quarta-feira, 10 de abril de 2013

Seu Jorge e Karavelle

Seu Jorge lança cerveja durante evento em São Paulo

Seu Jorge lança cerveja durante evento em São Paulo - Ag.News

Seu Jorge teve uma tarde regada a muita cerveja nesta quarta-feira (10). Isso porque o músico esteve no lançamento da cerveja artesanal Karavelle apadrinhada por ele, ao lado dos empresários Dinho Diniz e Otávio Veiga. O evento para marcar o lançamento da bebida aconteceu em uma casa no Jardim América, na zona sul de São Paulo. 
Recentemente, foi falado que Seu Jorge iria se mudar para os EUA a fim de se dedicar mais à sua carreira de ator, e estava inclusive cotado para interpretar Jimi Hendrix no cinema. 

Grifos meus: So me faltava essa! Salve Jorge concorrente da AVE CESAR! Ahahahahaha! é isso aê!

Foto: Publicidade
Fonte: http://ofuxico.terra.com.br/noticias-sobre-famosos/seu-jorge-lanca-cerveja-durante-evento-em-sao-paulo/2013/04/10-168360.html
Fonte

terça-feira, 9 de abril de 2013

Cervejaria Modelo


Acidente em cervejaria Modelo deixa 7 mortos no México

O acidente aconteceu em um tanque que passava por manutenção e limpeza, disse uma porta-voz da empresa em comunicado

REUTERS / Bernardo Montoya
Ambulância deixa fábrica de cerveja do Grupo Modelo após acidente que matou sete pessoas, na Cidade do México

Cidade do México - Um acidente em uma fábrica de cerveja na Cidade do México matou sete pessoas no domingo, informou o Grupo Modelo, proprietário da marca Corona.
 
O acidente aconteceu em um tanque que passava por manutenção e limpeza, disse uma porta-voz da empresa em comunicado. Nenhum detalhe foi fornecido. A cervejaria Modelo disse que informou as autoridades sobre o incidente e começou a investigar o acidente. "A Modelo lamenta profundamente este incidente e vai apoiar as famílias afetadas permanentemente", disse o comunicado.

A porta-voz não disse se o acidente afetará a produção. A unidade da Modelo na Cidade do México foi a primeira da empresa e começou a operar em 1925, segundo o site da empresa.

A fábrica tinha capacidade de 11,1 milhões de hectolitros em 2011, cerca de 16 por cento do total da Modelo. A cervejaria mexicana de controle familiar, fabricante da cerveja importada número 1 dos Estados Unidos, está em processo de ser vendida para a Anheuser-Busch InBev.

Modelo e Anheuser-Busch InBev disseram na sexta-feira que chegaram a um modelo de acordo para resolver um processo movido pelo Departamento de Justiça dos EUA em janeiro devido a preocupações de que o negócio levaria a preços mais altos de cerveja nos Estados Unidos.
Fonte: http://exame.abril.com.br/mundo/noticias/acidente-em-cervejaria-modelo-deixa-7-mortos-no-mexico

segunda-feira, 8 de abril de 2013

Cerveja feita em casa


Cerveja feita em casa

Marina Fuentes, especial para o iG São Paulo |


Recentemente, a cervejaria Petrópolis divulgou, junto com o lançamento de um novo rótulo, uma pesquisa sobre o crescimento das cervejas especiais no Brasil: 20% contra 4% do mercado das cervejas comuns. O interesse pelos produtos artesanais e de microcervejarias, que oferecem mais personalidade e tipos da bebida, cria um outro foco de atenção que corre em paralelo, o das cervejas caseiras.

Sem pesquisas e números oficiais para endossar, o aumento dos chamados ‘home brewers’ é notado pela movimentação dentro do universo cervejeiro. Em sites, redes sociais, confrarias e associações, é sensível o interesse cada vez maior do consumidor da cerveja premium de experimentar a sua própria produção ou degustar a de outros cervejeiros amadores.

