Mostrando postagens com marcador Rofer. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Rofer. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 4 de novembro de 2014

Cervejaria Rofer


A Cervejaria Rofer encontra-se na cidade de Itupeva, interior do Estado de São Paulo e foi inaugurada em 2009 na fazenda Bonfim.

O mentor do projeto foi o Sr. Ernesto Tonante, que arquitetou um galpão em tijolinhos de barro, com teto curvo, bastante moderno aos olhos de quem observa. Logo na entrada há um pequeno balcão onde é possível apreciar um bom chope.

A Rofer contou com a ajuda especial na hora de produzir as suas cervejas. É o experiente cervejeiro Evandro Zanini, profissional de larga vivência em diversas cervejarias, como a Artesamalt, Falke Bier e Wensky. A capacidade atual é de 6 mil litros ao mês. Para conhecer as etapas do processo, é necessário agendar uma visita com antecedência.

A cervejaria Rofer produz artesanalmente suas cervejas de acordo com a Lei da Pureza da Baveira de 1516, de autoria do Duque Guilherme IV, a Reinheitsgebot.

Essas e outras histórias você encontra no livro Brasil Beer - O Guia das Cervejas Brasileiras.

quinta-feira, 20 de junho de 2013

Turismo Cervejeiro


Turismo cervejeiro ganha rotas no Brasil

por Danielle Nagase  em colaboração para a Folha
 
A receita é basicamente a mesma: água, malte e lúpulo. Uma ou outra cervejaria até acrescenta uma firula, como rapadura e especiarias.

Apesar da composição semelhante, cada cerveja é única em cor, aroma e sabor. E a origem das diferenças está na qualidade dos ingredientes e nos detalhes da fabricação.  Para descobri-los, um bom caminho é conversar com o mestre-cervejeiro ou bisbilhotar as fábricas. Com cada vez mais interessados pelas cervejas artesanais, agências de turismo e entusiastas trouxeram para o Brasil o que há muito se faz nos Estados Unidos e na Europa: os tours cervejeiros. São roteiros que geralmente incluem visitas a fábricas, bares, restaurantes e lojas, guiadas por um especialista.

Desde o ano passado, foram lançados cinco pacotes -em Morretes (PR), Blumenau (SC), interior de São Paulo e dois em Belo Horizonte (MG). E, até o final do ano, devem surgir mais dois novos tours de trem, no Pantanal (MS) e em Bento Gonçalves (RS).
 
Foram inspirados no Beer Train, um passeio pelas serras da mata atlântica, no qual se percorre a estrada de ferro entre Curitiba e Morretes. De dentro do vagão, apreciam-se a paisagem e as cervejas.

Já o Beer Tour, em Belo Horizonte, repare, começa em um bar. "Tomamos café da manhã já com cervejas", diz o organizador Rodrigo Lemos. São servidos rótulos de trigo, mais leves e menos alcoólicos, e outros com malte torrado, "com notas de café, comum no desjejum".

No interior de São Paulo também há atrações. O Beer Route sai da capital e leva à Dama Bier, em Piracicaba, e à Rofer, em Itupeva. A excursão termina com "hamburgada" harmonizada na Cervejoteca, em São Paulo.
 
Quando o mestre-cervejeiro Ilceu Dimer recebe turistas em visitação à cervejaria Dama Bier, em Piracicaba, no interior de São Paulo, não esconde o prazer de repassar o que sabe sobre o processo de fabricação da bebida.  "Nesta panela, acrescentamos o lúpulo, enquanto o mosto [mistura de água e malte] ferve. Primeiro, os de amargor e, no final, as amostras aromáticas", explica Dimer aos visitantes. "São pequenos detalhes, mas que modificam as características sensoriais da cerveja. Não é lindo isso?"  Ele fala sobre os princípios básicos da produção e também sobre os macetes que aprendeu nos mais de 30 anos de experiência em cervejarias, hoje, Dimer elabora as receitas da Dama Bier com o sommelier Paulo Feijão.

Em outras cervejarias, as visitas transcorrem de maneira semelhante, sempre guiadas por um profissional que domina cada passo da produção.  "É uma aula sobre as cervejas artesanais. Vê-se de perto o empenho dos mestre-cervejeiros em fazer um produto de qualidade", afirma o sommelier Gustavo Renha, que organiza excursões em Belo Horizonte.
 
Outro atrativo é a oportunidade de provar versões direto do tanque, com aroma e sabor apurados, diferente do que se encontra nas amostras engarrafadas. "Provamos cervejas em diferentes estágios de maturação e percebemos como evoluem de acordo com o tempo", complementa Renha.

Confira roteiros oferecidos por agências e visitas avulsas em quatro Estados brasileiros.
Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/comida/2013/06/1297251-turismo-cervejeiro-ganha-rotas-no-brasil.shtml

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Aconteceu: Degusta Bier

Espaço Degusta Beer apresenta 17 de cervejarias para conhecer suas cervejas

No segundo dia da Brasil Brau, os expositores estavam cheios de motivos para comemorar: o Degusta Beer já provou que é uma grande oportunidade de projeção para as marcas e ampliação de contatos. As 30 microcervejarias participantes foram visitadas por gente de todo o país e do exterior, como a pequena Rofer, de Itupeva (SP), de apenas três anos e produção mensal de 4,5 mil litros/mês. “Ganhamos visibilidade”, festeja o proprietário, Ernesto Tonante.


