segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Inconfidentes Cervejarias Conjuradas


Grimor, Jambreiro e Vinil se Unem em Forma de Cooperativa

O sonho de 3 produtores passam a se concretizar em um espaço em comum, por meio da criação de uma indústria de cervejas em forma de cooperativa, visando mitigar excessos de custos e criar sinergia entre as marcas, por meio de serviços compartilhados (Shared Services).

Desejamos a ICC sucesso pleno em suas atividades! Trata-se de uma evolução na ACervA Mineira! Grandes cervejeiros, agora numa grande marca!

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Propaganda em cervejas

Propaganda é a alma do negócio, mas não da cerveja.

 
Essa veio do amigo do Blog One Life, All Beers!
 
"O texto abaixo não é meu. Nunca tive problemas com brejas puramente comerciais, mas também dei a sorte de ser doutrinado pelas cervejas de verdade a tempo e não precisei parar com essa maravilhosa bebida.

Como envolve duas coisas que amo - publicidade e cervejas, não necessariamente nessa ordem - acho legal colocar aqui também.
 
Foi publicado na edição 1525 do Meio & Mensagem, de 3 de setembro. Seu autor, Rodrigo Leão é sócio-diretor de criação da Casa Darwin e professor da FIA. E agora, suponho, é também mais um grande entusiasta desta complexa bebida, que vai muito além do que as propagandas mostram. Confira:"
 
"Há alguns anos parei de tomar cerveja. Porque toda vez que tomava eu tinha dor de cabeça, me sentia enjoado e no dia seguinte tinha uma ressaca irritante. “Acho que não me dou bem com fermentados”, era como me justificava diante da incredulidade de amigos, que, de imediato, começavam a suspeitar da garra do meu heterossexualismo.
 
Então, na hora de beber, eu partia pros drinques. Houve a fase hi-fi, a fase gin tônica, a fase Mojito, e assim por diante. Nunca em excesso - dois drinques e ponto. Acordava novinho em folha e não tinha enjoo nem dor de cabeça. Não sentia falta nenhuma da cerveja.

Mas, de uns seis meses pra cá, por influência do meu sócio, Márcio Cócaro, um fã desse tipo de bebida, resolvi experimentar umas cervejas artesanais. Não sou muito de cheirar rolha (sabe, como fazem aqueles caras que manjam de vinho e ficam passando a rolha em frente ao nariz e detectando subtons amadeirados?). Então, durante cada um de seus excelentes churrascos gaúchos, ele me apresentava algumas dessas e falava: “Ah! Essa aqui foi feita por monges Trapistas na Bélgica”, e eu não dava muita bola. “Essa aqui ganhou o prêmio xisipisilonzê...” e eu estava, na verdade, curtindo a direção de arte bem louca do rótulo (que é muito comum nesse segmento).

Até que percebi que não passava mal com aquelas cervejas. “De repente eu sou fresco mesmo e meu corpo só se adapta a artigos de luxo,” pensei. Tudo bem que, de fato, aquelas brejas não se pareciam nada com as redondinhas que a gente normalmente toma por aí. Reparei que só se tomava uma ou duas garrafas numa rodada, mais como um vinho do que como as cervejas que eu conhecia. Mas era curioso perceber como a mesma bebida causava reações tão diferentes no meu corpo.

Até que recentemente começamos a trabalhar para uma premiada cervejaria artesanal e o pessoal que faz a cerveja me explicou a diferença.
A maioria das cervejas industrializadas não é feita para ser uma boa cerveja: é feita para dar o maior lucro. E essa é uma diferença importante no resultado.

Como assim? Assim ó: além de lúpulo, cevada e água, na latinha entram arroz, milho e outros tipos de cereal mais barato. Aí, vai um produto químico pra fazer uma espuma bonita; outro pra ter cor dourada bonita; e outro para o sabor sair homogêneo. Hoje, tem até umas com mais químicos pra você não empapuçar e beber e gastar mais. Ou seja, não era a cerveja que me fazia mal, era o kit “meu pequeno químico” que as empresas usam pra deixar o produto mais lucrativo que me zoava.
Lembrei então de um artigo que escrevi quando tinha uma coluna no jornal Metro em que eu comparava a mentalidade do empreendedor que gosta do que faz e do empreendedor que só gosta de dinheiro. Apresentava-os como o “O Homem do Negócio” e “O Homem de Negócios”.

