quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Porter Reporter

Bebida é descrita como tão 'escura e amarga' quanto o futuro do jornalismo (Foto: Reprodução)
Jornalista demitido lança cerveja do 'repórter desempregado'

Jon Campbell anunciou bebida após ser desligado de jornal nos EUA. Homem diz que cerveja é tão 'escura e amarga quanto o jornalismo'.

Demitido do Hartford Advocate, veículo do estado de Connecticut, nos EUA, o jornalista Jon Campbell decidiu entrar no ramo de cervejas ao apresentar uma bebida com um nome bem sugestivo: “Repórter Desempregado” (Unemployed Reporter, em tradução livre).

A notícia sobre a bebida foi veiculada no próprio veículo do qual Campbell foi desligado, e a cerveja conta com um visual no rótulo que ficou famoso no século XIX entre marinheiros mercantes e trabalhadores portuários.

Na descrição, Jon faz questão de mostrar sua descrença na profissão, ao dizer que a cerveja estilo Porter, contém “chocolate e cevada queimada, tão escuros e amargos quanto o futuro do jornalismo americano”, além do alto teor alcoólico que serve para “aplacar a dor da lenta e inexorável marcha em direção à obsolescência”.

O Hartford Advocate disse que não há informações de quando ou onde a bebida começará a ser vendida, mas escreveu que está “feliz que Campbell está se ocupando com algo”.

Fonte: http://g1.globo.com/planeta-bizarro/noticia/2013/02/jornalista-demitido-lanca-cerveja-do-reporter-desempregado.html

Foto:  Bebida é descrita como tão 'escura e amarga' quanto o futuro do jornalismo (Foto: Reprodução).

Sabonete de cerveja

 Cerveja e luva de beisebol: homem cria sabonetes com cheiros exóticos


A novidade custa £ 4,40 libras (cerca de R$ 12) Foto: Divulgação 

Um homem que estava cansado dos "aromas femininos" decidiu criar sua própria linha de sabonetes. Cerveja, dinheiro, bacon, luva de beisebol e até mesmo sujeira foram algumas das "fragrâncias escolhidas por Adam Anderson, o inventor norte-americano de 27 anos. As informações são do site Daily Mail

Após perceber que todos os sabonetes têm componentes como lavanda e baunilha, Anderson resolveu misturar cacau, óleo de palma e glicerina, a fim de criar aromas "másculos". "Tudo começou há alguns meses, quando fui lavar as mãos e percebi que todos os sabonetes perfumados que tínhamos em casa eram 'femininos'", disse. "Eu pensei comigo mesmo: 'esses não são os aromas que as mãos de um homem devem ter'. Algo precisava ser feito e foi assim que a ManHands ganhou vida", completou. 

Anderson ainda contou que nunca havia feito sabonetes antes, mas que, depois de algumas semanas de pesquisa, já havia produzido o primeiro lote, com 12 diferentes aromas, diretamente de sua cozinha. "Eu sentei e pensei sobre o que foram alguns dos cheiros favoritos do mundo. Coisas como bacon, grama recém-cortada e até mesmo pipoca com manteiga", contou. 

A novidade, que custa £ 4,40 libras (cerca de R$ 12), já ganhou adeptos, inclusive do sexo feminino. "Embora a marca se chame ManHands (mãos de homem, em tradução livre), os sabonetes não são feitos apenas para eles. Muitas mulheres curtem exatamente os mesmos aromas", explicou o inventor. 

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Budweiser Black Crown


Budweiser lança cerveja Bud Black Crown

Quebrando as tradições. E por que não? O lançamento da Budweiser Black Crown foi no dia 03 de fevereiro de 2013 e foi resultado de um processo de execução da amostra de 12 cervejas que após testes e análises foram classificadas 6 e após o mesmo processo classificadas 3 e finalmente uma selecionada. O período de elaboração foi de um ano.

A cerveja foi desenvolvida para fazer face ao movimento craftbrew (das microcervejarias) destacando sabores e aromas em produções especiais como sugere esta cerveja que está no estilo Golden Amber Lager, de autoria do mestre cervejeiro Bryan Sullivan. A cerveja apresenta uma coloração âmbar, malte com notas caramelizadas e finalização em madeira de faia

A madeira de faia (beechwood) em cervejaria é usada principalmente como suporte físico para as leveduras ou no defumação de maltes. Ela não serve para dar sabor amadeirado à bebida, diferentemente do carvalho.