Em sua primeira participação na Feira Internacional de Tecnologia em Cerveja, Brasil Brau 2011, a novata microcervejaria Dortmund, de Serra Negra (SP) também sentiu eu acertou na estratégia de lançar a marca no evento. “Fomos procurados por muita gente de todo o Brasil. Rebemos uma maioria de potenciais clientes de São Paulo, além de visitantes do Rio de Janeiro, Mato Grosso e Distrito Federal. Até então, quase ninguém tinha ouvido falar na Dortmund”, comemorou o proprietário, Marcel Longo. “Nesses primeiros dois dias recebemos pelo menos 10 interessados em representar a marca”, contabilizou. Com capacidade para produzir 10 mil litros/mês, mas ainda na faixa dos dois mil litros, o diferencial da nova marca é maturar as cervejas por até quatro meses na fábrica. Entre os produtos que apresenta na feira, a Pilsen filtrada e não filtrada; a Wittbier, feita de trigo em estilo belga e a Stout, irlandesa.

A Falke Bier
, de Belo Horizonte, uma das estrelas da Brasil Brau com o lançamento da Vivre por Vivre, cerveja de jabuticaba envasada como espumante, tinha um dos estandes mais movimentados da feira. “Especialistas belgas experimentaram a cerveja e disseram que nascia uma nova escola brasileira, a partir dessa cerveja feita com uma fruta endêmica do país”, festejou o proprietário Marco Falcone. Segundo ele, os bons resultados da feira são “líquidos e certos”. Em sua quarta participação no evento, Falcone observou não apenas um extraordinário crescimento do público, “muito maior que o esperado”, como a presença maciça de especialistas e formadores de opinião que reforçam o institucional da marca, acredita ele. “Temos a certeza que o retorno vai acontecer, mesmo que não seja imediato”, conclui.

Na Colorado, de Ribeirão Preto, em sua terceira edição na Brasil Brau, o movimento também era incessante. “No começo achei que estávamos isolados, localizados no fundo da feira, depois constatei que foi aqui que a feira acabou bombando”, constatou a gerente marketing, Bia Amorim. Para ela, o mais interessante ao participar desse tipo de evento é a possibilidade de se relacionar direto com os clientes. Por isso, foi possível aferir com rapidez a opinião do público sobre a Grão Pará – lançamento da cervejaria feito com castanha do Pará tostada. “A reação do público e dos especialistas foi muito boa”, disse. A Colorado existe há 15 anos e produz uma média de 80 mil litros de cerveja/mês.

De Belém para o Brasil. Esse foi o significado da primeira participação da Amazon Bier na Brasil Brau. “Me sinto muito feliz, a feira está superando nossas expectativas”, vibrou o proprietário, Arlindo Guimarães. Até então, a cervejaria, com 11 anos de existência, limitava-se a comercializar chope no bar próprio em Belém do Pará. “Abrimos as torneiras das 18h30 às 21h30, sem parar”, lembra Arlindo, cuja produção mensal é de 100 mil litros. A partir de agosto cervejas engarrafadas passarão a ser vendidas em São Paulo e, possivelmente, em estados conquistados na feira, como Rio de Janeiro, Bahia, Espírito Santo e Distrito Federal. “Tem aparecido muita gente interessada em nosso produto, especialmente na Bacuri, que em 2002 ganhou o Prêmio Tecno Bebida, aqui no Transamérica Expo Center. É uma cerveja feita com a fruta amazônica, de baixo teor alcoólico”, explica.

A gaúcha Abadessa, em sua segunda edição na Brasil Brau, festejou a visibilidade proporcionada pela abertura do Degusta Beer ao público em geral. Pequena empresa familiar que produz 12 mil litros/mês, a marca lançou na feira a Emigrator Doppelbock, uma Bock mais encorpada com 7,2% de teor alcoólico. “Recebemos muitas prospecções do Brasil inteiro, sobretudo da capital de São Paulo, do Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Rio Grande do Sul, Bahia, Brasília e Fortaleza”, disse o distribuidor Fábio Tozzi. “Se as propostas feitas no primeiro e segundo dia se concretizarem, vamos aumentar em 50% nossa carteira de clientes”, especula.

A Bamberg, de Votorantim (SP),
com cinco anos de existência e produção de 40 mil litros mensais, também sentiu o crescimento da feira, em sua terceira participação. “Recebi gente do Brasil inteiro, europeus, americanos e sul-americanos. Como já ganhamos prêmios no exterior é uma tendência que também passemos a exportar nosso produto”, avalia o sócio Alexandre Bazzo. A microcervejaria lançou a Weissenbockhalles, cerveja clara, de trigo, com 8 % de teor alcoólico. “A aceitação tem sido excelente. Todo mundo está comentando”, comemora.

Com a Dama Bier, de Piracicaba (SP), a repercussão de sua primeira participação na feira promete frutos suculentos. Um termômetro foi o lançamento da Stout pela marca de apenas um ano e meio de existência, com produção mensal de 80 mil litros. “Preferimos lançar aqui na feira para aferir a opinião de blogueiros e formadores de opinião. Pelo que vi, as ideias iniciais poderão ser mantidas”, constata o gerente de marketing, Renato Bazzo, que fez mais de 500 contatos nos dois primeiros dias de evento.

Fonte: http://gestoratual.blogspot.com/2011/07/microcervejarias-comemoram-o-sucesso-do.html
Real Time Web Analytics