O “Homem do Negócio” gosta de fazer bem aquele negócio em que ele se meteu: o faz por obsessão, e não por dinheiro, mas acaba ganhando algum porque necessariamente faz muito bem o que se propõe a fazer. Tanto que muitas vezes integra o nome ao próprio negócio. Como meu amigo Eddy do Trombone, o Rogério Fasano ou mesmo o Professor Porsche.O objetivo final é o próprio processo de viver fazendo algo que faz muito bem feito. Na propaganda, costumávamos ter muitos desses.

o “Homem de Negócios” se interessa mais pelas recompensas que um negócio oferece do que no negócio propriamente dito. O objetivo é lucrar, seja vendendo karaokês evangélicos ou vibradores eletrônicos, propaganda ou produtos de arame e plástico. O bom “Homem de Negócios” tende a ficar muito rico pois não importa em que negócio se meta, sempre dá um jeito de ganhar muita grana - faz o que for preciso para lucrar, como, por exemplo, encher a sua loirinha de produtos químicos.

A especialidade do “Homem do Negócio” é criar valor. A especialidade do “Homem de Negócios” é extrair valor. É curioso ver como grandes grupos econômicos internacionais controlam a propaganda que a gente consome e a cerveja que a gente bebe. Eu fico aqui pensando: será que a ressaca que a maioria das propagandas vem me causando atualmente não é causada pelo mesmo motivo da cerveja? Você pode até dizer que eu sou fresco, hipster ou mesmo comunista, mas eu acho muito errado celebrar quem tira mais em lugar de quem acrescenta mais."

Fonte:  http://www.onelifeallbeers.com.br/2012/09/propaganda-e-alma-do-negocio-mas-nao-da.html?utm_source=dlvr.it&utm_medium=twitter

terça-feira, 4 de setembro de 2012

Cerveja do Obama

Cerveja do Barack Obama tem sua receita divulgada pela Casa Branca

A Casa Branca divulgou neste sábado (1º) as receitas das cervejas artesanais tomadas pelo presidente americano Barack Obama. Após pressão popular, o candidato à reeleição optou por publicar o passo a passo das bebidas no blog da Casa Branca.

As cervejas, chamada White House Honey Ale e White House Honey Porter, começaram a ser fabricadas em 2011. Confira como são feitas as bebidas do presidente americano. (Nossos grifos: Veja que eles fabricam com extratos e maltes. No Brasil o Homebrewer - o cervejeiro caseiro- produz normalmente usado 100% grãos de malte).

White House Honey Porter
Ingredientes
1,5 kg de extrato de malte sem lúpulo
320 g de malte Munick
450 g de malte 20 crystal
168 g de malte preto
84 g de malte chocolate
450 g de mel
280 gramas de lúpulo de amargor
20 g de lúpulo com aroma Hallertau
1 pacote de fermento seco Nottingham
3/4 xícara de açúcar de milho para o engarrafamento