Bom termômetro, a criação de uma associação voltada à cultura da cerveja caseira confirma o crescimento do nicho. A iniciativa partiu de uma comunidade da rede social Orkut, que foi ganhando mais adeptos e tornou-se oficial. A primeira a ser fundada, no Rio de Janeiro, cunhou a sigla Acerva (Associação de Cervejeiros Artesanais). Logo, São Paulo e outros sete estados seguiram o exemplo e aderiram ao nome. Cada Acerva funciona de maneira autônoma, algumas cobram mensalidade, outras não e cada uma tem seu estatuto. Mas o objetivo e as ações de todas são semelhantes: realizar cursos, promover encontros, produções coletivas e degustações.
“Começamos a abrir alguns encontros também para aqueles que ainda não produzem cerveja caseira, mas têm interesse no assunto. É uma forma de as pessoas conhecerem essa atividade”, conta Philip Zanello, um dos diretores da Acerva paulista.

O engenheiro Jaime Pereira Filho, proprietário do bar paulistano Píer 1327, localizado na Vila Mariana, está espantado com o brusco aumento da procura pelo curso de cerveja caseira que ministra no bar há pouco mais de dois anos. “É um curso rápido, que ensina todo o processo em duas aulas. Eu costumava ter uma turma por mês, agora é diário e há uma fila de espera de três meses para os interessados”, comenta. Um desses alunos foi o fotografo Leo Feltran, que registrou a sua produção caseira para ilustrar essa matéria.

Ainda que tenha ares de novidade, a produção das cervejas no quintal de casa é algo muito antigo, vem dos mosteiros seculares que já fabricavam a bebida bem antes de serem criadas as primeiras grandes cervejarias. Na Idade Media, cabia aos padres e às mulheres este preparo, que era parte da dieta cotidiana de proletários e burgueses.
Hobby levado a sério

Quem é “convertido” ao universo da cerveja caseira leva a diversão a sério. Se produzir uma cerveja básica é questão de saber seguir a receita (veja o infográfico acima), criar bebidas com características peculiares e estabelecer algum padrão torna-se um grande desafio. Para quem quer seguir a lei de pureza alemã, que só permite o uso dos ingredientes básicos na composição (água, malte de cevada, lúpulo e fermento), é possível variar o resultado de acordo com o tipo de malte e lúpulo usado, além das quantidades utilizadas, que vão definir um sabor mais adocicado ou mais amargo, mais tostado ou mais frutado, entre outras características sensoriais.

Para quem quer dar um passo além, vale adicionar quase tudo à mistura, de anis à rapadura. “Um dos diretores da Acerva paulista criou uma cerveja com funghi seco e achei que ficou bem interessante. Recentemente eu fiz uma com chocolate que em cada tiragem recebia um outro componente para combinar: extrato de coco, amêndoas ou framboesa”, diz Zanello ao lembrar de rótulos inventivos. Tanta criatividade precisa ser deixada de lado nos concursos que começaram a fazer parte do calendário cervejeiro, onde só alguns estilos podem concorrer. A restrição facilita o trabalho dos jurados de comparar produtos semelhantes.

Um desses campeonatos ocorreu em julho, promovido pela Acerva Paulista e pela microcervejaria Bamberg, de Votorantim, interior de São Paulo. Na ocasião, 31 cervejeiros caseiros do estado competiram com suas receitas, restritas ao estilo inglês conhecido como ESB. Um juri de treze experts deu as notas que sagraram Guilherme Alberici Di Santi campeão. O prêmio? Ter sua cerveja produzida pela Bamberg durante um ano.

A Eisenbahn é outra que homenageia a produção caseira: pelo terceiro ano, o melhor mestre cervejeiro amador, segundo competição organizada pela microcervejaria, ganha uma linha especial produzida na fábrica. Em 2010, o rótulo São Sebá, uma Belgian Dubbel criada pelo paranaense Sandro Singer, chega ao mercado em novembro em uma série limitada de 3.000 garrafas.

Para além da diversão, o sucesso obtido com um rótulo caseiro pode significar uma mudança do hobby para uma possível profissão. O designer gaúcho Maurício Gonçalves vive exatamente essa situação. Ele e o irmão Lúcio começaram a produzir cerveja caseira por diversão no ano passado, mas a bebida foi fazendo sucesso com amigos, ganhou rótulo e caiu no boca a boca dos cervejeiros.

