quarta-feira, 2 de julho de 2014

Cerveja para Leigos

Cervejas para Leigos entra na segunda edição!



Não interessa se você é novato ou já conhece o básico, Cerveja Para Leigos e um livro que o levará a reconhecer características próprias de cada tipo de cerveja. Você estará apto a apreciar e avaliar cerveja com propriedade. Descubra os lugares onde a cerveja faz e acontece. Compre e sirva como um verdadeiro connoisseur!

Na primeira das cinco partes do livro, os autores Marty Nachel e Steve Ettlinger falam a respeito dos ingredientes e como a cerveja é feita. A segunda parte descreve em detalhes os principais estilos de cerveja, ensina os jargões do mundo cervejeiro e desmistifica mesmo os tipos mais incomuns da bebida que mais amamos.

Na parte III, o leitor obtém um guia sobre como comprar, servir e  degustar cerveja corretamente, além de um capítulo inteiro de deliciosas receitas onde o diferencial é a inclusão de cerveja entre os ingredientes. Em seguida, você descobrirá quais os melhores lugares no mundo para saborear cerveja e aprenderá o básico para começar a fabricar a sua própria cerveja em casa. 

O livro inclui ainda dois apêndices com tabelas classificatórias por estilos e uma breve história da cerveja.

Autor:  Marty Nachel , Steve Ettlinger
Categoria: Para Leigos
Edição:  Tradução da 2ª edição, 2014
Número de páginas: 376
ISBN: 978-85-7608-827-1

#pelosatelite #avecesarco #djjonesco #cervejaparaleigos

segunda-feira, 30 de junho de 2014

Ave César!

Ave, César!

Júlio César (Foto: Sérgio Barzaghi/Gazeta Press)
Sérgio Barzaghi/Gazeta Press
Depois de um segundo tempo sem garra, sem jogadas ensaiadas, sem meio de campo e sem entrosamento por parte da seleção brasileira, que parecia ter sofrido um apagão, foi a vez do contestado Júlio César mostrar a que veio. Sim, ontem ele teve que justificar a confiança de Felipão. Poderia ser a consagração ou a derrocada de uma carreira. Estava nas mãos dele. As lágrimas antes dos pênaltis, a oração de Tiago Silva, o desespero dos brasileiros. E Júlio mostrou duas coisas: competência e sorte.
Pois é, quando preciso foi o cara defendeu duas cobranças de pênaltis e ainda contou com a sorte na última cobrança do chileno que bateu na trave e também naquela outra bola na trave que tomou durante o jogo. Pois é, Júlio César, tem estrela, sorte e foi competente o suficiente para levar a seleção às quartas. Sim, porque o mérito é todo dele.
Eu sabia que o Brasil não teria vida fácil se o jogo fosse para as penalidades. Poucas vezes a seleção treinou as cobranças de pênaltis. Tanto que perderam dois e isso, na minha visão, é inadmissível. Cobrança de pênalti é muito treino, e claro que precisa de sorte, mas é aquela velha história: 99% de transpiração e 1% de sorte.
O time de Felipão fez um jogo muito ruim contra o Chile. Tudo bem que o árbitro ajudou, mas Fred e Jô que me desculpem, essa Copa não é de vocês. Vamos que vamos, sexta é dia de encarar a Colômbia. Acho que dá Brasil!

sexta-feira, 27 de junho de 2014

As 10 marcas de cervejas mais valiosas de 2014


Cerveja Budweiser Light
São Paulo - A Bud Light é a marca de cerveja mais valiosa do mundo em 2014, segundorelatório da consultoria de pesquisas de marketing Millward Brown. 
Com avaliação de quase 12,6 bilhões de dólares, o produto sustentou o posto de marca de cervejas mais vendida dos Estados Unidos, um dos únicos mercados do mundo dominados por cervejas light.
O Brasil tem dois representantes na lista, Skol e Brahma, cujas marcas foram avaliadas no ranking respectivamente em 7 bilhões e 3,5 bilhões de dólares. Confira o desempenho dos 5 primeiros lugares.
1. Bud Light
Valor de marca:
US$ 12,580 bilhões
Variação ante 2013:
16%
Contribuição da marca para a compra (de 1 a 5):
3
País de origem:
Estados Unidos

2. Budweiser
Valor de marca:
US$ 11,834 bilhões
Variação ante 2013:
25%
Contribuição da marca para a compra (de 1 a 5):
4
País de origem:
Estados Unidos

3. Heineken
Valor de marca:
US$ 8,670 bilhões
Variação ante 2013:
5%
Contribuição da marca para a compra (de 1 a 5):
4
País de origem:
Holanda

4. Stella Artois
Valor de marca:
US$ 8,237 bilhões
Variação ante 2013:
30%
Contribuição da marca para a compra (de 1 a 5):
4
País de origem:
Bélgica

5. Corona

Valor de marca:
US$ 8,025 bilhões
Variação ante 2013:
21%
Contribuição da marca para a compra (de 1 a 5):
4
País de origem:
México

As demais são: Skol, Guiness, Águila, Lite, Brahma.


terça-feira, 24 de junho de 2014

Tianastácia Golden Ale by Krug

Tianastácia lança cerveja em parceria com a mineira Krug Bier


Mais uma banda entra no hall das cervejarias. Dessa vez a também banda de Rock mineira Tianastácia (http://www.tianastacia.com.br/) elaborou em conjunto com a cervejaria Krug Bier uma clássica Golden Ale. Os aromas e sabores são dignos da banda. Vale a pena beber e vale a pena escutar o Rock and Roll desses caras.

Tivemos acesso com exclusividade ao primeiro lote produzido. O rótulo ficou muito bacana por sinal. As garrafas já se encontram disponíveis para venda na Krug Bier pelo telefone (31) 3507-0777


Destaque no cenário musical do país, a banda é reconhecida pela diversidade de estilo musical e irreverência.
Com a base musical ancorada no bom e velho rock’n roll, a família Nastácia transita por diversos estilos. Pop, rock, música eletrônica, romântica e outros ritmos possibilitam que o grupo surpreenda e cative novos públicos a cada álbum lançado. A irreverência, o bom humor e a criatividade nas músicas fazem do Tianastácia um dos maiores ícones do pop rock mineiro.
Em 1992, os amigos André Miglio (vocal), Henrique Rodarte (guitarra), Antônio Júlio (guitarra), Beto Nastácia (baixo) e Cadu (bateria) se juntaram para se divertir fazendo música. A brincadeira ficou séria em 1995, quando o Tianastácia venceu o FestValda, com a música Cabrobó – que estourou nas rádios de todo o território nacional -, na categoria Inéditas.
O primeiro álbum da banda, Acebolado, foi gravado em 1996 pela Cogumelo Records, selo que lançou o Sepultura. Nessa mesma época, Léo Nastácia assumiu as guitarras, substituindo Henrique Rodarte. No fim de 1997, o vocalista André Miglio deixou o grupo e foi substituído por Podé e Maurinho. Logo em seguida os artistas gravaram o segundo álbum, Tianastácia, dedicado à memória do baterista Cadu, que faleceu na época. Por esse motivo, Glauco Nastácia entrou para a banda.



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