Mostrando postagens com marcador Kaiser Bock. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Kaiser Bock. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 29 de maio de 2024

Qual é a melhor Bock do Brasil?


A Kaiser Bock se foi. Cadê a melhor cerveja Bock do Brasil?

Saiba mais essa história no vídeo a seguir. Estamos procurando a melhor Bock do Brasil. Saiba qual foi a Bock que experimentei. 

Onde está? Diga-me nos comentários!


Um brinde!

#pelosatelite #bock #cervejabock #cervejadeinverno #bockbier


sábado, 12 de julho de 2014

Kaiser Bock 2014


Volta Kaiser Bock!


Como é que pode a nossa Heineken, novata na administração Kaiser mencionar que esse ano passaremos o inverno, seco, ou seja, sem molharmos a boca com uma das mais belas cervejas fabricadas 100% malte em larga escala por um período curto de tempo? Pois é estamos falando da Kaiser Bock

Sempre apresentada pelo saudoso Baixinho da Kaiser, José Valien, sou fã dessa belezura, que possui notas tostadas e defumadas incríveis, conforme mencionei em anos anteriores (http://cervejaavecesar.blogspot.com.br/2013/07/kaiser-bock.html). 

No ano de 2012, coloquei um filme do YouTube com um comercial bacana sobre a Kaiser Bock. (http://cervejaavecesar.blogspot.com.br/2012/06/kaiser-bock.html)  Meu amigo, cervejeiro, escritor e blogueiro Maurício Beltramelli quem deu essa nota, e deixou claro o seguinte: VOLTA KAISER BOCK!

#voltakaiserbock!



#pelosatelite #avecesarco #kaiserbock #kaiser #bock #baixinhodakaiser

sábado, 12 de outubro de 2013

Kaiser Radler


Heineken lança Kaiser Radler, cerveja leve com suco de limão

De baixo teor alcoolico, bebida pode ser consumida até mesmo após atividades esportivas


São Paulo - Sucesso na Europa, a cerveja do tipo Radler é uma receita alemã com baixo teor alcoólico, de apenas 2% (metade de uma pilsen), feita com uma mistura de 40% de cerveja com 60% de suco de limão. Apesar de bem aceita naquele mercado, a categoria ainda não é muito conhecida no Brasil. Nesta semana, a cervejaria Heineken anunciou o lançamento da primeira Radler nacional, que chegará aos mercados como um rótulo da Kaiser.

A cervejaria não confirma, mas a receita do produto parece ser feita sob medida para agradar o público que não aprecia o sabor da bebida tradicional, ou que prefere uma versão mais leve.  "Mais do que ser indicada para determinados públicos-alvo, a bebida é voltada para uma ocasião de consumo, em situações extremo calor, como em churrascos, na praia, em festas na piscina e também ao final da prática de esportes", explica Mariana Stanisci, diretora de marketing de mainstream da Heineken.

De acordo com a cervejaria, o novo rótulo não deve concorrer diretamente com a Desperados, outra cerveja com limão que pertence ao portfólio da companhia. "As duas bebidas possuem propostas diferentes. A Desperados possui 5,9% de teor alcoólico, combinando cerveja com tequila e um toque de limão, e é ideal para momentos de diversão, como 'esquentas' e 'baladas', explica Mariana.

A receita Radler surgiu na região da Baviera, em 1922. Franz Xaver Kugler, que na época era o dono do famoso pub Kugler-Alm, localizado no final de uma pista de ciclismo, recebeu milhares de esportistas sedentos para se refrescarem, como um refrigerante.

Para atender às necessidades dos seus clientes, ele teve a ideia de combinar cerveja com suco natural de limão, batizando a receita de “Radler” (palavra que significa ciclista em alemão), em homenagem aos seus primeiros consumidores.

Desde 2007, 29 rótulos da Cervejaria Heineken ao redor do mundo já ganharam uma versão Radler e, ao final de 2014, serão 44 países a aderir à novidade. 

Fonte: Exame.

segunda-feira, 15 de julho de 2013

Kaiser Bock


{} Já mencionei em artigo no ano passado http://cervejaavecesar.blogspot.com.br/2012/06/kaiser-bock.html e volto a repetir: Kaiser Bock, trata-se de uma cerveja que merece ser melhor observada pelos cervejeiros de plantão. Apresenta notável  aroma e sabor de tostado e defumado advindo dos maltes (Munich?), leve adocicado e espuma de queda lenta, levente "quente", alcóolica. Está bem fabricada (como sempre) mesmo vindo de uma empresa de grande porte. A cor? Linda, vermelho rubi reluzente, cara de boa filtração! 

Espero que a Heineken saiba, mas só por ser puro malte já dá mais um ponto e aumenta o "fator recomedação" dessa cerveja para muita gente que quer tomar algo diferente! E que a mantenha assim, desde os tempos do Sr. Luiz Otávio Possas, criador dessa beldade! 100% malte!

