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quarta-feira, 10 de outubro de 2012
Trembier 2012
Cervejas artesanais invadem a histórica Tiradentes
Cidade colonial vai receber o festival Trembier, dedicado à bebida
por João Renato Faria | 10 de Outubro de 2012
Polo da gastronomia em Minas Gerais, Tiradentes, a 200 quilômetros de Belo Horizonte, vai se tornar a capital da cerveja artesanal nesta quinta (11). A cidade histórica receberá o festival Trembier, totalmente dedicado à bebida.
Atualmente, Minas conta com dezenove microcervejarias registradas, responsáveis por um volume mensal de produção de 400 000 litros. A maior parte está concentrada na Grande BH."Queremos abrir o caminho para incentivar a produção no interior. Temos ainda poucos festivais e poucas marcas", diz Luiz César Costa, produtor do evento.
As atividades acontecem no Libertas Pátio e na estação da Maria Fumaça, que liga a cidade a São João Del-rei. Na programação, estão confirmados cursos sobre harmonização e gastronomia sustentável e palestras sobre degustação e análise das bebidas. Nos stands, dez cervejarias como Bäcker, Falke, e Wäls comercializarão seus produtos. Destaque da programação musical, a banda Blitz, comandada por Evandro Mesquita, faz show no sábado (13).
Trembier
Pátio Libertas (Avenida Governador Israel Pinheiro, 72) e Estação Maria Fumaça (Rua Antônio Teixeira Carvalho, s/n), Tiradentes. Telefone: (32) 3355-1972. Quinta (11), 19h/1h ; sexta (12) 10h/1h, sábado (13) 10h/1h e domingo (14), 11h/18h. R$ 150,00 a R$ 200,00. A entrada nos stands é grátis. www.facebook.com/TremBierFestival/
Fonte: http://vejabh.abril.com.br/comer-e-beber/bares/cerveja-tiradentes-festival-trembier-704353.shtml
Biergarten Ribeirão
Reenviamos este email porque temos mais um patrocinador confirmado e não podemos omitir informação, não é mesmo? A festa está quase aí! Vamos mandar confeccionar as camisetas - cada uma é feita especialmente para cada convidado e por isso não podemos mais esperar! Portanto, você que ainda não decidiu, tem até amanhã para ir até o Biergarten e confirmar sua presença. Para quem já confirmou: Dia 27 de outubro, a partir das 16h, no Espaço Festa S.A. Rua Maestro Ignácio Stábile, n° 99 Próximo à Pres. Vargas, na rua da antiga Churrascaria Ribeirão |
Veja o mapa: http://goo.gl/maps/C2kJF
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terça-feira, 9 de outubro de 2012
Oktoberfest Blumenau 2012
Oktoberfest Blumenau 2012 - A maior festa alemã das Américas!
Venha desfrutar deste grande evento da cultura alemã, que contará com diversas atrações para público de todas as idades! Muita música, gastronomia, apresentações, chopp em metro, dentre muitas novidades da 29ª edição da Oktoberfest! Início dia 10 de outubro! Serão 19 dias de festa e tradição alemã! Venha participar! #EinProsit
Valores dos ingressos:
...
Nos dias 10 e 28/10: entrada gratuita.
No dia 12/10, aos sábados e aos domingos: ingressos cobrados a partir das 15h. Nos demais dias: a partir das 18h.
No dia 11/10, as sextas e aos sábados: R$ 20,00.
De domingo a quinta (exceto dia 11/10): R$ 6,00.
Meia-entrada: estudantes e pessoas com 60 anos ou mais.
Entrada gratuita para pessoas com traje típico alemão.
Mais informações no site oficial: http:// www.oktoberfestblumenau.com .br/
Venha desfrutar deste grande evento da cultura alemã, que contará com diversas atrações para público de todas as idades! Muita música, gastronomia, apresentações, chopp em metro, dentre muitas novidades da 29ª edição da Oktoberfest! Início dia 10 de outubro! Serão 19 dias de festa e tradição alemã! Venha participar! #EinProsit
Valores dos ingressos:
...
Nos dias 10 e 28/10: entrada gratuita.
No dia 12/10, aos sábados e aos domingos: ingressos cobrados a partir das 15h. Nos demais dias: a partir das 18h.
No dia 11/10, as sextas e aos sábados: R$ 20,00.
De domingo a quinta (exceto dia 11/10): R$ 6,00.
Meia-entrada: estudantes e pessoas com 60 anos ou mais.
Entrada gratuita para pessoas com traje típico alemão.
Mais informações no site oficial: http://
domingo, 7 de outubro de 2012
Cervejas de Minas
A vez das mineiras
Crescimento. Festivais no mês de outubro ressaltam a valorização das cervejas artesanais mineiras, apontadas como de vanguarda por especialistas.
