terça-feira, 17 de setembro de 2019

Cervejaria Biela Bier

Vai uma Biela ai?

Em setembro, Carlos Bufon, proprietário desta cervejaria localizada em Luziânia, Goiás nos contou um pouco mais sobre a história dessa afamada empresa, repleta de motociclistas e rock and roll!

Como iniciou a ideia de produzir cervejas em Luziânia até montar a cervejaria?
A primeira vez que tive contato com cervejas artesanais foi em uma das minhas viagens de moto, e desde então, busquei apreciar cervejas diferenciadas. Porém, em Luziânia, cidade em que moro, dificilmente as encontrava. Então, um dia, soube que um amigo de outra cidade fazia cerveja em casa. Achei curioso e entrei em contato com ele para saber mais. Também pesquisei o assunto e cheguei à conclusão que essa poderia ser uma forma de ter cervejas dos mais diversos estilos na minha própria casa, para o meu consumo. Comprei um equipamento caseiro para produção de 20 litros com uma receita pronta de Pale Ale. Comecei somente com uma apostila e um CD que mostravam o passo a passo do processo. Posteriormente descobri que poderia fazer até 25 litros nesse equipamento e então mandei fazer sob encomenda dois fermentadores de 25 litros cônicos, de polipropileno, que cabiam no meu freezer com controle de temperatura.
Paralelamente, iniciei um curso de Sommelier de Cervejas pelo Science of Beer, como uma forma de conhecer mais do universo cervejeiro – escolas cervejeiras, estilos, análises sensoriais, harmonizações e etc.

Nesse curso, tive a oportunidade de conhecer diversas pessoas do segmento, entre apreciadores, cervejeiros caseiros, mestre cervejeiros, sommeliers, professores respeitados e proprietários de cervejarias e bares. E por meio desses contatos consegui me aprofundar de forma mais empírica no assunto.

Com o tempo fui buscando mais conhecimento e fiz outros cursos como o de Cervejeiro Caseiro, Tecnologia Cervejeira com professores do SENAI – RJ, Especialização em Leveduras, etc. O estudo com leituras aprofundadas sobre o processo cervejeiro e a busca por informação com pessoas do ramo estava ficando cada vez mais instigante.  A cada dia tomava mais gosto pela arte de fazer cerveja. Nesse momento, percebi que os 50 litros mensais que estava produzindo não eram mais suficientes nem para mim, nem para os meus amigos, que então passaram a consumir e apreciar minhas cervejas, já então com receitas próprias.

Ao final de 2015, o Motoclube Biela Quente, que nasceu em 2001 em Luziânia, e que sou um dos fundadores, me perguntou da possibilidade de fazer uma cerveja para a confraternização de final de ano do grupo. Eu topei mas disse que precisava de ajuda, já que tinha tempo disponível somente no final de semana e teria que fazer duas brassagens em um só dia. Foi então que o José Ferreira, também integrante do Motoclube e meu amigo de longa data, se prontificou a ajudar na brassagem. Neste dia ele foi contaminado pelo gosto da arte cervejeira e começamos a fazer as brassagens sempre juntos. Depois de pouco tempo começamos a discutir a ideia de evoluir o processo com a compra de novos equipamentos para transformar esse hobby em negócio.

Resolvemos adquirir um equipamento mais moderno, com capacidade de 50 litros, e um fermentador de 100 litros, todos em inox e elétricos. Precisávamos fazer duas brassagens para encher o fermentador, esse processo durava em média 12 horas quando o resfriamento colaborava... mas já chegamos a ficar 20 horas nessas brassagens, em função da nossa pouca experiência naquela época. Era bastante cansativo!

