quinta-feira, 21 de junho de 2018
Oportunidade de emprego no setor de cervejas
terça-feira, 5 de junho de 2018
Cervejaria Sátira
Local: Growler Station Cervejaria Sátira (Avenida Nossa Senhora do Carmo, 899, Sion. Belo Horizonte)
Horário de funcionamento:
De terça à sexta: 14h às 21h
Sábado: 10h às 21h. Domingo: 10h às 16h
Telefone: (31) 3166-8999
Aberto ao público
segunda-feira, 4 de junho de 2018
Os 8 pilares das novas marcas cervejeiras de sucesso
Todos os empreendedores cervejeiros querem ter sucesso em seus empreendimentos, seja através da marca pessoal ou corporativa. Mas, grande parte destes empreendedores ainda não percebeu ou tomou consciência do potencial e das possibilidades que o mercado cervejeiro oferece.
O Ebook pode ser baixado gratuitamente no site do Mapa Cervejeiro através do link: http://www.mapacervejeiro.com/empreendedores.
Nos vemos por aí!
Cindra Gomes
Mapa Cervejeiro
ACervA Brasil
Belo Horizonte-MG
XIII Encontro Nacional das ACerVAs
Vice-presidente: Comarú - ACervA Catarinense
Secretário Geral: Chico - ACervA Gaúcha
Secretário Adjunto: Sandro - ACervA ES
Tesoureiro: Duran - ACervA Carioca
Tesoureiro Adjunto: Olivalter - ACervA Baiana
Comunicação: Tati - ACervA Candanga
Evento: Lenir - ACervA Paranaense
Flávio - ACervA Candanga
#avecesarco,#pelosatelite,#acervamg, #acervabrasil
Água na Cerveja
por Rafaela Martins*
Ai vai uma má notícia para os belo-horizontinos: pode faltar cerveja na capital dos bares durante a Copa do Mundo, que começa em 14 de junho. A greve dos caminhoneiros, que já representa uma perda de R$ 11,9 bilhões para a economia de Minas, afetou também as cervejarias artesanais, justamente neste que seria o primeiro Mundial desde que a bebida caiu definitivamente no gosto do consumidor.
Pelo menos 80 toneladas de insumos ficaram presos nas estradas e os estoques para a produção começar a chegar ao fim. De acordo com a Minas Maltes, que fornece malte e lúpulo para mais de 100 cervejarias locais, duas carretas ficaram presas nas cidades de Perdões e Atibaia (SP) e outras duas eram para ter chegado nesta semana, sequer foram carregadas para transporte.
"Estamos zerados e, mesmo que os caminhões cheguem, não vai dar para abastecer todo mundo. Corre o risco de faltar cerveja para a Copa, sim", afirma Michel Mafia, representante da Minas Maltes, que estima um prejuízo total de R$ 300 mil para a distribuidora nas duas últimas semanas.
Por falta de material, a Cervejaria Küd, no Jardim Canadá, em Nova Lima, precisou interromper a produção na última quinta-feira. "Ainda teremos um pouco de chope para a Copa, mas não chega à metade de nossa capacidade. Nossos estoques acabaram e, mesmo que os insumos venham a tempo, a cerveja só ficaram pronta dentro de 35 a 40 dias", explica Bruno Parreira, sócio-proprietário da empresa.
Saiba essa notícia na íntegra em: Jornal Hoje em Dia http://hojeemdia.com.br/primeiro-plano/greve-de-caminhoneiros-compromete-produ%C3%A7%C3%A3o-de-cerveja-artesanal-para-a-copa-do-mundo-1.626169
*Rafaela Matias é jornalista rsantos@hojeemdia.com.br
quarta-feira, 30 de maio de 2018
Clube Jorge & Mateus
Do Rock ao Sertanejo. Isso mesmo. Das garrafas comemorativas ou que enfatizam bandas como Iron Maiden, Sepultura, Skank, Nenhum de Nós, Tianastácia, surgiu por meio da dupla Jorge e Matheus o primeiro clube de cervejas do gênero.
Além dos tradicionais kits, o clube de cervejas promove brindes vinculados à dupla. São sorteios de ingressos a shows da dupla, violões autografados, ingressos para camarotes, encontros com os cantores.
Saiba mais em https://www.clubejem.com.br/
terça-feira, 29 de maio de 2018
Cervejaria Sustentável
O uso responsável da água: Principal produto da cerveja, a
água é o elemento mais aplicado neste tipo de indústria, desde a formação da
bebida até a lavagem de embalagens, máquinas e equipamentos. Um dos processos
em que se mais utiliza a água é o resfriamento do mosto por meio de trocadores
de calor para que este atinja a temperatura ideal de inoculação das leveduras.
