quinta-feira, 9 de janeiro de 2014
Arqueologia em Cerveja
segunda-feira, 6 de janeiro de 2014
Belgo Bekaert Arames S/A
Siga-nos e deixe seu e-mail em "comentários" para concorrer a uma Ecobag, agenda, calendários de mesa e parede e caneta especial da Copa de Mundo a ser entregue na sua casa! Participe! Sorteio no final do mês de janeiro!
Boa Sorte!
Microcervejarias em Santo Amaro da Imperatriz
Cervejarias de Santo Amaro da Imperatriz se mobilizam para criar novo polo da bebida na Grande Florianópolis
Qualidade da água é um fator que motivou empresas a se instalarem na região.
por Jacson Almeida (jacson.almeida@diario.com.br)
De acordo com Rosangela Buitoni, fundadora da Cervejaria Jester, em Águas Mornas, as três empresas estudam realizar uma festa conjunta. A ideia é reforçar a cultura alemã, forte na região, com uma Oktoberfest.
– Não queremos competir com a festa de Blumenau, mas promover as nossas marcas e a região – diz Rosangela.
O surgimento do novo polo cervejeiro está relacionado à legislação que proíbe novas indústrias em Florianópolis. A Cervejaria da Ilha, fundada em 1999, é a única em operação na cidade. A Sambaqui também mantém um pub em Santo Antônio de Lisboa, mas a fabricação é feita fora da Ilha.
Além do fator geográfico, a qualidade da água é um fator que motivou as empresas a se instalarem na região. Apesar de a tecnologia permitir que as empresas corrijam a água para a produção da cerveja, o fato é que o lençol freático tem condições técnicas muito favoráveis.
De acordo com Tarciano Oliveira, presidente da Associação Catarinense das Indústrias de Água Mineral de SC (Acinam), quanto menores as concentrações de sódio, melhor é considerada a condição da água. Enquanto em alguns produtos esse elemento chega a 130 mg/ litro, em Santa Catarina a concentração é de 2,5 mg/litro.
Com sotaque germânico
Guenther Sauer e Oliver Ralf Boje deixaram a Alemanha há anos, mas trouxeram na bagagem receitas originais do país natal. Em outubro de 2008, os dois desembarcaram em Florianópolis dispostos a fundar uma microcervejaria. Como a legislação ambiental não permite mais instalar indústrias na Ilha, eles passaram a procurar áreas na região metropolitana.
Em abril de 2011, Sauer e Boje encontraram em Santo Amaro da Imperatriz o espaço ideal para empreender. Em abril de 2013, foi inaugurada a Cervejaria Badenia com a marca própria Greifenbier (nome inspirado no grifo, um animal mitológico que tem cabeça de águia e corpo de leão). O local abriga não só a microcervejaria, mas um bar, bistrô e choperia batizado de Gasthaus Badenia. O projeto consumiu R$ 2 milhões em investimento.
Hoje são fabricados três estilos de cerveja – lager claro, escuro e trigo – em um volume que deve ficar entre 10 e 12 mil litros por mês em 2014. O mestre-cervejeiro Oliver Boje prepara um terceiro estilo que ainda não foi anunciado.
– Queremos montar uma festa com as três cervejarias, mas ainda não temos data definida – afirma Sauer.
No restaurante, a Badenia serve comida típica alemã, inspirada na cultura da região de Baden, na Alemanha, de onde Sauer e Boje são naturais. Entre os pratos, está o spätzle, uma massa cozida feita de farinha de trigo.
A cerveja do judoca
Dos tatames e campos de futebol para uma microcervejaria. Essa foi a troca que o judoca e ex-árbitro do Campeonato Brasileiro Renildo Nunes optou nos últimos anos. Há um mês ele comercializa junto com a esposa, Cleide Marchi, seu chope na Grande Florianópolis e em Balneário Camboriú. Batizada de Faixa Preta, a bebida é fabricada em Santo Amaro da Imperatriz.
O empresário revela que optou pelo local por causa da qualidade da água, retirada de um lençol freático no próprio terreno e filtrada duas vezes por uma estação de tratamento. Além disso, a região próxima do litoral influenciou sua escolha. – "Comecei a fazer chope em casa. Mais tarde, fiz um curso de mestre cervejeiro no Senai de Vassouras (RJ) em 2010. Já estou no ramo há cinco anos".
O chope – pilsen e weisen (de trigo) – tem como destino festas particulares, bares e o próprio pub do casal, que fica ao lado da microcervejaria. O investimento aproximado foi de R$ 500 mil. Apesar do negócio ser recente, a Faixa Preta vendeu em dezembro 4,5 mil litros da bebida e tem capacidade para produzir até 9 mil litros. Está nos planos do casal a compra de mais equipamentos e ampliar a produção.
– Para produzir, você precisa perceber a textura e o aroma. Passo até oito horas aqui rabalhando sem reclamar – diz Nunes.
Se a cerveja fica por conta de Nunes, todo o conceito do interior do pub Faixa Preta é de responsabilidade de Cleide. Lanternas de canecos de chope, cardápio com a "dieta do chope" e curiosidades sobre como pedir a bebida em algumas línguas mostram que o lugar respira a bebida.
