segunda-feira, 1 de junho de 2020

Farewell of HEINEKEN CEO Jean-François van Boxmeer

Despedida épica do CEO da Heineken Jean-François van Boxmeer no meio da Covid-19



Fica o nosso brinde pelos bons trabalhos realizados pelo CEO da Heineken. Ave César!

Reciclagem de Garrafas Bio degradáveis

চিত্র
O que a Carlsberg, Coca-Cola e Danone tem em comum? Reciclagem de garrafas.
da Edição de Pensar Contemporêneo
Você já foi a um evento público e viu as latas de lixo cheias de garrafas de plástico e sentiu um pouco de ansiedade por saber que uma grande quantidade delas acabaria em aterros sanitários?
Agora, as principais empresas de alimentos e bebidas estão apoiando uma nova startup de “plásticos vegetais” que pode significar o fim desse problema de uma vez por todas.
O Guardian recentemente elogiou uma inovação da Holanda como possivelmente marcando “o fim do plástico”. E a startup bioquímica Avantium resistiu bem à desaceleração do COVID-19, em parte porque o potencial de seu plástico baseado em plantas para resolver a poluição dos oceanos e dos aterros é tão promissor.
A empresa holandesa está em parceria com o ‘maior peixe’ no mar das empresas de engarrafamento – Coca-Cola. A empresa de alimentos Danone, que vende 24,6 bilhões em produtos alimentícios todos os anos (como Dannon nos EUA) também participou. Os dois gigantes investiram na construção de uma fábrica de bioplásticos líder mundial na Holanda.
A Carlsberg, multinacional de 173 anos, já apoiou o design de garrafas feitas a partir de açúcar de plantas da Avantium.
Os testes mostraram que o design do Avantium é durável o suficiente para conter bebidas carbonatadas. Quando colocados em um compostor, eles biodegradam ao longo de um ano e mais de três quando deixados no ambiente natural.
“Este plástico tem credenciais de sustentabilidade muito atraentes porque ele não usa combustíveis fósseis, e pode ser reciclado, mas também degradar na natureza”, Tom Van Aken diz ao The Guardian . Van Aken é o CEO da Avantium e planeja anunciar parcerias adicionais em apoio ao seu projeto.
A bio-refinaria decomporá os resíduos de milho, trigo e beterraba e criará 5.000 toneladas de plástico vegetal no primeiro ano.
Os produtos embalados nos plásticos da Avantium podem estar nas prateleiras em 2023, com grandes expectativas de aumento da demanda do mercado logo após.

terça-feira, 28 de abril de 2020

Cervejaria Brew Up e o Covid-19


Ação de cervejaria arrecada quase uma tonelada para Banco de Alimentos do Vale
Do jornal “O Diário”

Campo Bom – A arrecadação da Cervejaria Brew Up rendeu 925 kg de alimentos não perecíveis, que foram doados ao Banco de Alimentos do Vale do Calçado, frente ao Corona Vírus. De acordo com Ademir Rodrigues, um dos voluntários, o evento foi um sucesso e a entidade só tem a agradecer ao Tiago Gonçalves e a todos que prestigiaram a ação da cervejaria que fica no complexo industrial de 4 Colônias, em Campo Bom, próximo a divisa com Dois Irmãos. Além dele, representaram o Banco de Alimentos do Vale do Calçado os voluntários Isabel Cristina Blankenheim e João Carlos Blankenheim.

Já o cervejeiro Tiago Gonçalves, que era morador de Ivoti e abriu a Brew Up, uma microcervejaria de Campo Bom, a campanha foi um sucesso, onde todos foram convidados a levarem 1kg de alimento para receber em troca um litro de cerveja Pilsen: “Sucesso total sábado! 700 litros de cerveja convertidos em 925 kg de alimentos. Obrigado a todos que participaram da campanha”. 

A gestão de crises em combate às calamidades.