O resfriamento rápido, evita a fixação de dimetil sulfeto no mosto, evitando
que a cerveja fique com um gosto vegetal. A água, ao invés de ser descartada, é
enviada para torres de resfriamento e é armazenada em caixas d’água criando um
sistema fechado de circulação interna voltada ao reuso em diversas outras
etapas, como por exemplo, na fase de pasteurização de cervejas. A água de chuva
é também reaproveitada no ambiente fabril, sendo esta utilizada para a limpeza
externa e para molhadura de áreas verdes.
A cevada como fonte de nutrição: O malte de cevada é um dos
principais ingredientes da cerveja. Depois de processada a cevada se transforma
em bagaço. Para a Cervejaria Krug Bier, localizada em Nova Lima, o bagaço de
cevada é enviado para o Seu Carlos, produtor rural que possui uma pequena
fazenda no interior de Minas Gerais. Na propriedade rural, o bagaço é separado
em duas partes. A primeira é reciclada e destinada à fertilização do solo por meio de um
sistema de adubação. A segunda é voltada à alimentação do gado. O bagaço de
malte é ainda aproveitado na própria cervejaria ou ainda por clientes na
confecção de pães onde, ao ser misturado com farinha de trigo especial, produz
excelentes pães do tipo gourmet. (Nota: em grandes indústrias a cevada vem
sendo utilizada como biocombustível, sendo queimada em caldeiras para formação
de vapor).
O aproveitamento de gás carbônico: Durante o processo de
fermentação, o mosto cervejeiro produz gás carbônico, um subproduto originário
da transformação dos açúcares do mosto em álcool. Ao invés deste gás ser
enviado para a atmosfera impactando o efeito estufa, este elemento passa por um
processo de limpeza e em seguida é compactado em cilindros para ser reutilizado
em outras etapas de fabricação da cerveja, seja no processo de sanitização de
barris, seja na extração de cerveja em chopeiras ou ainda no envase ou
embarrilhamento da bebida. Cervejarias de grande porte possuem tecnologia capaz
de comprimir gás carbônico em até 70 bar de pressão, levando-o ao estado
líquido, para ser armazenado em cilindros apropriados.
O emprego eficiente da energia: Toda empresa deve ter o
compromisso de minimizar o consumo de energia, investido em tecnologias e soluções
que possam reduzir seus impactos. Na cervejaria mineira Sátira, o uso de telhas
translúcidas no galpão industrial é uma realidade. Os efeitos são a redução
eminente do consumo de energia elétrica. Em outras cervejarias, a troca de
lâmpadas de vapor de mercúrio ou sódio por lâmpadas de LED (“light emitting
diode”), trouxeram economia de consumo, redução de calor e maior longevidade de
uso, uma vez que este tipo de luz dura em média 50 mil horas e as demais
lâmpadas duram, aproximadamente, 10 mil. A energia solar é também é utilizada
no auxílio do aquecimento da água cervejeira, reduzindo o consumo de gás
natural, este substituto do gás liquefeito de petróleo (GLP).
A reciclagem de embalagens: Diversas cervejarias no país
passaram a praticar a reciclagem visando eliminar desperdícios. A cervejaria
catarinense Lohn Bier, reutiliza as diversas sacas de malte as transformando em
sacolas, feitas por costureiras da região. Após customizadas, elas são
reutilizadas por empregados e clientes. Caixas de papelão, invólucros
plásticos, garrafas, lacres e latas são enviadas para catadores de materiais reciclados
que encaminham para diversas empresas especializadas. Atualmente, o uso de
growlers e sifões (reservatórios de cervejas laváveis que são reenchidos, por
meio de envasadoras específicas) estão sendo utilizados por consumidores,
reduzindo o consumo de garrafas “one way”.
Por fim, outros atos que correspondem à uma Cervejaria
Sustentável são: a prática da ética e a conduta da integridade; a contínua
atenção e prestigio à comunidade, através da geração de emprego, renda e a
formação de profissionais de alta performance, capazes de repensar como são
utilizados os recursos atuais, apresentando inovações cada vez mais
sustentáveis e; acima de tudo, ser um contribuinte de impostos pagando-os ao
Estado e destinando parte destes à projetos sociais, visando a promoção da
cultura, do esporte e da educação, (incluindo a conscientização do consumo
moderado ou seja “beba menos, beba melhor”), firmando a cervejaria como um
membro ativo e bem-vindo na comunidade em que convive e entre os seus clientes,
fornecedores e demais stakeholders, que confiam em seus produtos e nas suas
convicções e crenças. No futuro, uma cervejaria sustentável certamente será
diferencial competitivo de mercado. Vida longa as cervejarias sustentáveis!
Um brinde!
*Henrique Oliveira é escritor, pós graduado em Controladoria e Finanças pela FGV .







