segunda-feira, 28 de julho de 2014

Propaganda de cervejas


Propagandas de cerveja: a ressaca da Copa

A liberalidade com que se anuncia cerveja no país não é uma invenção da FIFA. Passada a Copa, é necessário voltar a discutir a restrição dos anúncios de cerveja
por Intervozes e Por Renato Godoy*
Uma vez mais, convidamos o Instituto Alana, parceiro do Intervozes, pra tratar de um tema fundamental no debate sobre o setor midiático no país e que, não coincidentemente, segue silenciado: o excesso das propagandas de cerveja nos meios de comunicação de massa.
As marcas de cerveja contracenaram com os protagonistas do maior evento esportivo do mundo sob o olhar atento de crianças e jovens. Lojas da Budweiser, abertas a todas as idades, ostentavam um amplo telão nos aeroportos das cidades-sede da Copa doMundo da FIFA. O solo da Granja Comary, centro de treinamento da seleção brasileira, também foi utilizado para plantar cevada de uma edição especial da Brahma, anunciada pelo então popular Luiz Felipe Scolari.
O estádio com a maior média de gols da Copa foi o da Arena Itaipava, em Salvador. A cervejaria carioca também dá nome ao estádio que recebeu os jogos em Recife. A cada seleção em campo, diferentes marcas de cerveja despontavam nas placas ao redor do gramado. Quilmes para os argentinos, Beck’s para os alemães, Brahma para os brasileiros, Jupiler para belgas e holandeses e Budweiser para as demais praças. Todas pertencentes ao grupo AB Inbev, maior conglomerado do setor de bebidas do mundo, que controla 14% do mercado global de cerveja.
Ao serem filmados nas arquibancadas das arenas da Copa, torcedores exibiam copos de Budweiser ou Brahma, customizados para cada um dos 64 duelos da Copa do Mundo. A venda da bebida no interior dos estádios foi uma das exceções concedidas àFIFA por meio da Lei Geral da Copa.
Nos intervalos das partidas e ao longo de toda a programação televisiva, as demais cervejarias associavam suas marcas à paixão pelo futebol, disseminando valores, no mínimo, questionáveis. Esse esforço publicitário que visa relacionar o esporte preferido dos brasileiros ao consumo de cerveja parece ser bem sucedido: um levantamento recente do Ibope mostrou que, entre aqueles que se declaram “superfãs” do esporte, 62% haviam consumido a bebida nos sete dias que antecederam a pesquisa, aplicada durante o torneio.
Regulamentação
O debate relacionando Copa e cerveja teve destaque durante o torneio. Mas o cerne da discussão se deu em torno de eventuais restrições à venda da bebida no interior dos estádios, como forma de prevenir a violência. Antes do torneio, o secretário-geral da FIFA, Jerome Valcke defendeu a comercialização da bebida com a argumentação de que “cerveja não é vodca”. Com o temor de que as rivalidades misturadas com álcool ocasionassem brigas, o mesmo Valcke chegou a admitir a possibilidade de suspender a venda durante os jogos.
Porém, mais do que discutir se o consumo de álcool dentro dos estádios provoca violência, é necessário voltar a debater a liberalidade da qual as empresas do setor gozam no Brasil para anunciar seus produtos em qualquer local e horário. As altas doses diárias de comerciais de cerveja na programação televisiva e em demais comunicações mercadológicas não são uma exceção aberta ao torneio promovido pela FIFA, mas algo permitido pela legislação brasileira, que, incrivelmente, não inclui a cerveja no rol de bebidas alcoólicas.
Fruto de um pesado lobby do setor, a legislação brasileira determina que, para fins de propaganda comercial, somente são consideradas bebidas alcoólicas aquelas com graduação superior a 13 graus Gay Lussac. Assim, não há restrição horária para a veiculação de cervejas e bebidas “ice”, com seus 4,5 graus em média, que são anunciadas sem maiores restrições - enquanto as demais, que excedem a graduação, só podem ser veiculadas entre 21h e 6h. A lei 9294/1996 também determina que bebidas alcoólicas não podem ser associadas à prática esportiva. Mas, ficando abaixo dos 13 graus, as cervejarias escapam das restrições legais para anunciar seus produtos em eventos esportivos.
Cerveja também é álcool
Pesquisas nacionais e internacionais apontam que a exposição à publicidade de cerveja estimula o consumo precoce da bebida por crianças e adolescentes. A pesquisadora da Unifesp Ilana Pinsky cruzou 128 pesquisas internacionais em seu artigo “O impacto da publicidade de bebidas alcoólicas sobre o consumo entre jovens: revisão da literatura internacional”, de 2008. As conclusões do levantamento mostram a forte influência da publicidade no padrão de consumo do álcool por jovens. A publicidade reforça atitudes pró-álcool, pode aumentar o consumo de quem já bebe, influencia a percepção de jovens sobre álcool e as normas para beber e, portanto, estimula os jovens ao consumo antes dos 18 anos.
Passada a Copa do Mundo, a sociedade tem uma boa oportunidade para retomar a discussão em torno dos limites da veiculação da publicidade de cerveja no Brasil. Um passo importante para difundir esse debate é o fortalecimento da campanha "Cerveja Também é Álcool", encampada pelo Ministério Público de São Paulo. Com mais de 75 mil assinaturas, a petição propõe a alteração do parágrafo único do artigo 1º da Lei Federal 9.294/96, para que as restrições à publicidade passem a abranger toda e qualquer bebida com graduação alcoólica igual ou superior a 0,5 grau Gay-Lussac.
No momento em que se discute o legado do megaevento, também é importante fazer valer a proteção da criança e do adolescente em detrimento de interesses mercadológicos que se utilizam, sem moderação, de estratégias que levam crianças e jovens aoconsumo precoce de álcool.
* Renato Godoy é jornalista, sociólogo e pesquisador do Instituto Alana.
Fonte: http://www.cartacapital.com.br/blogs/intervozes/propagandas-de-cerveja-a-ressaca-da-copa-6624.html

Abrindo uma cerveja!

quarta-feira, 16 de julho de 2014

Expansão na Krug Bier



Krug Bier vai investir R$ 150 mi em fábrica

Cidade da RMBH receberá aporte.

por LEONARDO FRANCIA.