Modo de preparo
1. Em uma panela, adicione os grãos para 2,5 litros de água a 75 graus. Misture bem e baixe a temperatura para 68 graus. Deixe a mistura no fogo por 45 minutos. Enquanto isso, esquente dois litros de água a 75 graus, em uma panela grande.
2. Coe a mistura e depois, acrescente dois litros de água quente.  Descarte os grãos e leve a mistura para o fogo.
3. Adicione as 2 latas de extrato de malte e mel no pote. Mexa bem.
4. Deixe ferver durante uma hora. Adicione metade do lúpulo de amargor na marca de 15 minutos, a outra metade deverá ser adicionada aos 30 minutos. Quando já estiver perto da marca de uma hora, acrescente o lúpulo aromático.
5. Separe e deixe descansar por 15 minutos.
6. Pegue 2 litros de água gelada e adicione o fermento seco. Depois, junte o mosto quente. Se necessário, cubra com mais água até chegar à marca de 5 litros. Colocar num banho de gelo para que a temperatura baixe para 23 graus.
7. Deixe fermentar à temperatura ambiente de 3 a 4 dias.
8. Para engarrafar faça uma mistura no fogão com uma xícara de água estéril e ¾ de uma xícara de açúcar priming. Deixe ferver por 5 minutos. Despeje a mistura na cerveja fermentada, coloque o líquido em garrafas e deixe descansar por uma ou duas semanas a 23 graus.

White House Honey Ale
Ingredientes
1,5 kg de extrato de malte light
450 g de extrato seco de malte
370 g de malte crysta lâmbar
250 g Bisquit Malt
450 g de mel
50 g de lúpulo Kent Goldings
50 g Fuggles granulados
2 colheres de chá de gesso
1 pacote de fermento seco Windsor
¾ xícara de açúcar de milho para o priming

Modo de preparo
1. Em uma panela, coloque os grãos em 1,5 litros de água estéril a 68 graus. Deixe ferver por meia hora e depois, retire os grãos.
2. Adicione as duas latas de extrato de malte e extrato seco e deixe ferver.
3. Para o primeiro aroma, adicione a  50 g Kent Goldings e 2 colheres de chá de gesso. Deixe ferver por 45 minutos.
4. Para o segundo aroma, adicionar os 20 g de granulados Fuggles perto dos 45 minutos.
5. Adicione o mel e deixe ferver por mais 5 minutos.
6. Coloque 2 litros de água gelada estéril no fermentador primário e adicione o mosto quente. Cubra com mais água para o total de 5 litros.
7. Deixe fermentar à temperatura ambiente cerca de 7 dias.
8. Passe para um fermentador secundário, e deixe fermentar por mais 14 dias.
9. Para engarrafar, dissolva o açúcar de milho em 2 litros de água fervente por 15 minutos. Despeje a mistura em um balde de engarrafamento vazio. Sifão a cerveja do fermentador por cima. Distribua uniformemente o açúcar priming. Deixe descansar de  duas a três semanas em temperatura ambiente.



Cerveja na Praça


Cerveja na Praça – Segunda Edição  

Encontro cervejeiro para troca de idéias e experiências sobre produção caseira de cerveja e degustação das produções daqueles que puderem levar exemplares de suas bebidas.   Público: membro da ACervA Mineira e entusiastas de cervejas Local: Praça Marília de Dirceu – Lourdes – Belo Horizonte/MG Data: 06 de setembro de 2012 (véspera de feriado). Horário: a partir das 18 horas.

Curso Sommelier de Cerveja Minas Gerais

sábado, 1 de setembro de 2012

Watching You!

Essa é da  Dance para quem curte. Escuto de vez em quando um carinha chamado Paulo Pringles que roda um programa na Jovem Pan, o Planeta DJ, sob a tutela do famoso Crazy MDF Banana. O site dele é bacana www.djpaulopringles.com. O site é uma webradio e por ele é possível conhecer o que está tocando nas paradas mundiais.

Para combinar o momento estou tomando uma Kaiser Bock (o que sobrou na geladeira) e tá valendo, o defumando de sempre. Cervejinha bem feita. O clipe no link é do Kh33n Feat. David Edward - Watching You (Official Video). Kh33n lê-se como "Kheen". https://www.youtube.com/watch?v=4JA1QDFqASU  . Não podemos reproduzir o vídeo, de acordo com as regras do youtube, por isso clique no link!



Video Music

A musica pop abaixo é do Eric Hutchinson. Achei o clip interessante por que nele se destaca um formato meio "powerpoint" de apresentação. O ambiente é bem anos 60, lembrando um pouco os tempos nostálgicos de pin-ups! Bom vídeo!

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