domingo, 25 de janeiro de 2026

O Segredo das Marcas da Ambev

 



O segredo das marcas da Ambev por Daniel Wakswaser

Marketing é sobre aproximar pessoas das marcas e trazer mais gente para a categoria.

No Podcast do Flow, elaborado por Igor Coelho, Daniel Wakswaser, mais conhecido por Dani Waks conta como, na cerveja, isso significa ir além do churrasco com amigos: ela pode estar em um jantar sofisticado, em momentos em que você não quer álcool com a versão zero, ou em opções com menos calorias (low carb) para quem busca equilíbrio. Esses são apenas alguns exemplos de como a categoria pode se expandir. Mais ocasiões, mais pessoas, mais possibilidades. 

Assista o vídeo e tome nota do que o Vice Presidente de Marketing da Ambev tem a dizer sobre marcas.

Fonte: https://lnkd.in/dQUrmubd

Ozempic e as mudanças de hábito de consumo

 


Ozempic calou o estômago e ligou o alerta no varejo

 Eles começaram como medicamentos para controle glicêmico. Viraram febre para emagrecimento. E agora? Estão reescrevendo o roteiro do consumo em escala global. Segundo o Morgan Stanley, o uso de GLP-1 (como Ozempic e Monjauro) já reduz de 20% a 30% a ingestão calórica diária. Mas o que isso significa em dinheiro?

Queda de 3% no consumo de refrigerantes, snacks e produtos de padaria. Restaurantes fast-food projetam retração de 1% a 2% nas vendas. Consumidores em uso de Mounjaro reduziram 2,5% do consumo de fast-food. O Ozempic já derrubou 1,5%. (Com base no artigo de Patrícia Raposo, colunista da Movimento Econômico, esse efeito tem desacelerado o consumo de cerveja, alavancado também com uma inflação persistente e perda de renda disponível. No Brasil, o aperto orçamentário das famílias se soma ao crescimento das apostas esportivas, que tem absorvido parte de gastos com lazer.)

Se antes o problema era comer demais, agora o mercado lida com o oposto: gente que simplesmente não sente mais fome. O impacto já aparece no valuation de gigantes como o 🍔 McDonald’s, a 🍫 Hershey’s e a 🥤 PepsiCo.

As ações dessas empresas vêm sofrendo oscilações, pressionadas por mudanças comportamentais e por uma nova cultura que valoriza performance acima de prazer imediato. E no Brasil? A demanda por medicamentos com GLP-1 explodiu: As vendas de Ozempic cresceram mais de100% em 2023, segundo dados da IQVIA. O Brasil já é o 2º maior mercado global para medicamentos à base de semaglutida, atrás apenas dos EUA. Segundo a Anfarmag, a busca por GLP-1 manipulado também cresceu mais de 400% em farmácias de manipulação em 2023. Varejistas de ultraprocessados reportam queda de sell-out em SKUs indulgentes em bairros de maior renda.

O setor de alimentos viu um aumento de 13% nas buscas por “proteína” e “funcional”, no Brasil só no último semestre (dados Google Trends). E marcas como Habib’s, Subway e Bob’s já anunciaram reformulações nos cardápios com foco em produtos proteicos, low carb e saudáveis.

Enquanto isso, as academias viram o novo “pub”. Usuários de Mounjaro dobraram a frequência de treino e redes fitness crescem mais de 50% em novos alunos. Estamos diante de um culto à performance, com dopamina limpa e whey no copo. Nas manhãs, o “coffee party” substitui a balada. Smoothies, brunches e cafés agora ditam o networking: mais serotonina, menos ressaca.  O Álcool também entrou na roda. Só 62% da geração Z abaixo dos 35 anos ainda bebem. 38% trocaram festas por meditação. E a queda no consumo é brutal: Boomers: US$ 25B; Gen X: US$ 23.1B; Millennials: US$ 23.4B; Gen Z: US$ 3.1B (Fonte: Statista).