Conheça mais sobre a Cervejaria Brew Up em: https://www.facebook.com/CervejaBrewUp/ Jornal O Diário https://odiario.net/contato/


Caso Backer 2020


Ministério da Agricultura libera maior parte de fábrica da Backer; um tanque continua lacrado e em investigação

O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) liberou, nesta terça-feira (28), 66 dos 70 tanques da fábrica da cervejaria Backer, em Belo Horizonte. A informação foi confirmada ao G1 por fontes do ministério em Minas. O local estava fechado desde que a Polícia Civil passou a investigar, desde janeiro, a presença de dietilenoglicol em algumas das cervejas da marca.

Técnicos do Ministério da Agricultura e peritos da Polícia Civil estiveram na fábrica na manhã desta terça e recolheram novas amostras periciais. Segundo a cervejaria, os tanques liberados apresentaram resultado negativo para presença de monoetilenoglicol e dietilenoglicol. Estes tanques estão liberados para o reaproveitamento condicional do produto.

Um tanque permanece lacrado e continua em investigação. Outros três tanques serão liberados quando a Backer apresentar um plano de descarte indicando empresa especializada para esse serviço, uma vez que o líquido do tanque contaminado foi transferido para estes durante a investigação.

Entre janeiro e março, a Polícia Civil de Minas Gerais identificou 9 mortes suspeitas de estarem associadas à presença do dietilenoglicol na cerveja, além de outras 33 vítimas vivas. A produção da fábrica está paralisada desde o início das investigações.

A cerveja que estava dentro da fábrica se tornou inutilizável. A Backer, segundo nota, pretende utilizar os tanques para produzir álcool em gel e doar para instituições da saúde pública.

O inquérito da Polícia Civil, que investiga como foi feita a intoxicação da cerveja com a substância, já chega a mais de 1700 páginas, A corporação afirma que mais de 66 pessoas já prestaram depoimentos. Ao todo, a polícia identificou 42 pessoas como possíveis vítimas.

“É preciso cautela, pois o inquérito ainda deve ser concluído, mas é uma sinalização importante de que foi algo pontual, isolado, que não há contaminação na fábrica. Toda a linha de produção passará por testes e certificações do Ministério da Agricultura para que a Backer possa voltar a produzir com segurança e qualidade”, diz o advogado Estevão Nejn, que atende a Backer.

Desde março, todos os bens da cervejaria estão bloqueados pela Justiça com finalidade de atender os custos médicos de pacientes vítimas da intoxicação pelo dietilenoglicol.

A decisão do Tribunal de Justiça de Minas Gerais reviu a indisponibilidade de bens da cervejaria nas suas contas bancárias e nos bens móveis e imóveis em um valor de até R$ 50 milhões. Em fevereiro o bloqueio havia sido de R$ 5 milhões, valor considerado insuficiente pelas defesas das pessoas intoxicadas pela cerveja com dietilenoglicol.

No mesmo dia, foi firmado o primeiro acordo entre a Backer e uma das vítimas.


segunda-feira, 27 de abril de 2020

Florida Brewers Guild 2020

Cervejarias da Florida

Um vídeo bem interessante e incentivador diretamente das cervejarias do estado da Florida. Saiba mais!



quinta-feira, 16 de abril de 2020

Heineken Home Sessions

Heineken promove uma série de shows ao vivo para serem apreciados sem sair de casa

Deu no Twitter da Heineken:

Sabe o que você e seus amigos vão fazer neste fim de semana? Ir para vários shows juntos. Vem aí Heineken Home Sessions, o festival feito direto da casa dos artistas para a sua. Dias 18 e 25 de Abril, às 16h, ao vivo pelo YouTube do @queremos. Cheers! #AprecieComModeração



quarta-feira, 18 de março de 2020

Comitê Tático de Crises


Noé, o Comitê Tático de Crises, e a luta contra o dilúvio do Corona


Dando uma conotação bíblica e genesíaca ao tema, Deus, principal executivo do Comitê de Gestão de Crises no mundo em que vivemos, disse à Noé: - “construa a arca, pois o dilúvio estará por vir, e você deve garantir a fertilidade na terra”. Será um dilúvio de 40 dias e 40 noites”. E lá foi Noé que, junto com sua família, montou um Comitê Tático de Crises para pôr a mão na massa.  Partiram todos por construir a arca, recepcionar os animais e comandá-la no momento do grande dilúvio. E assim, a equipe fez. E a medida que a notícia foi crescendo, os boatos aumentando, o sentimento ruim alastrando, os animais foram chegando, dois a dois, em casais, pensando no futuro da perpetuação da espécie. Os tolos, que não entenderam o que estava ocorrendo, resolveram dar as costas, ou ainda criticar os atos de Noé.

