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terça-feira, 28 de outubro de 2025

Práticas sustentáveis

 

Cervejaria de Santos vira a 1ª em SP a zerar impacto ambiental e compensa 32 toneladas de CO₂

Empresa usa energia solar, reaproveita resíduos e créditos certificados para neutralizar emissões de gases poluentes.

Por g1 Santos 26/10/2025

A cervejaria artesanal Santos Cervejeiros, no litoral paulista, tornou-se a primeira do segmento no Estado de São Paulo a conquistar o selo Carbono Neutro. A certificação reconhece empresas que compensam integralmente suas emissões de gases de efeito estufa (GEE).

Ao todo, foram neutralizadas cerca de 32 toneladas de dióxido de carbono equivalente (CO₂e) por meio de ações como reaproveitamento de resíduos, uso de energia solar e aquisição de créditos de carbono certificados (veja mais abaixo).

A auditoria foi conduzida pela AKVO ESG, startup especializada em medição e compensação de carbono. A análise envolveu consumo de energia, uso de gás e transporte de insumos e resíduos.

Para Mariana Nogueira, sócia e gerente de marketing, a conquista reforça o compromisso ambiental da empresa. "Ser carbono neutro vai muito além de obter um selo. É a comprovação de que é possível crescer sem perder a essência artesanal e sem abrir mão da responsabilidade ambiental", afirmou.

Programa de sustentabilidade

De acordo com a cervejaria, a conquista é fruto de um programa contínuo de sustentabilidade implementado desde 2024. Entre as iniciativas adotadas estão:

☀️ Energia limpa: utilização de parte da energia elétrica proveniente de fonte solar por meio de assinatura;

🌱 Gestão de resíduos: reaproveitamento de resíduos orgânicos de grãos de malte para panificação artesanal e compostagem, reduzindo o envio a aterros sanitários;

🌍 Créditos de carbono: compensação das emissões remanescentes com créditos certificados.

Como funciona a certificação

Segundo a empresa, foram consideradas as emissões diretas e indiretas e parte das emissões indiretas do transporte. O levantamento comprovou que a empresa compensou integralmente essas emissões por meio de créditos de carbono certificados, atingindo impacto líquido zero.

Como funciona: empresas ou projetos que reduzem emissões de gases do efeito estufa, com reflorestamento ou uso de energia limpa, recebem créditos de carbono, que podem ser vendidos para outras empresas que precisam compensar suas próprias emissões e, assim, equilibrar seu impacto ambiental.



Marcado de carbono — Foto: Othon Felipe/Rede Amazônica

Fonte e mais informações: Cervejaria de Santos é 1ª do setor em SP a zerar impacto e compensar 32 t de CO₂

sábado, 7 de dezembro de 2024

Heineken ESG

Cervejaria holandesa cria 'floresta em miniatura', em Belo Horizonte

Grupo Heineken promete plantar 19 microflorestas pelo Brasil até 2030

por Maria Antônia Rebouças, do Estado de Minas

O plantio é uma iniciativa da marca de cerveja holandesa Heineken, em parceria com a Prefeitura de Belo Horizonte (PBH) e o paisagista Ricardo Cardim, idealizador do projeto e responsável pela metodologia "Floresta de Bolso", que, desde 2011, busca trazer a dinâmica natural de florestas nativas em florestas menores. Estas podem ocupar (e salvar) pequenos espaços do ambiente urbano.

“Aplicamos a ideia de contenção e cooperação positiva entre as árvores. fazendo um plantio respeitando a ciência, porque não é amontoar árvores. A disposição das espécies é fundamental para que elas cresçam rápido e se ajudem; dessa forma não precisa de manutenção. O solo é preparado para que a vida aconteça de maneira independente”, explicou o botânico e paisagista Ricardo Cardim.

De acordo com a cervejaria holandesa, a ação foi realizada com a ajuda de um mutirão voluntário, que reuniu cerca de 60 pessoas como parceiros do grupo Heineken, colaboradores voluntários e agentes do poder público. (Uma atitude sustentável.)

Cardim destacou que a instalação das microflorestas exige que uma máquina de tração cave um buraco no solo de 1 m: “O solo das grandes cidades é ruim, o trator abre o solo e mistura adubo orgânico para preparar uma terra melhor, onde as raízes das árvores podem crescer à vontade para buscar suas necessidades”.

Fonte: https://www.em.com.br/gerais/2024/12/7005000-cervejaria-holandesa-cria-floresta-em-miniatura-em-belo-horizonte.html

terça-feira, 29 de setembro de 2020

Cultura Ambiental para Consumidores de Cervejas


Cultura Ambiental: Riscos do efeito lupa em garrafas e vidros

Temos que viver uma Cultura Ambiental voltada a aprimorar o nosso comportamento humano. 

Visitando uma empresa próximo a Serra da Moeda (MG) vi várias garrafas atiradas na vegetação seca, correndo o risco do “efeito lupa”, criando uma lente capaz de absorver os raios solares e criando riscos de focos de incêndio. Diversas garrafas reunidas, o cenário é ainda pior. Ao tocá-las, as garrafas estavam extremamente quentes. Como mitigação do risco, retirei os frascos do local.

Em suma: não atire garrafas no meio ambiente. O resultado pode ser devastador. 

Saiba mais sobre efeito da luz solar em vidro pegando foto em: https://gosciencegirls.com/magnifying-glass-fire/ 

#culturaambiental #pelosatelite #arcelormittal #belgobekaert #compliance

 

quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

Crime ambiental em cervejarias

Dono da cervejaria Cidade Imperial, de Petrópolis, é preso por crime ambiental

As viaturas diante da fábrica, na Rua Mosela, no bairro Bingen, em Petrópolis

Uma operação da Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente (DPMA) realizada nesta quarta-feira, em Petrópolis, resultou na prisão de sete pessoas. Segundo a Polícia Civil, caminhões estavam despejando detritos oriundos de uma obra da Cervejaria Cidade Imperial, sediada no município da Região Serrana, em áreas de proteção ambiental. Entre os detidos, está Cléber da Silva Faria, sócio-proprietário da cervejaria.

Durante a ação, agentes da DPMA, em viaturas descaracterizadas, se posicionaram em frente à obra e seguiram os caminhões até o local onde estava sendo feito o descarte do material. Ainda de acordo com informações fornecidas pela especializada, os policiais acabaram encontrando duas imensas áreas de florestas devastadas e até mesmo um rio soterrado.

Foram perseguidos e presos em flagrante três motoristas dos caminhões, bem como um operador de retroescavadeira que desmatava um dos pontos. A DPMA também identificou e prendeu em flagrante o proprietário do terreno devastado, Vander Cunha, e o engenheiro responsável pela obra. Encaminhados à Cidade da Polícia, no Jacarezinho, Zona Norte do Rio, todos — incluindo Cléber Faria — foram liberados após pagamento de fiança.
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