Quando os dias quentes anunciam a chegada do fim do ano e suas tradicionais festas, os fabricantes de cerveja comemoram porque é época de vender muito. Mas, para além das bebidas mais comerciais, uma parte desse mercado anda mais interessada em propagar outro tipo de consumo, faça chuva ou sol: trata-se dos cervejeiros que produzem aquelas feitas artesanalmente, produtos que conquistaram o mercado nacional e, atualmente, atingem seu melhor momento em Minas.
Prova disso é a realização de dois eventos, num mesmo mês, que devem mobilizar o setor. O primeiro, o Festival de Cervejas Artesanais de Tiradentes, começa na próxima quinta-feira, na cidade histórica do Campo das Vertentes. Já a segunda edição do Uaiktoberfestt, inspirado no festival alemão, chega em Nova Lima no dias 19, 20 e 21.
"Esses eventos são fundamentais para a formação de um novo público. E eu digo com segurança: a pessoa que experimenta uma cerveja artesanal percebe que perdeu tempo de vida degustando as industriais, porque as artesanais são mais complexas e saborosas", defende o diretor do Sindicato das Indústrias de Cerveja e Bebidas em Geral do Estado de Minas Gerais (Sindibebidas-MG), Marco Falcone, ele mesmo cervejeiro profissional, sócio da Falke Bier.
Falcone conta que os eventos só foram possíveis após a projeção que o Estado conseguiu em âmbito nacional. "Minas não tem o maior número de produtores de cervejas artesanais, mas estamos na vanguarda porque produzimos o maior número de estilos. A ousadia é o nosso ponto forte", diz.
A diferenciação dos estilos é realmente um capítulo à parte nas cervejarias mineiras. A Inconfidentes, por exemplo, mais nova a conseguir autorização para produção em larga escala, já nasce congregando seis tipos distintos. "Nossa cervejaria é a junção de três grupos de produtores caseiros, Grimor, Jambreiro e Vinil. Temos ao menos 15 receitas de estilos diferentes, mas vamos começar lançando seis tipos, dois para cada marca", conta o empresário Fabrício Bastos.
Atualmente, dentre os estilos mais produzidos em Minas Gerais estão as que englobam o grupo das Ales, de alta fermentação com toques frutados, maltadas, lupuladas e, por isso, mais amargas (só nesse grupo há mais de dez subdivisões), que fazem uma evidente contraposição às brejas mais comerciais do estilo lagers, que congrega as pilsens, mais leves.
Mas, afinal, o que colocou o Estado nesse pioneirismo? Para Falcone, a difusão de pesquisas e de conhecimento histórico é uma das respostas (ele mesmo ministra, ao lado da jornalista Fabiana Arreguy, do programa "Pão e Cerveja", da CBN, um curso de beer sommelier, que já está em segunda edição). Segundo ele, os cervejeiros mineiros buscam resgatar as receitas tradicionais, além da criação de sabores próprios com ingredientes típicos. "Só para se ter ideia, por mais de 2.000 anos, a Europa consumiu cervejas com ervas. Mas as igrejas protestantes barraram isso para minar a força da Igreja Católica, que detinha as especiarias. O que nós fazemos é um trabalho de pesquisa e de redescoberta das cervejas", conta.
Nesse processo, Minas Gerais produz, hoje, rótulos, por exemplo, com toques de café, cacau, jabuticaba. Os produtores caseiros (termo dado pela Associação dos Cervejeiros Artesanais para designar os que não possuem autorização do Ministério da Agricultura para comercializar as bebidas) costumam ser ainda mais ousados, e, em eventos, apresentam bebidas com doce de leite e polvilho, por exemplo.
"As cervejas mineiras são tão boas como as importadas ou até melhores se pensarmos que elas não perdem sabor na viagem", reafirma o proprietário do Reduto da Cerveja, Daniel Cosendey.
Na visão do empresário Juliano Mello, proprietário do bar Rima dos Sabores, que comercializa diversos rótulos de cervejas artesanais, outra característica da personalidade do belo-horizontino tem interferido para o momento de ascensão. "Ao contrário do que falam, o mineiro não é conservador: ele gosta de novidade. Isso estimula que os cervejeiros busquem as novas receitas", acredita. A boa relação entre os cervejeiros é apontada por ele como outro ponto positivo. "O pessoal não amarra informação. Se alguém quer produzir sua cerveja em casa, todos os pequenos empresários vão estimular", diz.
Prova disso é a realização de dois eventos, num mesmo mês, que devem mobilizar o setor. O primeiro, o Festival de Cervejas Artesanais de Tiradentes, começa na próxima quinta-feira, na cidade histórica do Campo das Vertentes. Já a segunda edição do Uaiktoberfestt, inspirado no festival alemão, chega em Nova Lima no dias 19, 20 e 21.
"Esses eventos são fundamentais para a formação de um novo público. E eu digo com segurança: a pessoa que experimenta uma cerveja artesanal percebe que perdeu tempo de vida degustando as industriais, porque as artesanais são mais complexas e saborosas", defende o diretor do Sindicato das Indústrias de Cerveja e Bebidas em Geral do Estado de Minas Gerais (Sindibebidas-MG), Marco Falcone, ele mesmo cervejeiro profissional, sócio da Falke Bier.