Comprei 24 latas nesse fim de sema que me valeu o momento! A roupagem da lata é nova. Prefiro a roupagem antiga; era mais "inverno", mas enfim. Boa de copo, boa de corpo, aroma e sabor.

Saúde!

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Kaiser

Heineken tenta reduzir rejeição à cerveja Kaiser

Pesquisas encomendadas pela cervejaria mostram queda na reprovação da marca de 14,7% em fevereiro para 4,7% em agosto

 


A cerveja Kaiser é, há décadas, uma espécie de patinho feio. Foi criada em 1982, por Luiz Otávio Possas Gonçalves, para proteger as vendas da Coca-Cola, quando Brahma e Antarctica faziam venda casada: os bares só podiam vender cerveja se comprassem refrigerantes das duas marcas, e não os da Coca. Em 2002, vendida à canadense Molson, as coisas pareciam que iam melhorar. Mas a Kaiser logo deixou de ser foco da multinacional. E, assim, as vendas despencaram e nunca mais se recuperaram. Não houve reação nem mesmo com a mexicana Femsa, que a adquiriu em 2007 e a vendeu em 2010, à Heineken. Agora, nas mãos do quarto dono, a Kaiser parece estar reagindo.

A rejeição à marca, que era de 14,7% em fevereiro, passou para 4,7% em agosto, conforme pesquisas encomendadas pela cervejaria. O segredo da queda de dez pontos é um programa chamado Mundo Cervejeiro, iniciado em agosto e liderado por Mauricio Giamelaro, vice-presidente de vendas da Heineken. A ideia é trazer o distribuidor para dentro do negócio de cerveja, disse.

O programa da Heineken reúne todos os meses representantes dos distribuidores para discutir com eles características do mercado de cerveja, peculiaridades de cada produto e de cada marca. É uma imersão no mundo da cerveja, para que o distribuidor saiba quem é a Heineken, que produto ele está vendendo e assim comunique o que aprendeu ao dono de bar, que passa a usar melhor todo o material de venda e apresenta melhor o produto, disse Giamelaro. Um desses materiais é o porta-copo da Kaiser, com a marca Heineken logo abaixo.

A percepção de que a Kaiser é um produto Heineken e que precisa ter um certo padrão para ser da empresa é algo que programa está conseguindo passar ao dono de bar, disse.

"É a primeira vez que a distribuição se torna responsabilidade da empresa. No tempo da Femsa, por exemplo, a responsabilidade era só produzir e fazer campanhas, explicou Adalberto Viviani, especialista no mercado de bebidas. Essa mudança, segundo ele, pode ser a pedra angular da reversão do negócio da Heineken no Brasil. A empresa precisa disso, pois a Kaiser, mesmo com 4% de participação, representa 80% das vendas em volume da cervejaria. A maior rival, a Skol, da Ambev, tem 33%, segundo dados de mercado.

Fonte: http://veja.abril.com.br/noticia/economia/heineken-tenta-reduzir-rejeicao-a-cerveja-kaiser

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Kaiser bem cervejada


A cervejaria Heineken relança Kaiser com ênfase na tradição cervejeira europeia e com nova identidade visual

Após um ano de pesquisas, a empresa apresenta Kaiser ao mercado com o novo conceito de “cerveja bem cervejada”

A Kaiser caminha para seus 30 anos de existência, e agora passa a ser produzida com a experiência de 145 anos da Cervejaria Heineken. Para marcar esse momento, o relançamento traz uma nova identidade visual e uma campanha que a apresenta como a “cerveja bem cervejada”, disposta a agradar o paladar de milhões de consumidores exigentes, oferecendo aos brasileiros um produto cuidadosamente elaborado. 

Para atingir a receita, que atende aos padrões da tradição cervejeira europeia, com seu amargor com personalidade, aroma pronunciado e espuma cremosa, é necessário um cuidado minucioso que começa com a  seleção criteriosa dos ingredientes. A Kaiser é assim, produzida com lúpulo aromático, água cervejeira cristalina, maltes selecionados e uma exclusiva levedura, desenvolvida especialmente para a Cervejaria HEINEKEN pelo renomado Instituto Doemans, da Alemanha. O processo de produção é rigoroso, com uma fermentação sem pressa e armazenagem extrafria, acompanhado criteriosamente por mestres cervejeiros renomados em todas as etapas.  Além disso, o controle de qualidade é realizado também pela HEINEKEN na Holanda, que recebe mensalmente amostras para análise - o mesmo cuidado que a cervejaria tem com suas principais marcas ao redor do mundo. Um aval forte, poderoso e único que só a Kaiser tem.