Hoje, o rótulo Goyoaga Euskal Garagardo (nome basco em homenagem às origens da família), uma pilsen sem clarificantes e não pasteurizada, é produzida de duas a cinco vezes por semana e vendida em bares da Cidade Baixa, região boêmia de Porto Alegre. “Já fornecemos até para um evento de lançamento de livro em junho deste ano, quando foram consumidos 60 litros”, conta Mauricio orgulhoso.
Para começar

Quem quer se aventurar pelo mundo das cervejas caseiras deve ter algum conhecimento e estrutura. O mais indicado é acompanhar o trabalho de algum conhecido que faça a cerveja para ver se a atividade realmente lhe atrai – é preciso lembrar que produzir cerveja caseira requer tempo, dedicação e investimento. Não se trata só de beber. Em seguida, um curso rápido dá a base necessária que só o tempo – leia-se erros e acertos – vão aprimorar a técnica de “mestre cervejeiro”.

Mas, para produzir sua própria cerveja é preciso montar uma nanocervejaria em casa. Jaime Pereira diz que o kit básico tem custo aproximado de 500 reais e ocupa o mesmo espaço que um botijão de gás. O “maquinário” consiste de duas panelas grandes de alumínio, uma balança, uma colher grande de polipropileno, um termômetro culinário, uma peneira, um fermentador (um balde hermeticamente fechado com saída de válvula e uma torneira para engarrafar), mangueiras de transferência, um densimetro, um dispositivo para fechar garrafas e um moedor de cereais.
Montada a “fábrica”, é preciso buscar os insumos, não tão fáceis de serem encontrados em todo o Brasil. “Não há lojas que vendam malte e lúpulo em São Paulo, por exemplo. Mas há fornecedores do Rio Grande do Sul que distribuem os produtos via internet”, sugere Jaime. O estado é onde a cultura da cerveja caseira se nota mais presente, certamente pela influência da comunidade alemã na região.

A dificuldade de encontrar malte, fermento e lúpulo não significa o custo alto do produto. “Gasta-se cerca de 50 reais em matéria prima para produzir 20 litros de cerveja caseira”, estima Jaime. Além de divertida, a produção é a forma de consumir uma cerveja não-pasteurizada, que permanece em transformação“. Os microorganismos ficam vivos na garrafa e continuam em ação. A cerveja fica maturando e vai mudar de características a cada semana que ficar armazenada”, conta Jaime.

Receita básica da cerveja caseira
Fonte: Jaime Pereira Filho. Fone: (11) 2597-7231
Ingredientes
- 35 litros de água mineral de boa procedência
- 6 quilos de malte claro e escuro
- 20 gramas de lúpulo
- 11,5 gramas de fermento

Fotos: Leo Feltran
Fontehttp://comida.ig.com.br/bebidas/cerveja+feita+em+casa/n1237809088064.html

quinta-feira, 4 de abril de 2013

Bamberg Raimundos Helles

Raimundos ganha marca própria de cerveja

Cerveja e musica resultam em uma deliciosa harmonização. E foi pensando em unir estas duas paixões que a Cervejaria Bamberg, reconhecida internacionalmente pela produção de rótulos artesanais únicos, lança seu mais novo sucesso, a Raimundos Helles.

A nova cerveja da Bamberg é resultado da parceria entre a cervejaria artesanal de Votorantim, interior de São Paulo, e uma das bandas mais importantes do rock brasileiro, os Raimundos. Ao longo de 20 anos de carreira, os Raimundos tocam com a mesma intensidade e a mesma energia que iniciaram a banda.  As letras marcantes, rápidas, repletas de sátiras, ironias e riff’s poderosos fazem dos Raimundos uma das bandas de rock mais consagradas do Brasil.

E para homenagear a banda e divulgar a cultura cervejeira, a Bamberg uniu o sentimento de liberdade do rock e das cervejas artesanais e criou a Raimundos Helles.  “A bebida foi desenvolvida com o objetivo de ser uma cerveja diferente, passível de ser bebida por um longo tempo, sem que ela se torne cansativa e repetitiva, assim como o som potente dos Raimundos”, explica Alexandre Bazzo, mestre cervejeiro e proprietário da Bamberg.