Falcone conta que os eventos só foram possíveis após a projeção que o Estado conseguiu em âmbito nacional. "Minas não tem o maior número de produtores de cervejas artesanais, mas estamos na vanguarda porque produzimos o maior número de estilos. A ousadia é o nosso ponto forte", diz.
A diferenciação dos estilos é realmente um capítulo à parte nas cervejarias mineiras. A Inconfidentes, por exemplo, mais nova a conseguir autorização para produção em larga escala, já nasce congregando seis tipos distintos. "Nossa cervejaria é a junção de três grupos de produtores caseiros, Grimor, Jambreiro e Vinil. Temos ao menos 15 receitas de estilos diferentes, mas vamos começar lançando seis tipos, dois para cada marca", conta o empresário Fabrício Bastos.
Atualmente, dentre os estilos mais produzidos em Minas Gerais estão as que englobam o grupo das Ales, de alta fermentação com toques frutados, maltadas, lupuladas e, por isso, mais amargas (só nesse grupo há mais de dez subdivisões), que fazem uma evidente contraposição às brejas mais comerciais do estilo lagers, que congrega as pilsens, mais leves.
Mas, afinal, o que colocou o Estado nesse pioneirismo? Para Falcone, a difusão de pesquisas e de conhecimento histórico é uma das respostas (ele mesmo ministra, ao lado da jornalista Fabiana Arreguy, do programa "Pão e Cerveja", da CBN, um curso de beer sommelier, que já está em segunda edição). Segundo ele, os cervejeiros mineiros buscam resgatar as receitas tradicionais, além da criação de sabores próprios com ingredientes típicos. "Só para se ter ideia, por mais de 2.000 anos, a Europa consumiu cervejas com ervas. Mas as igrejas protestantes barraram isso para minar a força da Igreja Católica, que detinha as especiarias. O que nós fazemos é um trabalho de pesquisa e de redescoberta das cervejas", conta.
Nesse processo, Minas Gerais produz, hoje, rótulos, por exemplo, com toques de café, cacau, jabuticaba. Os produtores caseiros (termo dado pela Associação dos Cervejeiros Artesanais para designar os que não possuem autorização do Ministério da Agricultura para comercializar as bebidas) costumam ser ainda mais ousados, e, em eventos, apresentam bebidas com doce de leite e polvilho, por exemplo.
"As cervejas mineiras são tão boas como as importadas ou até melhores se pensarmos que elas não perdem sabor na viagem", reafirma o proprietário do Reduto da Cerveja, Daniel Cosendey.
Na visão do empresário Juliano Mello, proprietário do bar Rima dos Sabores, que comercializa diversos rótulos de cervejas artesanais, outra característica da personalidade do belo-horizontino tem interferido para o momento de ascensão. "Ao contrário do que falam, o mineiro não é conservador: ele gosta de novidade. Isso estimula que os cervejeiros busquem as novas receitas", acredita. A boa relação entre os cervejeiros é apontada por ele como outro ponto positivo. "O pessoal não amarra informação. Se alguém quer produzir sua cerveja em casa, todos os pequenos empresários vão estimular", diz.
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Degustações ala Americana
Em viajem recente aos Estados Unidos pude saborear umas cervejas da região. O foco foi tomar algumas, sem exageros, pois tomar sozinho também é demais!
Fui para a minha "terra natal" Bolivar, interior de New York tomar uma gelada com a familia que me adotou nos meus tempos de intercâmbio, já nos anos de 1992-1993. Bolivar foi uma terra marcada pela extração do petróleo no início do século passado. É possível ver em algumas propriedades os antigos sistemas de extração e bombeamento. Algumas famílias ainda possuem "cavalinhos" de extração em pleno funcionamento.
Fui para a minha "terra natal" Bolivar, interior de New York tomar uma gelada com a familia que me adotou nos meus tempos de intercâmbio, já nos anos de 1992-1993. Bolivar foi uma terra marcada pela extração do petróleo no início do século passado. É possível ver em algumas propriedades os antigos sistemas de extração e bombeamento. Algumas famílias ainda possuem "cavalinhos" de extração em pleno funcionamento.
Essa espécime ai de cima é uma que comprei é uma beldade do estilo weiss da famosa Sierra Nevada. A cerveja possui bom toque de cevada de trigo e um bom toque aromático de banana e cravo advindos do levedo.
Bacana para manter o bom fim de tarde que tive nos fundos do jardim de casa! Como o mês é marcado nos Estados Unidos como Halloween, tomei uma cerveja de abobora - Pumpking Ale - com aromas sutis do legume.
Casa do Fritz II
Casa do Fritz elabora a tradicional pilsen com requinte
Temos neste exemplar uma cerveja dourada, filtrada, natural e não pasteurizada com notas de malte e leve lupulagem, bem equilibrados. A carbonação é plena o que dá uma potência na bebida.
Recomendo. Saúde!
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