A Krug Bier, fabricante artesanal da cerveja Áustria Bier e do chope Krug Bier, vai ampliar a sua capacidade instalada. A empresa vai investir R$ 150 milhões na construção de uma planta em um município da Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH). A unidade terá capacidade para fabricar 30 milhões de litros por ano, volume muito superior aos atuais 3 milhões de litros produzidos anualmente na fábrica instalada no Jardim Canadá, em Nova Lima (RMBH). O novo empreendimento deve gerar pelo menos 300 empregos diretos.

De acordo com o presidente e sócio-gestor da Krug Bier, Marcelo Bruzzi, a fabricante de chopes e cervejas já iniciou negociações com fundos de investimento e com as administrações municipais de cidades da RMBH para viabilizar a construção da planta. Ele explicou que a instalação da unidade na região tem o objetivo de atender tanto a demanda de Belo Horizonte e municípios vizinhos quanto o mercado nacional.


"A construção do empreendimento faz parte da estratégia de expansão adotada pela empresa em 2008 e do sucesso do produto no mercado belo-horizontino. A produção e as vendas daquele ano foram quatro vezes superiores às de 2007. Em 2009, dobramos ambas as variáveis em relação ao exercício anterior. E, este ano, já evoluímos 50% frente ao ano passado", explicou Bruzzi.
  
Vendas - Além da construção da nova unidade fabril, a Krug Bier pretende também expandir os pontos de vendas (PDVs). Atualmente, são 180 PDVs do chope Krug Bier e 500 PDVs da cerveja Áustria Bier espalhados na Capital e na RMBH. A meta é chegar a 900 pontos, somando as operações de comercialização do chope e da cerveja, até o final do ano. Para concretizar o objetivo serão aportados R$ 2 milhões em logística e nos próprios PDVs.

Os planos da Krug Bier são ambiciosos. A cervejaria, que atende apenas o mercado da Capital e da RMBH, pretende iniciar, ainda neste ano, a distribuição para cidades-polos do interior do Estado, além de São Paulo e Rio de Janeiro. Em 2011, a empresa almeja atuar em Brasília (DF) e na região Sul do país.

Até o começo de 2010, os negócios da empresa eram dominados pela comercialização dos chopes. Entretanto, a participação das vendas da cerveja Áustria já atinge 30% do volume total faturado pela cervejaria. As projeções indicam que, até o final do exercício, cada produto tenha 50% de fatia nas vendas da Krug Bier.


Em termos de produção, 60% do volume fabricado mensalmente na unidade de Nova Lima (aproximadamente 250 mil litros/mês) são destinados ao abastecimento de bares e restaurantes. Os serviços de delivery e eventos consomem 25% do total - neste caso somente chope - e os 15% restantes são distribuídos para supermercados que comercializam a Áustria Bier.

A Krug Bier também mantém uma choperia no bairro São Pedro, região Centro-Sul de Belo Horizonte. O empreendimento foi inaugurado em meados de setembro de 2009 e demandou investimento de R$ 1 milhão. A casa ocupa área de 1,7 mil metros quadrados, tem capacidade para 300 pessoas e estacionamento para 50 carros.

Ambev - O mercado de bebidas no Estado está aquecido, em fevereiro deste ano, a Ambev - Companhia de Bebidas das Américas iniciou investimentos de R$ 38 milhões para ampliar a capacidade produtiva da nova planta de Sete Lagoas, na região Central de Minas Gerais. Com a expansão, aprodução praticamente dobrará, passando de 23 milhões de litros/mês para 45 milhões de litros/mês de cerveja.

O projeto de aumento da produção prevê a aquisição de equipamentos, dispositivos e a ampliação em 3 mil metros quadrados do galpão de armazenagem. Estão previstas também o acréscimo da Estação de Tratamento de Água (ETA), bem como da Estação de Tratamento de Efluentes (ETE).


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Chopeiras Legais e Incríveis

Chopeiras diferentes. Que tal ter uma do tipo?

Para quem é anfitrião e gosta de receber pessoas em casa, com muita diversão e festividade uma chopeira é sempre bem-vinda. As máquinas de refrigeração mais tradicionais, produzidas por fábricas nacionais, como as Chopeiras Memo, geralmente são colocadas em cima de um balcão ou de uma mesa, próxima à área externa da casa. Até aí tudo bem. Isso é realmente extraordinário. Porém, quando o inusitado aparece, a situação se modifica. A chopeira vira o centro das atenções. Com dutos, termômetros, manômetros, tap handles descolados, todos querem extrair o próprio chope e tirar fotos ao lado para mostrar aos amigos. Há diversos designs disponíveis na internet. Abaixo, a seguir, há alguns modelos que achei bastante interessantes. Espero que te inspire a ter uma chopeira diferente. Veja a seguir:


















https://easybar.com/draft-beer/custom-draft-beer-towers/
https://www.micromatic.com/custom-towers/custom-beer-towers-gallery
Saiba mais em: https://www.taphandles.com/
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