesmo com seus 20 IBU´s o amargor refinado se faz presente.  
Enfim mais um sonho realizado, mais uma obra de arte que nasceu inspirada no desejo de todos vocês. A Wäls não produz somente cervejas, aqui transformamos sonhos em realidade!" #walsme

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