Para aprimorar nosso processo, contratamos a consultoria do Mestre Cervejeiro João  Monteiro Junior, formado na Alemanha e com experiência sólida em várias cervejarias no Brasil e no Exterior. Isso nos fez dar um grande salto na qualidade da produção e processos, que até então era bem caseira. Fruto de tantas horas de estudo, criei as minhas próprias receitas, que agradavam grande parte do público. E por causa disso o Mestre Monteiro me deu um título, que aceitei de forma muito honrosa, que foi o de “Paneleiro Graduado”.

A obstinação por melhorar sempre nos acompanhou. Foi então que demos mais um passo importante, vendemos o equipamento de 50 litros para comprar um de 100 litros e investimos em mais um tanque de 100 litros. Agora, com capacidade de produção de 200 litros, tínhamos a expectativa de conseguir atender os pedidos dos amigos, que só cresciam.

Essa quantidade foi suficiente para dar conta da demanda durante um curto período de tempo. Novamente a procura cresceu. Eu e o José percebemos que normalmente nossa produção estava vendida antes mesmo de estar pronta. Vimos que transformar isso em um negócio de grande porte seria uma boa oportunidade para nós e para nossa cidade, com amplo mercado local.

Em maio de 2017, resolvemos que seria o momento de transformar o sonho em realidade. Começamos a construção da fábrica e a aquisição de equipamentos. Fizemos todo o projeto conforme as especificações do MAPA (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento) e em Setembro de 2017 começamos a execução.

O prazo de construção, entrega dos equipamentos, testes e atendimento às exigências governamentais demorou quase dois anos, muito acima do que esperávamos. Só obtivemos nosso registro junto ao MAPA em Julho de 2019.

Atualmente, temos todos os registros necessários e capacidade de produção de 3 mil litros por mês, mas queremos chegar a 18 mil litros mensais. Nosso foco vinha sendo a produção com envase em garrafas, mas nossa mais nova aquisição foi uma câmara fria e pretendemos entrar firmes no mercado de comercialização on-tap.

A imagem pode conter: nuvemHoje vendemos nossa cerveja em Luziânia, Cristalina e Distrito Federal, por meio de distribuidoras. Também atuamos realizando eventos bimestrais em frente a cervejaria. A proposta dos eventos é promover um ambiente de encontro dos amantes de uma boa cerveja e uma boa música. Eles acontecem sempre durante um sábado, fechamos a avenida e colocamos bandas de rock e food trucks. A quantidade de participantes nos nossos eventos aumenta a cada edição.

Por que o tema motocicletas?

No final de 2015, aceitamos fazer a cerveja para a confraternização do motoclube Biela Quente. Na confraternização, ao som de muito rock and roll, risadas e nossa cerveja, sempre ouvíamos alguém dizer, traz uma “Biela” aí.

Ao fim do dia, percebemos que o nome Biela se tornou uma identidade da nossa cerveja, que busca representar a paixão em duas rodas, rock and roll e cerveja de boa qualidade para celebração com amigos. Ela nasceu sendo a cerveja de motociclista para motociclista.

Como o nome do motoclube “Biela Quente” já era conhecido na cidade, em cidades vizinhas e no DF, isso se tornou um gancho para o nome da cerveja, para a nossa identidade. E foi assim que nasceu o nome “Biela Bier”, onde nosso slogan é “O Sabor da Aventura”.


Quais foram os desafios mais críticos?

Nenhuma descrição de foto disponível.A decisão de fazer um altíssimo investimento apenas com recursos próprios e conseguir ultrapassar todas as barreiras que os órgãos governamentais nos impõe, especialmente nas esferas municipais e federais, foi um risco muito alto que corremos. Foi preciso muita resiliência, tivemos vontade de desistir várias vezes. É incrível a quantidade de entraves burocráticos que são criados para quem quer empreender no Brasil, o que impede o crescimento do país.

O chamado “Custo Brasil”, seja em burocracias, altos custos e precária mão-de-obra são os maiores entraves para o crescimento.

Mas seguimos firmes, eu e meu sócio, José Ferreira, empregando 3 pessoas fixas e outras pessoas pontualmente na realização dos eventos.