No pano de fundo, o mercado de wellness já vale US$ 6,3 trilhões. Mas o ativo mais valioso de todos agora é outro: atenção focada, corpo afiado e cérebro calmo. Afinal de contas, quem perde? As marcas que vendiam impulso, prazer e gula. E quem ganha? As que entregam longevidade, clareza mental e autonomia.

Se até McDonald’s, Hershey’s e Pepsi estão sentindo o baque, imagine o que vem por aí. O consumo está mudando rápido. A pergunta é: sua marca vai acompanhar ou vai emagrecer junto?

Fonte: https://www.linkedin.com/posts/robertaterra_ozempic-calou-o-est%C3%B4mago-e-ligou-o-alerta-activity-7334218053930369026-7tRy?utm_source=share&utm_medium=member_desktop&rcm=ACoAAAQjwpcB3jgdanI4FOWx82vkvvNXe1t7txI 

sexta-feira, 23 de janeiro de 2026

Abrasel 40 anos

Abrasel completa 40 anos e reforça legado de atuação nacional pelo setor 

A Abrasel completa 40 anos em 2026 celebrando uma trajetória construída ao lado de quem empreende no setor de alimentação fora do lar. O que começou como união para enfrentar problemas comuns virou uma rede nacional com presença em mais de 1.200 municípios. Hoje, são mais de 30 mil negócios associados e um compromisso renovado com um Brasil mais simples, seguro e próspero para empreender.

 A Abrasel nasceu pela vontade de organizar o jogo, defender o setor e criar o legado para que bares e restaurantes tivessem voz na rua, nas mesas, nas cidades e nas decisões que moldam o ambiente de negócios.

 Uma história construída “na rua”, com governança e gestão

Criada por empreendedores, a Abrasel cresceu mantendo o foco na realidade do setor e ampliando a capacidade de articulação. Ao longo das décadas, aprimorou governança, instituiu planos estratégicos nacionais e consolidou rotinas de gestão, fortalecendo a coordenação entre seccionais e regionais. Surgiu com o objetivo de garantir coerência nacional com resposta local, sem perder o vínculo com as bases e com o cotidiano dos negócios.

Com métodos de gestão mais consistentes, a entidade ampliou sua capacidade de entrega, conectando empresários, poder público e parceiros em iniciativas que fortalecem o setor e ajudam a destravar obstáculos históricos. Isso porque exerce um duplo mandato de representar e desenvolver o setor.

 Atuação decisiva para o ambiente de negócios

Ao longo dos 40 anos, a Abrasel trabalhou para a modernização das leis trabalhistas — incluindo contribuições para a regulamentação do trabalho intermitente e da lei das gorjetas —, e na da defesa pela ampliação dos limites do Simples Nacional.

 A entidade também atuou para reduzir distorções que pesavam no caixa do empresário. Entre as ações, está a pressão que levou o Banco Central a regular o mercado de meios de pagamento, reduzindo taxas abusivas cobradas por operadoras de cartão, e a atuação para preservar o parcelamento sem juros, instrumento relevante de competitividade do setor.

 No campo regulatório, participou de discussões ligadas à Lei da Liberdade Econômica e ao Selo Arte, voltado ao fortalecimento de pequenos produtores e à expansão de oportunidades no mercado.

 Durante a pandemia de COVID-19, em 2020, a entidade assumiu papel central na defesa de medidas emergenciais e na proteção do setor, conquistando a flexibilização temporária de salários e jornadas, que garantiu a sobrevivência de milhares de negócios. Também participou da elaboração de protocolos sanitários e da articulação para que o setor fosse reconhecido como atividade essencial.

 Mais recentemente a Abrasel lançou o Conexão Abrasel, um ambiente digital que reúne soluções práticas para aumentar a produtividade, melhorar a gestão e acelerar o crescimento dos negócios no setor de alimentação fora do lar.

 Nele aos gestores podem realizar uma autoavaliação detalhada de seus negócios e, com o apoio de inteligência artificial, construir um plano de crescimento personalizado. Além disso, o empreendedor tem acesso a dados sociais e de mercado por região, análise do preço médio dos principais itens do cardápio e recurso para medir a satisfação dos clientes.