A cerveja é uma Helles. Conhecida como pão líquido da Bavária, esse estilo de cerveja é apreciado no mundo todo, principalmente em Munique, na Alemanha.

Com uma coloração amarela e espuma persistente e cristalina, a Helles apresenta aromas de pão, caramelo, floral do lúpulo e malte. Seu sabor equilibrado apresenta notas marcantes do malte e do lúpulo, que age para equilibrar o paladar.
Refrescante, fácil de beber e com teor alcoólico de 5,0%, essa cerveja de baixa fermentação leva três tipos diferentes de maltes.

A Raimundos Helles é uma cerveja de personalidade e harmoniza com pratos leves, não gordurosos e pouco temperados e estará disponível na versão garrafa 600 ml a partir de março e será distribuída pela empresa Bushido Brazil.

Fonte: http://www.dropmusic.com.br/index.php/ultimas-noticias/7495-raimundos-ganha-marca-propria-de-cerveja

Guinness Job

Quer trabalhar na cervejaria mais tradicional do Reino Unido?



 A Guinness está a procurar candidatos para as funções de “profissional da cerveja” para beber cerveja, visitar bares, aprender a história da marca e relatar a experiência no Facebook.

De portugal - A Guinness oferece um contrato de seis meses com horário flexível, celular da empresa e uma remuneração entre os 1250 e 1500 euros. Para tal, os candidatos têm de ter, no mínimo, 19 anos, isto é, “um ano de experiência a beber, de forma responsável”, e disponibilidade para viajar.

Os candidatos passarão por três fases de seleção, sendo a última uma entrevista aos 10 candidatos finais. As candidaturas estão abertas até ao dia 28 de abril na página de Facebook da Guinness Portugal ou da FunnyHow.

Saiba mais em: http://www.dinheirovivo.pt/Emprego/Artigo/CIECO132608.html 

#pelosatelite #djjonesco  #avecesarco #guinness

Legislação sobre cervejas

PROJETO DE LEI Nº , DE 2013
(Do Sr. Rogério Peninha Mendonça)
Dispõe sobre a produção de cerveja artesanal.

O Congresso Nacional decreta:

Art. 1º Poderá ser designado estabelecimento produtor de cerveja artesanal aquele localizado em área urbana cuja produção máxima anual não ultrapasse trinta mil litros.

Art. 2º O estabelecimento produtor de cerveja artesanal e seus produtos deverão ser registrados no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), conforme disposto na Lei nº 8.918, de 14 de julho de 1994, e em seus regulamentos.

§1º O registro de que trata o
caput deste artigo e sua renovação ficarão condicionados ao cumprimento das exigências higiênicosanitárias e de qualidade, assim como à comprovação periódica do estabelecido no art. 1º.
§ 2º Para fins do que trata este artigo, o MAPA deverá simplificar os procedimentos e adequar suas exigências às finalidades e dimensões que caracterizam a produção artesanal, nos termos desta Lei.

§ 3º A inspeção e a fiscalização da produção da cerveja artesanal devem ter natureza prioritariamente orientadora, observando-se o critério de dupla visita para lavratura de autos de infração.

Art. 3º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.

JUSTIFICAÇÃO
Historiadores e arqueólogos dizem que a criação da cerveja foi provavelmente um acidente. Sua origem está ligada ao descobrimento da fermentação, há cerca de 10.000 anos. A primeira poção alcóolica foi criada na China, por volta do ano 8.000 A.C. e aperfeiçoada posteriormente pelos sumérios, que encontraram no trigo e na cevada os mesmos prazeres que chegam hoje estupidamente gelados em nossa mesa.

O Brasil é o terceiro maior produtor mundial de cerveja (13 bilhões de litros/ano) e o quarto maior consumidor em volume (atrás de EUA, China e Alemanha), com consumo per capita de 57 litros anuais. Nesse
universo, as cervejas artesanais, a partir dos diversos estilos e aromas, conquistam cada vez mais admiradores no País. De acordo com as diversas entidades representativas desse segmento cervejeiro, a ausência de normas e regulamentos para a produção e a comercialização da cerveja artesanal é o principal entrave para a
difusão da produção e o crescimento do segmento.