É desta forma que o cenário atual de crise sobre o Corona Vírus está no Brasil. Nosso principal representante acha que é uma falácia da mídia, um excesso talvez. Um conceituado gastrônomo nacional idem. Boa parte dos cidadãos andam displicentes, acreditando que, por onde transitam, ou convivem não há riscos de contaminação por um vírus minúsculo e transparente, ou no final das contas, tudo se refere a mais uma gripe qualquer. Ledo engano.

O cenário é de dilúvio, em não em formato de chuva e sim de espirro. É critico;  está  rodeado de incertezas e é fatal. É nesta esteira que as organizações vêm criando os Comitês Táticos de Crises, para fazer acontecer. É nesse grupo que especialistas de diversas áreas (e.g.: Recursos Humanos, Saúde e Segurança, Riscos e Compliance, Supervisores de Operação, TI, Supply Chain) se encontram em reuniões rápidas para apontar o que está acontecendo no momento, visando tomar ações urgentes e imediatas. Essas atitudes variam desde a aquisição de insumos básicos de higiene pessoal como álcool gel, sabão, lenços umedecidos e papel toalha descartáveis, até a criação de notas diárias de informação, como cartilhas e manuais de instruções, visando o aculturamento e a proteção à saúde e a vida, além da disponibilização de recursos de TI para que funcionários e terceiros possam exercer suas atividades de forma remota, longe de aglomerações, reuniões presenciais ou ainda permanecer em ambientes fechados. Os negócios serão mantidos, mesmo em escala reduzida.

Não me delongando no assunto, a mensagem é simples e tem que ser difundida de forma rápida: se você pertence a uma organização que ainda não montou o seu respectivo Comitê Tático de Crises ou equipe semelhante, corra até a alta direção e transmita este artigo (e os muitos outros que se encontram nas mídias responsáveis). Empresas multinacionais localizadas no Brasil estão recebendo ou já receberam recomendações de suas matrizes e filiais que sofreram ou ainda estão sofrendo com os impactos da contaminação do COVID-19 em larga escala, como na China e na Itália. Na América do Sul, diversas fronteiras fecharam as suas portas, deixando passar apenas mercadorias. Escolas fecharam. Executivos e membros do staff estão trabalho em casa, no estilo home office. Até os estagiários foram dispensados. Trata-se de uma atitude radical, de isolamento. (Isso não se confunde com férias). O momento demanda permanecer em casa.

Em suma: avise a chefia, pois ainda há tempo, mesmo que este esteja curto. Ajude na formação de um Comitê ou de um grupo de trabalho que possa tomar frente, em combate ao Corona Vírus. Crie uma verdadeira “Sala de Guerra”, com plano e execução de atitudes concretas, sem medo de gastar um pouco além do orçado, pois o status é de contingência. O foco é conter o contágio, evitando a proliferação em escala. É proteção a vida humana.

E que os “Noés” mantenham as mãos firmes no timão e guiem com habilidade suas barcas, pois o dilúvio já chegou no Brasil e já causou uma fatalidade, no mais importante estado do país. Até o dia 17 de março, as secretarias estaduais de saúde registraram 8.819 casos suspeitos, sendo 349 casos de real infecção, distribuídos em 17 estados e no Distrito Federal.  

Conte comigo, pois eu preciso contar com você. Como diz o filosofo Luiz Felipe Pondé: “ser racional, ter bom senso, cuidado, solidariedade e coragem”. Coragem para entender que temos que enfrentar o risco epidemiológico.

Algumas atitudes a serem tomadas logo de início, conforme determina o Ministério da Saúde:




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