Cite curiosidades sobre a cervejaria

Em nossos rótulos procuramos colocar imagens de locais que já estivemos em nossas viagens de moto, e escolhemos um modelo/estilo de moto que representa melhor o tipo da cerveja.

Em cada rótulo de nossa cerveja procuramos ligar a sensação que o motociclista sente ao pilotar determinado estilo de moto com a sensação de apreciar uma Biela Bier. Nosso slogan é “O Sabor da Aventura”.

Atuamos de forma muito responsável e sempre lembramos que se beber, você não pode pilotar.

Os eventos que fazemos em nossa cervejaria sempre são temáticos. Já realizamos junto com a largada/chegada de um Enduro de Cross Country (motos), outro com Aniversário do Biela Quente Motoclube, juntando vários motociclistas, outro com foco nos carros antigos e Hot Roads, e agora em outubro faremos um evento com foco no Movimento Outubro Rosa. Estamos ansiosos pelo lançamento.

Também procuramos fazer sempre uma parte social, em eventos que focam na coleta de alimentos não perecíveis para doação em instituições carentes. Esse ano, por exemplo, arrecadamos quase 700Kg de alimentos que foram doados a um asilo e orfanato da região.


Biela Bier 
Avenida Goiás, Quadra 37 Lote 06 Galpão 2
St. Leste, Luziânia/GO

Tel.: (61) 99638-1464

sexta-feira, 6 de setembro de 2019

Rainha da Noite, a mineirinha sem glúten


 Maria Antonieta
Mineiros lançam o primeiro clube de assinatura do país para a venda exclusiva de cerveja sem glúten

O mestre cervejeiro Mozart Nogueira e o empresário Júlio Martins  lançam no dia 19 de setembro, quinta-feira, em Belo Horizonte a marca de cerveja artesanal sem glúten Rainha da Noite. Além do diferencial na composição da bebida - indicada para pessoas com restrição ao consumo de glúten e para os adeptos de uma dieta sem a proteína -, os rótulos são comercializados por meio de um modelo de negócio que vira febre no mundo: os clubes de assinaturas eletrônicos, em que os consumidores podem pagar mensalmente, semestralmente ou anualmente pelos produtos ou serviços. Será o primeiro clube de assinaturas para a venda exclusiva de cervejas sem glúten do Brasil.

A ideia de criar o produto, com nome de uma das árias da ópera Flauta Mágica, de Wolfgang Amadeus Mozart, de 1791, nasceu de uma necessidade do mestre cervejeiro e pianista Mozart Nogueira, brasileiro, portador da doença celíaca. A enfermidade é caracterizada pela intolerância ao glúten - proteína presente na cevada e outros  ingredientes das cervejas tradicionais. Mozart conta que sentia dificuldade em encontrar uma “loura gelada” sem glúten com sabor agradável. “Há algumas no mercado, mas sem qualidade e sabor. Ao contrário da proposta da maioria das cervejas sem glúten, a nossa não é produzida com enzimas que degradam o glúten, e sim, de matéria-prima naturalmente sem a proteína”, compara.


Depois de se debruçar em estudos e testes durante oito anos, Mozart criou fórmulas de cervejas sem glúten e apresentou ao empresário Júlio Martins, que abraçou a ideia. Daí surgiu a marca Rainha da Noite, da ópera de Mozart, para dar nome à complexidade desta cerveja sem glúten do Mozart brasileiro, com produção em Sete Lagoas (MG), que oferece, inicialmente, o sabor Maria Antonieta (Brut IPA). 

Com o nome da monarca francesa, a cerveja tem como ingredientes  água, painço-milheto e lúpulo. Simbolizada pelo estilo bière brut, é uma bebida leve, delicada e elegante, de baixo amargor e teor alcoólico pronunciado, com aromas marcantes conferidos pelo lúpulo Ekuanot. Também no dia do lançamento haverá degustação da cerveja escura Rainha de Sabá que passará a ser comercializada 40 dias depois. Outras virão de 40 em 40 dias: Nefertiti (English Pale Ale) e Maria Vitória (Amber Ale).

