segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Curso de Cervejas


Olá amigos, ex-participantes e interessados em aprender os processos de produção de cerveja em casa: A Vilã Cerveja de Caldeirão apresenta o seu curso de cerveja caseira.


Público-alvo: Pessoas que desejam aprender a produzir de forma artesanal e caseira a própria cerveja.
O curso consiste em 3 encontros, onde será produzida um estilo de cerveja e cada participante terá direito a 2 garrafas de 600ml além da degustação teste.

Cronograma do Curso:

1º dia) 9h às 17h - 24.09.2011
.Tipos e estilos de cerveja
.Apresentação dos ingredientes e equipamentos para produção de cerveja em casa.
.Início da produção: (softwares cervejeiros, formulação, moagem, preparação do mosto cervejeiro para fermentação)
.Almoço no local

2º dia) 9h às 11h - 08.10.2011
. Sanitização de equipamentos
. Preparação do primming (refermentação)
. Procedimentos de envase

3º dia) 14h às 16h - 15.10.2011
. Degustação das cervejas produzidas no curso.

*Os horários poderão sofrer mudanças conforme o desejo conjunto dos participantes.
** grupo máximo de 10 participantes


Investimento: R$ 280,00


Sinal para reserva de 50% do valor do curso.
Esperamos todos! Vilã - Cerveja de Caldeirão.

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Nova Schin

Aleadri tem primeira vitória no caso Schin

Por Daniele Madureira | De São Paulo
Sérgio Castro/AE/Sérgio Castro/AE



Alvo da disputa entre primos, a Schincariol é vice-líder em cervejas do país

A vitória foi modesta, mas relevante por ser a primeira em uma sucessão de perdas. Na terça-feira, a Aleadri, controladora da Schincariol, obteve na Justiça a primeira decisão positiva no imbróglio sobre a sua venda à japonesa Kirin. Por três votos a zero, a Câmara Empresarial do Tribunal de Justiça de São Paulo negou o pedido da Jadangil, minoritária na Schincariol, que solicitava a apreensão dos livros da Aleadri, o aumento do valor da multa imposto à controladora e o fim do segredo de Justiça sobre o caso.


O próximo passo da Câmara Empresarial será julgar a liminar concedida pela 1ª Vara Cível da Comarca de Itu, que no início do mês passado suspendeu os efeitos da venda da Aleadri para a Kirin. O negócio, de R$ 3,95 bilhões, já foi concretizado, mas os japoneses estão impedidos de tomar posse da Schincariol. A Aleadri é dona de 50,45% da empresa, enquanto a Jadangil tem outros 49,55%.

Ainda não está confirmada a data para o julgamento da liminar, que deve acontecer no dia 27 de setembro ou 11 de outubro. Se a liminar for cassada, os japoneses podem assumir a Schincariol. Caso contrário, terão que recorrer ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), o que tornaria a decisão bem mais demorada. Na ação, a Aleadri, dos irmãos Alexandre e Adriano Schincariol, é representada pelo escritório Mattos Filho e, a Kirin, pelo TozziniFreire. A Jadangil - dos irmãos José Augusto, Daniela e Gilberto Schincariol, primos de Adriano e Alexandre - é defendida pelo Teixeira Martins Advogados.

A Jadangil pediu a apreensão dos livros da Aleadri para ter controle sobre eventuais mudanças no comando dessa holding. Segundo apurou o Valor, a Aleadri se tornou uma empresa de sociedade anônima (SA) às vésperas de fechar o acordo com a Kirin. Se continuasse como uma empresa limitada, a Aleadri teria que arquivar na Junta Comercial do Estado de São Paulo qualquer mudança no seu contrato social. Como uma SA, ela não tem essa obrigatoriedade. Dessa forma, as ações da Aleadri - que já foram transferidas à Kirin - podem ser transmitidas a um terceiro, no caso de os japoneses desistirem do negócio.

No recurso à Câmara Empresarial, a Jadangil também pedia o aumento da multa imposto à Aleadri, em caso de descumprimento da liminar concedida em 4 de agosto pela juíza Juliana Bicudo da 1ª Vara Cível da Comarca de Itu. À época, a juíza estipulou R$ 100 mil para cada ato de descumprimento. A Jadangil queria elevar esse valor, assim como tornar o processo público. Hoje, como corre em segredo de Justiça, nenhuma das partes pode comentar o caso. Mas os pedidos foram negados pela Câmara.

