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segunda-feira, 23 de março de 2026

Baly Zero

 

A Nova Linha Baly Zero: Sabor, Inovação e Energia Sem Açúcar

A Baly Brasil, reconhecida como a maior marca brasileira de energéticos, está ampliando sua presença no mercado com o lançamento da maior linha de energéticos zero açúcar do país. A iniciativa faz parte do movimento “Baly Zero”, que reforça o compromisso da marca em democratizar o acesso a bebidas energéticas mais saudáveis, sem renunciar ao sabor característico que conquistou milhões de consumidores.

A nova linha Baly Zero chega com um portfólio robusto, pensado para atender diferentes perfis de consumidores e momentos de consumo. No total, serão comercializados: 8 sabores Zero na embalagem de 1 litro e 250 ml e 10 sabores Zero em latas de 473 ml. Essa variedade faz da Baly a marca com maior diversidade de energéticos zero do Brasil, ampliando suas possibilidades de consumo desde atividades físicas até rotinas de trabalho e lazer.

Um dos principais pilares da linha Zero é oferecer bebidas sem residual de adoçante, característica frequentemente apontada como barreira para consumidores de produtos sem açúcar. Pesquisas citadas pela marca indicam que 41,7% dos consumidores desejam que versões zero mantenham sabor semelhante ao original, um desafio que a Baly busca superar com fórmulas mais equilibradas e adaptadas ao paladar brasileiro.

Além disso, a marca aposta em lançamentos criativos, como o Baly Tadala, que virou fenômeno de vendas ao unir irreverência cultural e performance energética.

A expansão da linha Zero reforça o DNA inovador da Baly, que desde 2021 acompanha de perto as mudanças de comportamento do consumidor e a crescente busca por opções de menor teor calórico. A empresa também investe em experiências de marca, levando à Super Rio Expofood 2026 uma cenografia inspirada na cultura brasileira para apresentar seus novos produtos.

quinta-feira, 1 de junho de 2023

Xaropes e não-alcoólicos Monin


Monin lança pedra fundamental na cidade de Itu, interior de São Paulo e promete um investimento na ordem de R$350 milhões


Você gosta de um belo coquetel? Eu também. E para celebramos de perto a empresa francesa Monin acaba de investir R$350 milhões na cidade de Itu. 

Primeiro empreendimento na América do Sul, a fábrica especializada na produção e comercialização de xaropes e essências decidiu vir para o Brasil para ficar. A pedra fundamental foi lançada essa semana e contou nada menos que seu CEO, Olivier Monin.

A empresa foi fundada em 1912, por seu avô, GeorgesMonin. Na década de 1980, Olivier, que estava trabalhando no Crédit Agricole nos Estados Unidos, foi convocado para tocar os negócios da família empresária. Focada em soluções de drinks não-alcoólicos, Olivier virou a própria mesa. Ajustou a gestão e expandiu a marca para o mundo, com a criação de um leque de produtos a base de insumos naturais.

Essa será a oitava fábrica e irá expandir os negócios na América Latina, num empreendimento que será instalado num terreno de 132 mil metros quadrados. A Monin está próximo à fábrica da Heineken, e não está por lá à toa: a água na região é de boa qualidade, fundamental para a fabricação de produtos, segundo narrou Alexandre Boyer, Diretor Geral da Monin no Brasil.


As parte comercial está a cargo do profissional e Diretor Thiago Zanon. Esse é responsável em fazer acontecer em bares, restaurantes, delicatessens e pontos de vendas especializados, bem como treinar e apresentar para quem entende do assunto, como bartenders e mixologistas. Para o público em geral, essa é mais uma opção para experimentar drinks incríveis.

Apesar dos produtos Monin já serem servidos no Brasil, por meio de importação, a fábrica ficará pronta em 18 meses, de forma a dizer "Monin, made-in-Brazil".

Seja bem vinda Monin e sucesso pleno em sua jornada.

Saiba mais em https://neofeed.com.br/negocios/empresa-francesa-de-xarope-investe-r-350-milhoes-no-brasil-e-ela-quer-brindar/