As cervejas podem ser adquiridas  no site www.rainhadanoite.com.br por meio de assinaturas mensais. Atualmente, os clientes podem adquirir unidades, com preço promocional de R$ 20,00 até dia 30/09. A partir de outubro serão oferecidos três planos: o Aristocrata (R$ 24,90) e o cliente recebe em casa uma cerveja: o Família, (no valor de R$ 74,70), que dá direito a três cervejas; e o Premium (R$ 149,90) em que o cliente recebe seis cervejas. O pagamento é feito por meio de cartão de crédito.

O investidor Júlio Martins resolveu apostar nas vendas por assinatura na internet como forma de atingir um público mais selecionado, mas motivado também pelo sucesso da modalidade de negócio. Pesquisa feita pela consultoria Mckinsey revela que o comércio de mercado eletrônico por assinatura tem crescido 100% ao ano. 

Sobre o cervejeiro Mozart Tavares

O mestre cervejeiro Mozart Tavares Nogueira é natural de Itaúna-MG. Iniciou a sua carreira profissional como advogado empresarial, voltado para a indústria de alimentos. Mas foi em 2006 que descobriu sua grande paixão: a cerveja.  Por meio de pesquisas e estudos, autodidata, Mozart dominou um extenso conhecimento sobre todo o processo de produção.

Aos 33 anos, logo após descobrir que é portador de doença celíaca, aplicou seus 8 anos de pesquisa para aperfeiçoamento de uma cerveja que une qualidade, sabor e a utilização de grãos naturalmente sem glúten. 

Nasce assim, a primeira cerveja feita totalmente sem glúten com sabor agradável no Brasil. Sua principal missão é garantir momentos de felicidade, saúde e bem-estar a todos que valorizam a degustação de uma boa cerveja, sem distinção. 

Hoje, com 13 anos de estudo em sua bagagem, Mozart segue sua busca por diversidade de sabores e experiências gastronômicas únicas. Também produtor de embutidos cárneos, cervejas, hidromel, géleias, gin e licores, Mozart se mostra um verdadeiro marco na gastronomia brasileira.


ASSESSORIA DE IMPRENSA   
MOMBAK COMUNICAÇÃO ESTRATÉGICA
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segunda-feira, 19 de agosto de 2019

Programa Trainee Ambev 2020


Trainee Ambev

A Cervejaria Ambev está com seu Programa de Trainee 2020 aberto!

Se você procura por desafios, impacto, informalidade, autonomia, desenvolvimento e tem um sonho grande, não deixe de se inscrever!

O Trainee Ambev 2020 engloba todas as áreas do conhecimento e tem 4 meses de duração para formação dos futuros líderes da nossa Cervejaria. Durante o treinamento, você ficará imerso nas diferentes áreas do negócio e irá conhecer algumas das nossas cervejarias e operações no Brasil.

Além de aprender na prática, você fica próximo e recebe o apoio de líderes para desenvolver a sua carreira e assumir novos desafios.

Há três categorias: Trainee Business - Trainee Supply - Trainee Tech 

Acidente de Trabalho em Cervejarias


Resultado de imagem para Garrafa Heineken quebrada
Homem morre esmagado dentro de máquina da cervejaria Heineken
da Redação.

Um funcionário de uma fabricada da cervejaria Heineken, localizada em Itu, no interior de São Paulo, morreu dentro de uma máquina de cerveja na tarde do último sábado.

José Antônio Pio Botelho, de 54 anos, fazia a manutenção interna da máquina que faz a limpeza das garrafas. Neste momento, um outro funcionário, que não havia notado a presença do seu colega de trabalho dentro do equipamento, acabou por ligar o aparelho. Assim, o mecânico foi esmagado instantaneamente pelo aparelho. Botelho chegou a ser socorrido com vida do local, mas não resistiu aos ferimentos.