Se você tomou, deixe abaixo aqui os seus comentários e nos diga como foi.




http://thedrinknation.com/articles/read/9672



terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Programas Ambev

Conheça os programas para ingressar na Ambev

A Ambev busca os melhores profissionais do mercado para vagas em funções operacionais. Acreditamos que empresas excelentes são formadas por pessoas excelentes. Por isso, nosso Programa de Contratação Externa busca os melhores profissionais do mercado em funções operacionais. Para incentivar o desenvolvimento dos locais onde atua, a Ambev dá prioridade a pessoas das comunidades próximas às unidades onde está instalada.

Profissionais interessados em trabalhar conosco têm diversas vias para ingressar na Ambev: o Programa Trainee, o Programa Trainee Industrial, o Programa Talentos, o Programa Estágio, o Programa de Inclusão Social e o Programa de Contratação Externa. Os programas de trainees são uma das principais portas de entrada na Ambev - somente em 2010 foram selecionados 44 profissionais.

Também buscamos jovens promissores em outros programas, como Talentos e Estágios, e no programa de Inclusão Social. Cadastre seu currículo: http://sistema.ucn.com.br/1/mtc/E34632-161

Concurso Brasileiro de Cervejas

Tributos sobre cervejas



Veja quanto você está pagando de impostos pela cerveja que consome

por Alessandra Nascimento
 
Elas atendem todos os gostos. De sabor leve, encorpado ou pesada, mas sempre bem gelada para agradar os mais distintos paladares dos brasileiros.

A cervejinha nossa de cada dia, a loura gelada, preferência nacional e presença certa nos quatro cantos do país têm uma alta carga tributária incidindo sobre o seu valor final.

Segundo dados do Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário, IBPT, em média o brasileiro paga 55,6% em impostos com o produto. Para se ter uma breve idéia do peso dos impostos, uma cerveja de 269 ml, que ao preço de supermercado varia entre R$ 1,19 a R$ 2, poderia custar de R$ 0,53 a R$ 0,89, bem mais barata.

Num barzinho em Salvador, a mesma cerveja de 269 ml sai gelada a R$ 2 e a de 470 ml a R$ 3,50, o que significa que poderiam estar custando R$ 0,89 e R$ 1,56 respectivamente. Já as cervejas em garrafa com 600 ml, vendidas a partir de R$ 4 poderiam custar R$ 1,78, já que pelo menos R$ 2,22 representam o custo pago nos tributos.

Acrescentam-se à lista as cervejas especiais, que variam entre R$ 7 e R$ 12 na capital e poderiam sair mais baratas para o bolso do consumidor, custando, sem a carga tributária, entre R$ 3,11 e R$ 5,33. Paga-se de impostos entre R$ 3,89 a R$ 6,67 nas especiais.

A pesquisa do IBPT abrange um estudo aprofundado sobre a alta carga tributária nos produtos mais consumidos no carnaval em todo o país. Foi detectado, segundo o IBPT, que as bebidas têm a maior incidência de tributos, oscilando de 76,66% na caipirinha, 62,20% no chope, 55,60% na cerveja e 46,47% no refrigerante em lata, conforme aponta o estudo. “Por não serem itens considerados essenciais pela legislação brasileira, esses produtos têm uma elevada carga tributária”, explica João Eloi Olenike, presidente do IBPT.

População reclama
A Tribuna da Bahia ouviu alguns consumidores para saber o que eles pensam sobre a questão tributária. O funcionário público Francisco Duarte, 50 anos, acredita que bebidas e cigarros deveriam pagar altas taxas tributárias, mas desde que os valores fossem revertidos à saúde. “Tanto a cerveja quanto o cigarro têm que ter impostos altos, mas deveria ser revertido para a saúde a ser aplicado no tratamento de viciados, por exemplo”, avalia.

Já a estudante de Direito Gabriele Tanajura, 32 anos, considera absurda a taxa tributária. “O pior é você saber que o dinheiro não está sendo bem aplicado e sim desviado, como é comum neste país. O governo só faz levar e não dá nada em troca É um país em que se paga imposto para tudo. Você paga mais em imposto que no produto que consome”, reclama.