domingo, 3 de abril de 2016

Mercado Nacional de Cervejas

Produção de cerveja no Brasil cai 18% em março e 7% no trimestre

A produção de cerveja no Brasil caiu cerca de 20% em março sobre o mesmo período do ano passado, ficando também abaixo do volume produzido em fevereiro e registrando o desempenho mais fraco para o mês desde pelo menos 2011, segundo dados disponibilizados pela Receita Federal.
Publicidade Ambev - cerveja (Foto: Divulgação)Publicidade Ambev - cerveja (Foto: Divulgação)
A indústria, que é liderada pela Ambev, produziu em março 9,170 milhões de hectolitros, uma queda de 18% sobre um ano antes e de 19% sobre fevereiro. Com isso, o setor acumulou no trimestre queda de 6,7% na produção, a 33,4 milhões de hectolitros, destaca a Reuters.
Paulo de Tarso Petroni, diretor-executivo da CervBrasil (Associação Brasileira da Indústria da Cerveja), lembra que em fevereiro, a produção já tinha registrado queda de 3% na comparação com janeiro e de 2,7% em relação a fevereiro de 2015.
"A situação deteriora-se ainda mais. As dificuldades econômicas permanecem. A redução da renda disponível do consumidor se acelera. O cenário permanece com elevado nível de incertezas e baixa confiança dos consumidores", afirma.
Segundo o executivo, os custos das empresas tem sido pressionados por fatores com inflação, câmbio e aumentos tributários em vários estados brasileiros. "As eventuais decisões das empresas de repasse aos preços finais impactam fortemente os volumes comercializados, como pode-se comprovar com estes dados prévios de março", acrescentou.
Para analistas do BTG Pactual, as perspectivas de crescimento do setor no Brasil continuam desafiadoras, com a situação macroeconômica pesando sobre a renda disponível dos consumidores.
"Reiteramos o neutro no papel, lembrando que crescimento é um dos principais catalisadores de criação de valor da companhia", disseram os analistas em nota a clientes em referência às ações da Ambev, que tem participação de quase 70% do mercado brasileiro de cerveja, segundo informa a Reuters.
Ainda segundo os dados da Receita Federal, a produção de refrigerantes em março também caiu, recuando 5,4% sobre um ano antes. Sobre fevereiro, porém, houve crescimento de 4,8%. No trimestre, a categoria acumulou produção de 35,1 milhões de hectolitros, 7,7% abaixo dos três primeiros meses de 2015.

terça-feira, 22 de março de 2016

Fabrica de Bebidas e Garrafas Açoreana

Vídeo antigo mostra o processo de fabricação de garrafas e refrigerantes em Minas Gerais

Durante minhas pesquisas em torno de meu segundo livro que narra a história da cerveja em Minas, normalmente me deparo com surpresas inimagináveis. No meio dessas pesquisas, encontrei um vídeo bacana postado pelo historiador Julio Cesar Fleming Seabra que mostra o progresso da indústria de bebidas na cidade de Passa Quatro, Estado de Minas Gerais. (A cidade chegou a ter 6 fábricas de refrigerantes. Atualmente, há a empresa Cibal, produtora do refrigerante Guaranita.) 

O vídeo abaixo refere-se a Indústria de Bebidas Açoreana. A empresa tinha a própria vidraria, que produzia garrafas de diversos tamanhos. Uma marcenaria para corte e montagem de engradados de madeira. Havia linhas de envase e outros equipamentos modernos para época. A Açoreana produzia o Refrigerante Rádio, querido pela garotada.

É um filme pequeno, porém riquíssimo para a história de Minas.

Assista! Vale a pena!


segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

Industria Brasileira de Bebidas



Pernambuco terá uma nova cervejaria, com investimento de R$ 118,4 milhões

O polo cervejeiro de Pernambuco - integrado por grandes companhias do setor - vai ganhar um concorrente local. A IBBEB Indústria Brasileira de Bebidas vai investir R$ 118,4 milhões na implantação de uma fábrica no município de Igarassu, no Grande Recife. 

Comandado pelo empresário Carlos Pessoa de Queiroz - com expertise no setor sucroalcooleiro -, o empreendimento tem previsão para começar a operar em 2018, com a geração de 225 empregos. O anúncio foi feito ontem, durante a quarta e última reunião do Conselho Estadual de Políticas Industrial, Comercial e de Serviços (Condic), que aprova incentivos fiscais para projetos no Estado.

“A ideia dos investidores é antecipar a comercialização do produto para tornar a marca conhecida antes da instalação da indústria. A empresa está fazendo estudo de localização para identificar as plantas de cerveja no Nordeste que podem ser parceiras na terceirização da produção. Se for fechada a parceria, a proposta é iniciar as vendas no segundo semestre de 2016”, observa o consultor Marcio Borba, responsável pelo projeto.

A proposta da IBBEB é fabricar, cerveja, chope, refrigerante e outro dez tipos de bebidas. A aposta inicial será na cerveja, que teve a marca batizada de Umma. A indústria terá capacidade para produzir 1 milhão de hectolitros de cerveja e chope e 1 milhão de hectolitros de refrigerantes. Quando estiver em plena operação, a planta terá faturamento R$ 463 milhões. Os 225 empregados serão contratados na fase de teste para a implantação, prevista apenas para 2016. A empresa ainda não informa quais são as categorias profissionais, mas as indústrias do setor costumam contratar operadores de máquinas e pessoal de logística e de vendas.

Márcio Borba conta que o projeto vinha sendo estudado desde 2011 e que só saiu do papel quando foi concluída a estrutura de capital. A concorrência é acirrada no setor cervejeiro, com pesados investimentos em marketing e tecnologia. A última cervejaria pernambucana que tentou competir nesse mercado foi a Frevo, que acabou fechando. A IBBEB ainda não informou qual será seu posicionamento de mercado. O produto vai começar sendo vendido em Pernambuco e depois chega aos demais Estados do Nordeste.

O secretário estadual de Desenvolvimento Econômico, Thiago Norões, comemorou o resultado do ano, apesar do cenário adverso. “Aprovamos R$ 620 milões em projetos e atraímos outros que ainda vão passar pelo Condic, a exemplo da Unilever e da Mineradora Floresta”, destaca.


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