Na semana passada, o escritório Teixeira Martins Advogados entrou com ação principal na 1ª Vara Cível de Itu. A ação, que justifica o pedido de liminar, pede a nulidade da venda da Aleadri à Kirin, pelo desrespeito ao estatuto da Schincariol. Segundo apurou o Valor, a ação pede ainda que seja feita uma avaliação do valor da Schincariol, para que os minoritários possam decidir se querem ou não fazer uma proposta para compra da Aleadri. De acordo com especialistas, uma perícia judicial para definir o valor da empresa demoraria, no mínimo, um ano.


quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Desgustação de cervejas

Três experts elegem as 10 melhores cervejas Premium do mundo

Por Patrícia Ruzene
GQ foi atrás de três grandes especialistas em loiras. Na verdade, loiras, morenas, ruivas… A nosso pedido, os cervejólogos (sim, cervejólogos!) Guilherme Balbin, gerente do portal cervejagourmet.com, Arlindo Guimarães, da Amazon Beer, e o mestre cervejeiro e proprietário da Cervejaria Bamberg, Alexandre Bazzo, fizeram cada um a sua lista das melhores cervejas disponíveis no mercado. A partir da escolha deles, filtramos, fermentamos e servimos abaixo, gelada, claro, a nossa lista das Top 10, com o que cada uma tem de especial, dicas de ocasião e harmonização, e preço.

 Fonte: http://gq.globo.com/gastronomia/conheca-as-10-melhores-cervejas-premium-do-mundo/

Microcervejaria Way

Way Beer se prepara para ampliar sua produção

Esta micro cervejaria artesanal Paranaense, localizada em Pinhais, na região metropolitana de Curitiba, fabrica cinco estilos de cervejas diferentes – American Pale Ale, Amburana Lager, Cream Porter, American Lager e Irish Red Ale – e distribui para estabelecimentos comerciais da capital paranaense. 

A Cerveja Way American Pale Ale foi eleita a melhor Pale Ale no 1º Prêmio Maxim de Cervejas Brasileiras. Os lúpulos americanos dão sabor cítrico e amargor agradável àquela cerveja, que é clara, equilibrada e de final marcante. O método Dry Hopping, que é a adição de lúpulo no final do processo de maturação, é utilizado nessa cerveja para lhe dar ainda mais aroma. Amostras desta ampola passaram em Belo Horizonte por meio de uma degustação com o Mestre Evandro que as trouxeram em sua "frodo-mochila".

Obtivemos uma foto do tanque adicional da sala de brassagem de 500 litros que irá aumentar a produção de cervejas consideravelmente. Em breve teremos novidades cervejeiras sobre esta micro no mercado. Em Belo Horizonte algumas garrafas estão no Mamãe Bebidas. Aos apreciadores mineiros, aproveitem! Assino em baixo. 

Para conhecer mais a Way visite o site: http://www.waybeer.com.br/

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Sam's Club

Cervejas Especiais no Sam's

Dia 13 e 14 de setembro o Sam’s Club, atacadista da rede americana Wal Mart, abre as portas para não-associados. O comercial foi ao ar no dia 12 de setembro. A promoção visa angariar novos clientes conhecendo as oportunidades, como associar-se, além de aproveitas das ofertas especiais da rede.

Aos cervejeiros amigos segue a dica: o Sam’s trabalha com uma linha de cervejas especiais, e ao visitar o site da empresa na internet vá à seção “Dicas do Sam”. Lá há um aplicativo linkado ao Fecebook sobre o tema. Trata-se das grandes empresas descobrindo este novo mercado que tanto gostamos.




segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Donau Bier

De pequeno produtor a dono de microcervejaria
por Marli Lima
 
O biólogo Harry Reinerth, filho de suábio, é um exemplo de pequeno produtor que buscou outra atividade devido à limitação do tamanho da propriedade rural.
 
Ele e a família venderam as terras que possuíam e há sete anos fundaram a Donau Bier, uma microcervejaria que atende consumidores do interior do Paraná. Ele foi professor durante 12 anos e o pai, que plantava cevada, deu a ideia de mudar de ramo. A nova profissão foi aprendida por meio de leitura e prática. "Há muita literatura em alemão", diz, sobre o idioma que aprendeu cedo.