Foto: SXC/Creative Commons

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Legislação para cervejas especiais

Brasil quer entrar no mercado das cervejas especiais

Em vez de exigir proteção contra a invasão das bebidas importadas, grandes e pequenas cervejarias pedem a atualização da legislação que impede a produção da bebida com ingredientes especiais, como mel ou chocolate.

Nos últimos anos, uma centena de cervejas importadas invadiu supermercados e empórios especializados. Os paladares mais exigentes passaram a escolher tanto as bebidas tradicionais como as de sabores exóticos de chocolate, mel, frutas e especiarias fabricados pelos mestres cervejeiros estrangeiros. Escondidas no meio delas, algumas marcas nacionais tentam aparecer para conquistar a preferência do consumidor. Mas, na maioria das vezes, perdem na comparação. O que poucos sabem é que as cervejarias brasileiras são proibidas de inventar tipos diferentes de cerveja. A legislação nacional impede, por exemplo, a fabricação de bebidas fermentadas com matérias-primas vindas de animais, como leite ou mel. A restrição, porém, não pega os produtos importados. O Brasil permite que tais bebidas sejam trazidas de fora, desde que respeitem a regulamentação vigente em seu país de origem.

Com o crescimento do interesse por esse mercado, a cerveja brasileira não consegue concorrer com a estrangeira. Existem cerca de 200 microcervejarias no país, segundo a Associação Brasileira de Bebidas, que apostam em estilos diferenciados, mas enfrentam situações embaraçosas. Desde 2009, a DadoBier, de Porto Alegre, investiu 500 mil reais numa cerveja de chocolate em parceria com a Kopenhagen. No ingrediente da bebida é adicionado chocolate 70% cacau. Durante quatro anos, a empresa gaúcha tentou convencer os técnicos do Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (Mapa) a liberar a fabricação do produto, utilizando o argumento de que marcas estrangeiras com as mesmas características, como a inglesa Young Double Chocolate Stout, podem ser encontradas livremente nas lojas especializadas no Brasil. Mas, como o ingrediente não estava previsto na lei nacional, a DadoBier Double Chocolate Stout não conseguiu o registro do órgão do governo.

Após quatro anos de idas e vindas, a microcervejaria modificou a fórmula e trocou o chocolate puro pelo extrato, que não contém leite, para pleitear a aprovação – que saiu em 7 de dezembro do ano passado. Desta forma, a cerveja de chocolate cedeu aos caprichos da burocracia. “As proibições fizeram muitas cervejarias pararem de ousar nos últimos anos”, diz o sócio Eduardo Bier.

Para atender a insistência dos fabricantes de cervejas especiais em reformular a lei, o Ministério vai receber representantes do setor nos dias 5 e 6 de fevereiro para tratar das mudanças. O site de VEJA teve acesso às sugestões enviadas aos 56 participantes convidados. Todos receberam um arquivo de 22 páginas que detalha as propostas e os pedidos de modificação em cada item da lei – algumas vezes com mais de uma sugestão. Atualmente, a cerveja segue uma regulamentação de 1993, que basicamente divide a bebida entre as categorias clara e escura. Na época, tal legislação atendeu aos interesses dos grandes grupos cervejeiros, que praticamente só produziam o estilo pilsen. “Há um conflito na lei que não permite a adição de alguns componentes, o que impede o produtor de participar do mercado com inovação”, reconhece Álvaro Viana, coordenador-geral de vinhos e bebidas do Mapa. “Precisamos debater e tornar o mercado viável rapidamente.”

Uma das propostas dos cervejeiros é permitir, além da autorização de uma série de ingredientes nacionais na produção, a criação de estilos de cerveja com características brasileiras – o que não consta na lista de 120 registradas no mundo. Inicialmente, foram colocadas seis para aprovação, como a Brazilian Fruit Beer e a Tropical Lambic Style, que utilizaria barris de madeira (como nos vinhos e nas cachaças) para a cerveja descansar e adquirir características amadeiradas. “O potencial criativo é enorme e permitirá a invenção de uma maneira brasileira de fazer cerveja, com frutos do cerrado e muitas outras possibilidades”, diz Marcelo Carneiro da Rocha, sócio da microcervejaria Colorado, de Ribeirão Preto.