 Cidades mais humanas e um novo ciclo de crescimento

Os 40 anos também consolidam a visão política-urbana da Abrasel, expressa no Manifesto Simplifica Brasil, que reforça o papel dos bares, cafés e restaurantes como pontos vitais da vida urbana. Cidades mais humanas e seguras começam na valorização dos espaços de convivência.

 O foco para os próximos anos é ampliar presença, fortalecer iniciativas em favelas, apoiar a sustentabilidade dos negócios e construir soluções concretas para gestão, caixa e competitividade dos negócios.

 As quatro décadas coincidem com um novo ciclo de expansão e fortalecimento, e a mensagem é simples: não é ponto de chegada, é ponto de partida. A história segue com presença, articulação e trabalho diário para que o setor continue sendo um dos segmentos mais vibrantes da economia brasileira.

 A presidente do Conselho de Administração da Abrasel, Rosane Oliveira, destaca a confiança do setor e reforça o compromisso com a representação e o desenvolvimento dos negócios. “Chegar aos 30 mil associados tem um peso enorme, é a prova de que os empreendedores se reconhecem em nós e querem caminhar junto. E isso aumenta a nossa responsabilidade de representar o setor com firmeza, mas também de entregar desenvolvimento de verdade. A Abrasel tem trabalhado na defesa de um ambiente de negócios mais simples e seguro, através da construção de ferramentas, projetos e parcerias que ajudem o empresário. Esse marco mostra que estamos no caminho certo e que o setor quer seguir avançando de forma coletiva”, comenta.

Desejamos vida longa à Abrasel.

quinta-feira, 22 de janeiro de 2026

Monges, Monastérios e a Cerveja

 

A Influência dos Monges, Monastérios e Abadias na História e Cultura da Cerveja

A história da cerveja na Europa — especialmente a partir da Idade Média — está profundamente entrelaçada à vida monástica. Os monges não apenas preservaram conhecimentos de fabricação durante séculos turbulentos, mas também elevaram a cerveja à categoria de produto refinado, padronizado e culturalmente significativo. Até hoje, muitas das cervejarias mais respeitadas do mundo carregam o legado desses religiosos.

Durante a Alta Idade Média, a Europa enfrentava instabilidade política, guerras, epidemias e escassez de registros escritos. Os monastérios se tornaram centros de preservação do conhecimento — copiando manuscritos, estudando agricultura e desenvolvendo técnicas artesanais. Entre essas atividades, destacava-se a produção de cerveja. Por que os monges fabricavam cerveja?

Tratava-se de segurança alimentar: a água muitas vezes era insalubre; ferver para produzir cerveja tornava o líquido mais seguro. A cerveja servia de sustento econômico, pois podia ser vendida ou trocada, financiando as ordens e as abadias. Adicionalmente, a cerveja era elemento de hospitalidade, ou seja, as Abadias eram obrigadas a oferecer abrigo e alimentação a viajantes — a cerveja era parte essencial dessa acolhida. Havia também uma questão de sustentabilidade ou autossuficiência, pois a vida monástica exigia que os mosteiros produzissem tudo que consumiam.


Inovações dos Monges na Produção Cervejeira

Os monges foram responsáveis por várias melhorias fundamentais no processo de fabricação. O uso sistemático do lúpulo era um desses itens. Embora o lúpulo já fosse conhecido, foram os monges — especialmente os beneditinos e, depois, os cistercienses — que consolidaram seu uso para melhorar o sabor, ampliar a conservação de cerveja e equilibrar a doçura do malte. Essa prática substituiu misturas aleatórias de ervas conhecidas como gruit.

Graças a escrita, os monges efetuaram a padronização das receitas cervejeiras. Os monastérios registravam detalhes das brassagens, criando padrões que aumentavam a consistência, a qualidade e o controle sobre os ingredientes. Essa prática foi essencial para tornar a cerveja um produto mais estável. Com padronização, houve a organização da produção, (método). A vida monástica, com horários e tarefas regimentadas, permitiu que as atividades na cervejaria aumentassem a escalas de produção, a divisão de funções e o controle de estoques e tempos de fermentação.

