Gostaria de citar o pensamento do mestre Fernando Lana Souza, quem eu conheci nesta semana de Natal. Trata-se de um senhor, muito bacana que trabalhou anos afinco no Banco BDMG e na Belotur, pai de uma grande amiga que tenho grande afeto a consideração, a Fernanda Lana. Talk active, bom contador de histórias, maestrou causos da antiga Cervejaria Antarctica e soltou uma nota que achei bacana e bons para os ouvidos, ao qual decidi colocar aqui. Depois de alguns chopes Ave Cesar, (dei-lhe "garantia de 1 hora" após instalação da máquina), ele nesse meio tempo me disse:
- "Há 3 invenções que foram perfeitas, as mais perfeitas em minha visão:
As notas musicais: Dó, Ré, Mi, Fá, Sol, Lá, Si, Dó. São 7. Sempre foram 7 e sempre será. As combinações das notas ficam a cargo do compositor ou do músico, mas não tem perhaps! Elas estão ali, intocáveis. As músicas, desde as eruditas ao rock n'roll, utilizam-se e se utilizarão deste milenar recurso metodológico.
As cartas de um baralho: São 52. Inicia-se do As, e vai passando pelo 2,3,4,5,6,7,8 ,9,10, e seguem o Valete, a Dama e o Rei. Tem o Coringa de quebra! Mas ninguém ainda não criou outras cartas. O jogo pouco importa! É truco, é poker, é buraco, é rouba-monte, pif-paf, paciência, mas as 52 cartas estão lá! Também intocáveis! Criado pelos chineses, passou pelos egípcios e foram adaptadas pelos franceses e daí não houve mais evoluções (e não haverá.)
A cerveja: Desde os primórdios ela está ali. Pode ser pilsen, stout, porter, bock, weiss, dubbel, tripel, quadrupel, saison..., não interessa! É, no fim da conta, cerveja! É paixão! É bão demais da conta! E vamos encher o copo de novo!"
Feliz 2013!
Foto: Internet/Copag.
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