A Lei nº 8.918, de 14 de julho de 1994, estabelece o regramento geral para a padronização, classificação, registro, inspeção, produção e fiscalização de bebidas em todo o território nacional. Em seu art. 11, está determinado
que “o Poder Executivo fixará em regulamento, além de outras providências, as disposições específicas referentes à classificação, padronização, rotulagem, análise de produtos, matérias-primas, inspeção e fiscalização de equipamentos, instalações e condições higiênico-sanitárias dos estabelecimentos industriais, artesanais e caseiros, assim como a inspeção da produção e a fiscalização do comércio de que trata esta lei”.

Em 1997, publicou-se o Decreto nº 2.314, de 4 de setembro, visando a regulamentar a referida Lei (o Decreto foi várias vezes modificado e finalmente revogado pelo
Decreto nº 6.871, de 4 de junho de 2009, que está em vigor). Entretanto, as normas regulamentares relativas às bebidas caseiras e artesanais, em geral, e às cervejarias artesanais, em particular, não constam dos decretos regulamentadores.

Os objetivos deste Projeto de Lei são o de caracterizar o estabelecimento produtor de cerveja artesanal por meio da limitação de sua produção em trinta mil litros por ano e de autorizar seu registro no Ministério da
Agricultura, Pecuária e Abastecimento, desde que o mesmo cumpra as exigências higiênico-sanitárias e de qualidade estabelecidas pelo órgão registrador. Ademais, determina que os requisitos para o registro sejam
adequados às finalidades e dimensões do empreendimento e os processos relacionados ao registro, simplificados. Finalmente, assevera que a inspeção e fiscalização da produção de cerveja artesanal tenha natureza prioritariamente orientadora.

Dessa feita, solicito aos nobres pares o apoiamento a esta proposição que, tenho a convicção, será de grande importância para crescimento deste segmento econômico no Brasil.

Sala das Sessões, em de de 2013.
Deputado Rogério Peninha Mendonça

Fonte: http://www.camara.gov.br/proposicoesWeb/prop_mostrarintegra%3bjsessionid=B5384ED199AB10F7DF63264DD7BDA90D.node2?codteor=1067570&filename=PL+5191/2013

terça-feira, 2 de abril de 2013

Futebol e Cerveja


Vereador quer impedir a inclusão do nome de cerveja na Arena Fonte Nova


Publicada em 02/04/2013 11:22:36

O vereador Marcell Moraes (PV) preparou um projeto de indicação destinado ao governador Jaques Wagner com o objetivo de impedir que a Arena Fonte Nova seja batizada com o nome da cervejaria ItaipavaO legislador se declara expressivamente contrário ao fato de o principal equipamento esportivo da Bahia ser intitulado por uma bebida alcoólica.

“O esporte é o aliado da saúde, do bem estar, e não pode ser relacionado justamente com algo que deve ser abominado da vida dos atletas, que é o alcoolismo”, argumenta o vereador.

Caso o nome da cerveja seja realmente inserido na Arena, Marcell promete acionar todas as instancias jurídicas possíveis para impedir o que ele chama de desrespeito ao atleta e às pessoas. Marcell defende que o estádio de futebol seja mantido com o nome do Governador Otávio Mangabeira. Para ele, uma das figuras mais marcantes e importantes da cena política baiana.



“A cada dia me surpreendo com a atualidade do termo usado pelo governador Mangabeira bem lá atrás, quando ele dizia: ‘Pense num absurdo. Na Bahia tem precedente’. Porém jamais imaginei que pudesse utilizar essa frase justamente por uma injustiça à história de quem criou essa frase. O governador Jaques Wagner deveria se espelhar na figura de Mangabeira e não deletar seu nome de um equipamento tão importante para nós baianos. Ver o nome de Otávio Mangabeira sendo substituído por cachaça será um dos absurdos mais sem precedentes que já vi”, dispara o vereador Marcell Moraes.

Fonte: http://www.tribunadabahia.com.br/2013/04/02/vereador-quer-impedir-inclusao-do-nome-de-cerveja-na-arena-fonte-nova

#pelosatelite #avecesarco #arenafontenova #futebolecerveja #futebol
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