Alguns monastérios produziam diferentes tipos de cerveja: uma mais leve para os monges (praticamente para o consumo diário), uma mais forte para hóspedes e versões robustas para ocasiões especiais.

Interface gráfica do usuário, Site

O conteúdo gerado por IA pode estar incorreto.

Essas cervejas são altamente valorizadas por características típicas, como a fermentação em garrafa, o uso de leveduras complexas que geram aromas secundários, destacando sabores frutados e condimentados.

 As Receitas Monásticas e Suas Características

As receitas tradicionais desenvolvidas pelos monges combinam o uso de maltes ricos, a adição generosa de açúcar ou candy sugar, bem como a fermentações em temperaturas mais quentes (ale) e o uso de leveduras com perfis aromáticos marcantes.

 A Influência dos Monges na Cultura Cervejeira Moderna

Atualmente, o papel dos monastérios na modernidade é marcado pela tradição e história. Os mosteiros mantêm técnicas históricas, preservando processos que remontam aos séculos XI–XIV. Suas produções apresentam excelência em termos de qualidade mundial que inspiram milhares de cervejarias ao redor do mundo a seguirem os seus passos, por meio de suas receitas milenares, por meio de estilos como Dubbel, Tripel, Quadrupel, Blonde Ale Belga, Belgian Strong Golden Ale, Kriek, entre outras.


Adicionalmente, Monastérios, monges e ordens geram curiosidade e contemplação. Nesse sentido, o turismo cervejeiro cresce em torno das abadias e suas marcas. Cervejas monásticas se tornaram símbolos da identidade belga e europeia, movimentando pequenas cidades e mantendo empregos. Um legado a ser seguido, ou melhor, o legado monástico é, sem dúvida, um dos pilares da cultura cervejeira mundial.

Abaixo, apresentamos um verdadeiro embaixador da cerveja belga, Mauro Manzali, da ACervA Mineira, criador do aplicativo Brasil Beer Guide, visitando a sede da Abadia La Trappe. Para conhecer mais sobre as abadias consulte-o em seu Instagram @mauromanzali. Mauro, certamente, possui exemplares de cervejas trapistas especialíssimas para os interessados no tema. (Vide comentários abaixo.)

Apresentamos, também , um livro sobre o jeito dos monges fomentarem o negócio: Os Segredos Empresariais dos Monges Trapistas: um CEO Encontra um Modo Surpreendente de Liderança e Sucesso nos Negócios | Amazon.com.br

Fotos: IA/Wikipedia/Mauro Manzali (acervo pessoal)

Corona Cerveja

 


Brand Finance registra reconhecimento da marca Corona em 2026

Retransmitimos a mensagem de Felipe Baruque, Vice-Presidente de Suprimentos e Sustentabilidade da Ambev.

"Hoje celebramos mais um reconhecimento para Corona. Ela acaba de ser eleita, pelo terceiro ano consecutivo, a marca de cerveja mais valiosa do mundo no ranking global da Brand Finance.

 No Global 500 2026 Report, a marca mantém a liderança da categoria de cervejas e segue entre as mais valiosas do mundo. Aqui no Brasil, o portfólio premium continua crescendo com consistência, e Corona está entre as marcas que mais impulsionaram essa expansão.

 Estamos muito orgulhosos desse reconhecimento, resultado de um ecossistema que une inovação e tradição alinhado aos novos comportamentos do consumidor brasileiro.

 Ele também reflete a presença da marca em momentos de conexão com o público, em diferentes ocasiões, dos encontros ao ar livre com música, esporte e natureza à atuação em plataformas globais, como os Jogos Olímpicos e a WSL, além da criação de experiências proprietárias, como o Todo Mundo no Rio, sempre com um compromisso consistente com a sustentabilidade.

 No fim do dia, Corona segue fazendo o que sempre fez de melhor: convidar as pessoas a desacelerar, se reconectar e aproveitar o agora. Vamos juntos construindo". Cheers!

Outras marcas do segmento de bebidas que foram apontadas no ranking 500 da Brand Finance. Entre elas Coca-Cola, Starbucks, Pepsi, Red Bull, Vinho do Pântano e Dr Pepper. Estreou na lista Nescafé.