Receita de família
A família Buitoni já costumava produzir cerveja em casa desde a década de 1980. Em 2001, o filho Andre Buitoni deixou o Brasil para estudar em Berlim, de onde voltou mestre-cervejeiro. Em fevereiro de 2013, decidiu transformar a paixão em negócio e fundou a microcervejaria Jester, em Águas Mornas. O nome significa bobo da corte em alemão e a fábrica está instalada em um prédio inspirado nos castelos medievais.
Hoje a produção está em 6 mil litros por mês, mas a capacidade é de 20 mil litros. Na área da Jester há cinco nascentes – mas só uma abastece a produção. De acordo com Rosangela Buitoni, mãe de Andre, a qualidade da água, com baixa presença de metais, favorece a fabricação da cerveja. A Jester produz cinco estilos: pilsen, stout, american pale ale e weizen. A marca atende a região, mas já mira o mercado de São Paulo. – "Em 2014, queremos engarrafar o nosso produto – afirma Ronsangela".
domingo, 5 de janeiro de 2014
Huguitos Empanadas
As empanadas são muito saborosas e há diversos estilos diferenciados - se minha filha comeu e repetiu é sinal que as empanadas eram boas mesmo! Há também cervejas especiais com direito até a chope - esse elaborado pela equipe da Taberna do Vale.
Tomei o Pale Ale da Taberna enquanto a Carol se deliciava com uma empanada de chocolate. Enfim, um programa bem bacana para um fim de semana. O Huguitos, de propriedade do sr. Roberto Martins, fica na rua Pernambuco, 1119 em frente a livraria Status e a outra unidade fica na Avenida Brasil 1.831 na "descida da rampa" sentido Praça da Liberdade - Praça Tiradentes.
sexta-feira, 3 de janeiro de 2014
Roteiro Cervejeiro
Ave Cesar Trailers VI : The Heineken Kidnapping
Bom; gosto dos filmes de época sobretudo os medievais, dos impérios, e daqueles que levam uma boa dose de ação.
Não obstante, quando o assunto é cerveja não poderia deixar de mencionar um filme que estreou em outubro de 2011 (reeditado em 2015): The Heineken Kidnapping. Um filme baseado em fatos reais que, cujo sequestrado, foi o famoso Presidente CEO Freddy Heineken, neto do fundador da cervejaria Gerard Adriaan Heineken. Após pagamento do resgate na ordem de 16 milhões de Euros, o neto da Heineken se dispôs a caçar seus sequestradores até a efetiva prisão de todos. Veja os trailers, a seguir:
quinta-feira, 2 de janeiro de 2014
Cerveja Importada
Volume de cervejas importadas pelo Brasil tem queda em 2013
A importação brasileira de cervejas apresenta tendência de
queda em 2013 em comparação com o ano passado, segundo dados divulgados pelo
Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. Até outubro deste
ano, o Brasil importou aproximadamente 28 mil toneladas da bebida (medida
utilizada pelo ministério), um total de US$ 33,1 milhões (cerca de R$ 77
milhões). Já nos 12 meses de 2012, foram trazidas ao país 43,4 mil toneladas,
que custaram US$ 45 milhões (cerca de R$ 104,9 milhões).
Segundo especialistas e representantes do mercado
consultados pelo G1, apesar da queda do total importado, o mercado de cervejas premium e super premium permanece em alta no país. As premium são aquelas de
600 ml que custam até R$ 7 em mercados; já o valor das super premium ultrapassa
R$ 9 a unidade.
A Holanda, país líder na venda de cervejas para o Brasil
desde 2011, permanece como maior exportador nos primeiros dez meses de 2013,
mas sofreu uma queda acentuada na comparação com 2012. Foram 17,7 mil toneladas
vendidas para o mercado brasileiro no ano passado, contra 8,5 mil toneladas
neste ano. Isso representa uma diminuição de US$ 8,5 milhões (R$ 19,8 milhões)
no valor pago.
Os Estados Unidos, o México e a Argentina também se destacam
na queda. O primeiro país exportou para o Brasil 1,8 mil toneladas no ano
passado, contra aproximadamente 1 mil até outubro de 2013. Já o México caiu de
4,9 mil toneladas de cervejas exportadas para 534,9 toneladas. A Argentina, por
sua vez, passou de 5,2 mil para 4 mil toneladas.
Para Marcelo Stein, diretor-executivo da Bier & Wein Importadora, a situação econômica que o país enfrentou neste ano pode ser culpada por estas quedas. “Quanto tem retração de crédito, há uma diminuição no consumo de cervejas populares. Então em um ano em que as empresas estão lutando para diminuir a queda nas suas vendas, não tem como focar nas cervejas importadas, mas sim em suas marcas líderes nacionais”, diz.
Mais informações e fonte: http://g1.globo.com/economia/noticia/2013/12/volume-de-cervejas-importadas-pelo-brasil-tem-queda-em-2013.html