Reinerth começou com três tanques e triplicou de tamanho há quatro anos. Hoje tem capacidade para produzir 12 mil litros por mês e, na próxima semana, vai receber outro tanque de mil litros. A empresa faz quatro tipos de chopp e abriu no mesmo imóvel um restaurante alemão. O malte da Agrária usado na bebida facilita a logística e garante a clientela. "Meu pai é o maior fã da cerveja que fazemos", conta. A mãe ajuda na cozinha. A família investiu até agora cerca de R$ 4 milhões e espera começar a ter retorno em 2012.

Embora boa parte dos moradores de Entre Rios tenha ligação com suábios, há casos de pessoas que são de fora e foram beneficiadas por projetos da Agrária. Silvino Claus é um agrônomo gaúcho que planta cevada há 17 anos e é cooperado. Segundo ele, embora tenha custo maior de produção, o grão produz mais que o trigo e paga melhor. "Minha cultura preferida é a cevada", afirma ele, que destinou 70 hectares ao grão. "Tenho preço garantido pela indústria."

Para leigos, é difícil distinguir o trigo da cevada. Claus explica que há diferenças na folha e na espiga. A espiga do trigo tem quatro fileiras de grãos, enquanto a cevada tem dois e é mais comprida. O preço de referência é o trigo, com um bônus garantido pela cooperativa.

Os produtores da Agrária plantaram na última safra 28 mil hectares do grão e colheram 114 mil toneladas. Usam três variedades de sementes da Embrapa. A expansão da cultura é limitada por clima e altitude. Claus ensina que a cevada gosta de temperatura entre 10 e 25 graus, e dá melhor em solos acima de 900 metros do nível do mar. (ML)

Foto: Valor Econômico

Cerveja Artesanal

Minas é o maior produtor de cervejas artesanais
Mercado mineiro tem cerca de 80 cervejeiros caseiros cadastrados
por Helenice Laguardia
Ninguém no Brasil produz tanta cerveja artesanal como Minas Gerais. São 200 mil litros por mês em nove microcervejarias concentradas na região metropolitana de Belo Horizonte, de acordo com levantamento do Sindicato das Indústrias de Cerveja e Bebidas de Minas Gerais (Sindbebidas). Em volume, o Estado ganha do Rio Grande do Sul, que produz 120 mil litros mensais e Santa Catarina, com 100 mil litros.

O diretor do Sindbebidas, Marco Falcone, disse que Minas Gerais está na vanguarda não pelo volume, mas pela quantidade de estilos (tipos) de cerveja artesanal. "Aqui são 20 estilos, ninguém produz tantos", diz Falcone, sócio cervejeiro da Falke Bier.

Com mercado crescente, Falcone diz que a expectativa é de abertura de mais 20 microcervejarias no Estado nos próximos três anos. Ele, que tem fábrica em Ribeirão das Neves, procura uma área em Nova Lima e vai investir R$ 700 mil na abertura da segunda unidade da Falke.

O mercado mineiro da cerveja artesanal tem cerca de 80 cervejeiros caseiros, conhecidos como "homebrew". Juntos, produzem 10 mil litros para consumo próprio e de amigos.

Em Nova Lima, onde 20 produtores fazem cerveja em casa, está Alfredo Lúcio de Lima que faz a VM Bier. Engenheiro durante a semana, cervejeiro no fim de semana, Lima produz 600 litros por mês. "Há uma lei municipal em Nova Lima para ser votada que permite que a fabricação em casa possa ser comercializada na região de Nova Lima e do Belvedere", informa. O objetivo é fomentar o turismo.

O diretor financeiro da Associação dos Cervejeiros Artesanais, Henrique César de Oliveira, diz que a ousadia marca as artesanais. "Usam ingredientes diferentes como o capim limão, coentro, gengibre, açúcar mascavo, com formas diferentes de armazenamento em tonéis de amburana e em adegas especiais subterrâneas", conta.

Nova Lima vai organizar a Uaiktoberfest
Nova Lima quer virar a capital da cerveja artesanal em Minas Gerais e referência em produção no país. Por isso, realiza em outubro - nos dias 7,8 e 9 - a festa da Cerveja Uaiktoberfest. Com música ao vivo, cursos sobre fabricação e harmonização de cervejas, a festa será na praça central de Nova Lima, aberta ao público. Um folheto com a rota das cervejas em Nova Lima está sendo feito e e cervejeiros do Brasil e de fora serão convidados. (HL)


Foto: Leo Fontes

Fonte: http://www.otempo.com.br/noticias/ultimas/?IdNoticia=181742,OTE&busca=cerveja&pagina=1 O tempo 09.09, pág11.
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