Fonte: https://www.linkedin.com/posts/felipe-baruque_maisrazaelesparabrindar-activity-7420097156520452096-7PhG?utm_source=share&utm_medium=member_desktop&rcm=ACoAAAQjwpcB3jgdanI4FOWx82vkvvNXe1t7txI

 #MaisRazõesParaBrindar. #pelosatelite

 



Spaten Duelos

 

Ave Cesar Movies: vídeos da Cerveja Spaten focam em duelos em busca de uma cerveja

Um sequência de short movies incríveis realizados em torno de uma cerveja da AB Inbev que busca o mercado premium contra a Heineken

Saiba como ficaram os vídeos, Duelo de Gala (acima) e Sweet Child on Mine, esse produzindo em 2023, a seguir.






quarta-feira, 21 de janeiro de 2026

Anuário da Cerveja 2025

 


Anuário mostra crescimento do setor em número de cervejarias, porém volumes produzidos sofrem ligeira queda

Existem 1949 cervejarias registradas no Brasil, conforme o Anuário da Cerveja, publicado pelo Ministério da Agricultura, o MAPA. O número de cervejaria registradas em 2024 apresentou um crescimento de 5,5%, com 102 novos estabelecimentos, alcançando um total de 1949 cervejarias no país (1847 em 2023.) Em números absolutos, é o 9º maior aumento da série histórica, ao passo que, em variação relativa ao ano anterior, ocupa a 22ª posição.

São Paulo segue liderando como a unidade da federação com maior número de cervejarias registradas, com 427 estabelecimentos. Para alcançar este resultado o estado apresentou um crescimento de 4,1%, com 17 estabelecimentos a mais em relação ao ano anterior. Santa Catarina é a unidade da federação com maior crescimento absoluto no número de estabelecimentos em relação a 2023, apresentando um aumento de 25 cervejarias, o que representa um crescimento de 11,1% para o estado.

Tocantins apresentou um aumento de 50,0% de cervejarias registrados, sendo o estado com o maior crescimento relativo. O estado passou de 4 cervejarias registradas em 2023 para 6 estabelecimentos em 2024. Acre, Amazonas, Mato Grosso do Sul, Piauí e Sergipe mantiveram em 2024 o mesmo número de cervejarias registradas que apresentavam em 2023.

Goiás foi estado com maior decréscimo de cervejarias registradas em números absolutos, com 4 estabelecimentos a menos em relação ao ano anterior, o que representou uma redução de 9,3%, partindo de 43 cervejarias em 2023 para 39 em 2024. Amapá, Paraíba e Roraima também apresentaram diminuição do número de cervejarias registradas, com decréscimo de 50%, 12,5% e 50%, respectivamente. Em ambos estados, houve redução de 1 estabelecimento em relação ao ano anterior.

Minas Gerais, Santa Catarina e São Paulo são as unidades da federação com maior aumento absoluto de dispersão, com 5 municípios a mais em cada estado a possuírem ao menos uma cervejaria registrada. Belo Horizonte, Nova Lima e Juiz de Fora, se comprovam como polos cervejeiros e ponto de turismo no Estado de Minas. Há 108 municípios mineiros com, pelo menos, uma cervejaria.


O volume de produção declarado atinge nacionalmente o montante de 15,34 bilhões de litros. Esse volume indica uma ligeira queda na produção nacional, de 0,11%, se comparada ao ano anterior, quando o volume declarado de produção de cerveja foi de 15,36 bilhões de litros.

Um ponto importante no relatório anual foi que o volume de produção declarado para a Cerveja sem Álcool ou Cerveja Desalcoolizada. Observou-se o incrível aumento de 536,9%, partindo de 118.924.317,44 litros em 2023, quando representava apenas 0,8% do volume total de cerveja, para 757.444.322,53 litros em 2024, representando 4,9% do volume de cerveja brasileiro. Uma tendência do retrato de consumo de bebidas das futuras gerações?

Saiba mais em: Anuário da Cerveja ano 2025 ou Repositório Institucional do MAPA: Anuário da cerveja 2025 : ano referência 2024


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