“Tudo nesta vida pode ser bem cervejado! Com esta expressão nos referimos a coisas bem feitas, bem elaboradas, momentos bem vividos. É o caso do futebol bem futebolzado, de um abraço bem abraçado ou mesmo de uma explicação bem explicada.” comenta Mariana Stanisci, diretora de Marcas Mainstream da Cervejaria Heineken.

“Da parceria com a Cervejaria HEINEKEN resulta uma cerveja única, que preserva sua essência tradicional e diferenciada, porém agora aprimorada em todos os aspectos” explica Mariana sobre a implicação do novo sobrenome na vida da cerveja Kaiser. “A Kaiser é bem cervejada porque é rica em tudo o que uma cerveja precisa para ter um excelente sabor: ingredientes rigorosamente selecionados, uma fermentação sem pressa e armazenagem extrafria garantem sua espuma cremosa e rica, a refrescância e o prazer de saboreá-la”.

A Cerveja bem Cervejada

O que faz uma cerveja ser bem cervejada é o cuidado com os detalhes para se alcançar a perfeição em cada lata e garrafa de Kaiser. O padrão europeu da Cervejaria HEINEKEN não permite falhas, em qualquer uma das cerca de 850 análises, o produto que não esteja dentro do rigoroso padrão de qualidade é descartado. Além disso, bem cervejada é a cerveja que mantém todas as suas características devido a uma armazenagem extrafria e não tem pressa em sua fermentação, exatamente como a Kaiser, que passa 15 dias em contato com uma levedura importada exclusiva da HEINEKEN. E esse período não é interrompido em nenhuma circunstância.

Fonte e mais informações http://www.agoravale.com.br/agoravale/noticias.asp?id=34290&cod=1

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Palavra de Cervejeiro

Bock com Sabor e História
Por Rodrigo Ferraz*

Durante o inverno, as cervejas mais encorpadas e com teor alcoólico mais acentuado são boas opções de bebidas para harmonização. A do estilo Bock é uma das que se destacam dentro desse grupo, mas antes de falar especificamente dela é preciso reconhecer os méritos de quem deu os primeiros passos na introdução de diferentes tipos de cerveja num país caracterizado por consumir somente pilsen.

Muito antes de termos a produção e a importação de cervejas variadas e artesanais, o empresário mineiro Luiz Otávio Possas Gonçalves trouxe, em 1993 (11 anos depois de fundar a Kaiser), a primeira cerveja do tipo Bock para o Brasil, com o "Baixinho da Kaiser" como garoto propaganda. Hoje com 69 anos, Luiz Otávio, mais conhecido como Tuca, já criou, além da Kaiser, uma marca de água de coco, uma de cachaça, e recentemente, passou também a produzir insetos para alimentar as aves que mantêm no Vale Verde Alambique e Parque Ecológico, em Betim. Sem dúvida, um empresário visionário, de sucesso e que contribuiu de forma expressiva para o mercado cervejeiro nacional.

Com um teor alcoólico maior e seu forte sabor de malte, a bock é também mais escura e encorpada do que a pilsen. É uma ótima opção de acompanhamento para pratos com carne vermelha, salmão, massas com molhos picantes , além de queijos e doces, provando que a combinação entre o clima frio de julho e uma boa cerveja, além de possível, pode ser bastante interessante.

A bock surgiu na cidade alemã de Einbeck, mas há explicações diferentes para a sua origem. Uma delas diz que, em troca do pagamento de impostos, os cidadãos comuns foram autorizados a produzir a bebida, diferentemente do que ocorria em outras cidades onde só os monges controlavam a produção. A cerveja ganhou fama, começou a ser exportada e, para não prejudicar a sua qualidade durante as viagens, passou a incorporar mais álcool. O nome teria surgido da própria cidade. Einbeck, mas com os sons do dialeto local virou “Oanbock”, logo reduzido para bock.

Outra versão da história diz que a produção começou com os próprios monges, que faziam uma bebida mais forte para suportar os longos períodos de jejum. Como na Europa a época do frio coincide com os meses regidos pelo signo de capricórnio, o bode foi adotado como símbolo da cerveja. Além disso, bock, em alemão, significa “bode”.

Fato é que atualmente esse tipo de cerveja é apreciado e reconhecido mundialmente. Embora o teor alcoólico médio fique entre os 6% e %7, pode chegar até 13% de álcool. Há, ainda, tipos mais claros e com sabores diferenciados. Na Alemanha, principalmente, podem-se encontrar essas variações com mais facilidade.

Então, aproveite o inverno e um brinde à nossa bock!

(*) Rodrigo Ferraz é empresário, proprietário do Haus Muchen, de Belo Horizonte. Esse entende bem de cervejas!
Fonte: Estado de Minas, domingo, 10.07.2011, página 4.
Real Time Web Analytics