Contra as barreiras - O Brasil é o terceiro maior mercado produtor de cerveja no mundo, atrás de China e Estados Unidos – e a disposição do governo em mudar a lei é um claro estímulo à fabricação de bebidas especiais no país. A mudança, também, vai de encontro à crescente onda de protecionismo comandada pelo governo brasileiro, sobretudo na gestão da presidente Dilma Rousseff. No ano passado, o Global Trade Alert, um estudo desenvolvido pelo centro de pesquisa britânico para políticas econômicas (CEPR, na sigla em inglês), mostrou que o Brasil ocupava a sexta colocação entre os países que mais adotaram medidas tarifárias desde 2008 para criar barreiras comerciais. Mas, ao contrário de outros segmentos, as cervejarias não parecem querer impedir ou limitar a presença dos estrangeiros.

As multinacionais de cervejas, como Ambev e Kirin, têm produção em outros países que chegam ao mercado nacional. E muitas microcervejarias mantêm parcerias com estrangeiras para a troca de informações e receitas. A Bamberg, de Votorantim, homenageia uma cidade da região da Bavária, na Alemanha, tradicional produtora da bebida. Mas a troca tem uma rígida exigência (que é fiscalizada): a cervejaria tem de seguir as leis de pureza alemã e só pode produzir cerveja com 100% de malte. Pedir reserva de mercado, portanto, está fora de questão. “Ninguém pensa em restringir ou bloquear a cerveja importada, apenas ter um mercado com condições iguais de competição”, afirma Alexandre Bazzo, sócio da Bamberg.

O encontro em Brasília vai reunir associações de classe, sindicatos, representantes de importadores, grandes e pequenas cervejarias e os cervejeiros caseiros. O risco de haver um público com interesses distintos é alto. Há o temor que uma parcela considerada radical contrarie e dificulte a aprovação de algumas propostas. O site de VEJA apurou que grandes e pequenos fabricantes se reuniram algumas vezes na primeira quinzena de janeiro para alinhar as propostas e evitar rachas durante o encontro com o Mapa.

Nível de pureza - O receio dos participantes é de que apenas uma proposta divida o grupo: a redução da utilização do malte na fabricação de cervejas para o consumo de massa. Atualmente, a lei exige 55% de cevada na composição da bebida. As grandes cervejarias querem diminuir esse porcentual para, pelo menos, 50%. Um estudo publicado pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) em outubro do ano passado mostrou que as marcas mais consumidas pelos brasileiros têm 45% de milho na composição – limite atual para a mistura do cereal. O aumento do milho na bebida reduziria o custo de produção para os grandes grupos. O problema é que alguns fabricantes exigem a pureza da bebida. Por isso, uma das alternativas é segmentar a classificação da cerveja. Para ser considerada uma cerveja artesanal, a bebida terá um mínimo de 80% de malte. "A cerveja tem de ser pensada de maneira que tanto a popular quanto as super premium possam encontrar seu público", diz Cilene Saorin, presidente da Associação Brasileira dos Profissionais em Cerveja e Malte.

Informalmente, os técnicos do Mapa vinham consultando a apostila de uma associação americana para entender como o mercado global tem se posicionado com os novos tipos e as diferentes composições de cerveja – os Estados Unidos têm a proposta mais aberta de fabricação. É possível que a maior parte desse conteúdo seja utilizado na nova regulamentação brasileira. A expectativa é que ainda este ano as cervejarias brasileiras vejam a aprovação do texto, que precisará passar pela Casa Civil. A tentativa é recolocar o Brasil dentro de um mercado competitivo e evitar situações como a da Colorado, que foi obrigada a modificar a nomenclatura de sua cerveja Appia. Fabricada com mel de laranjeira, a cerveja não se enquadrava na lei devido ao ingrediente. Para ser aprovada, teve de mudar sua denominação para “bebida alcoólica mista”. Na teoria, a Appia deixou de ser cerveja. Mas, nas prateleiras, continua posicionada ao lado das demais cervejas – a maioria, claro, importadas.

Fonte: http://veja.abril.com.br/noticia/economia/governo-quer-mudar-lei-para-estimular-a-fabricacao-de-cervejas-especiais
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