Em nota, a Heineken lamentou o ocorrido e afirmou que oferecerá apoio aos familiares.

"O grupo Heineken no Brasil infelizmente confirma a ocorrência de um acidente fatal envolvendo um terceiro, que prestava serviços em sua unidade de Itu. Lamentamos profundamente o ocorrido e, neste momento de pesar, expressamos nossos sentimentos e permanecemos concentrados no acompanhamento das ações adotadas pela empresa contratada, visando total apoio aos familiares", afirmou a empresa no comunicado.


quinta-feira, 18 de julho de 2019

Propaganda abusiva sobre consumo de bebidas alcoólicas


MPMG multa choperia de Uberlândia por publicidade de evento em que “mulheres de minissaia ou vestido acima do joelho não pagam”

O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), por meio do Procon-MG, aplicou multa administrativa no proprietário de uma choperia situada em Uberlândia, no Triângulo Mineiro, em razão da veiculação de publicidade abusiva que reforça a cultura de objetificação da mulher. A propaganda, feita em 25 de junho de 2017 na página do estabelecimento em uma rede social, buscava promover um evento realizado pela choperia e, para isso, utilizou os seguintes dizeres: “Mulheres de minissaia ou vestido acima do joelho não pagam até 23h e bebem a noite toda”.
Diante do fato, o Procon-MG instaurou Processo Administrativo com o objetivo de apurar o descumprimento do Código de Defesa do Consumidor e do Decreto n° 2.181/1997, que trata do Sistema Nacional de Defesa do Consumidor.
Após ser notificado sobre o procedimento, o empresário apresentou defesa alegando que não tinha conhecimento sobre a abusividade da publicidade, especialmente quanto ao seu cunho ofensivo. Segundo o proprietário, a publicação foi excluída imediatamente, na presença do fiscal do Procon municipal, e, na sequência, foi divulgada retratação na mesma rede social em que ele esclareceu o equívoco e se desculpou pelo teor da publicação. O evento divulgado ocorreu no dia previsto.
Conduta repudiável

Conforme o promotor de Justiça Fernando Rodrigues Martins, a conduta do empresário “se revela extremamente discriminatória e repudiável” e, por conter caráter discriminatório e nítida abusividade, viola o art. 37, § 2º, do Código de Defesa do Consumidor. “Os termos da publicidade difundida reforçam, sobremaneira, a objetificação da mulher. Isso porque, mesmo que de forma velada, o anúncio em apreço preconiza a qualificação do público feminino como um atrativo da casa”, expõe o promotor.
Fernando esclarece que os termos usados na publicação convergem com a banalização da imagem da mulher e “prejudicam excessivamente” a igualdade de gêneros almejada pela Constituição Federal, “na medida em que a aparência da mulher, e, especificamente, o tamanho da roupa, importam mais do que todos os outros aspectos que as definem enquanto indivíduos”. Em razão  disso, segundo o promotor, a gratuidade de entrada e bebida para as mulheres com base no tamanho ou tipo de vestimenta é medida desproporcional e inteiramente injustificada.
Ainda segundo Fernando, a exclusão do anúncio e a retratação do autor não eximem o empresário da responsabilidade pelo fato. A multa aplicada, de R$ 720,35, tem caráter pedagógico e foi calculada com base nos artigos 56, I, e 57 do CDC.
Ministério Público de Minas Gerais
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17/07/2019

terça-feira, 16 de julho de 2019

Abadia da Gerais


Retransmitimos com satisfação a mensagem de Danilo Mendes e seus amigos sócios:

É com muita satisfação que convidamos você para a inauguração da Cervejaria Abadia das Gerais!

Data: 31 de Agosto (Sábado).

O evento será realizado na Avenida Canadá 968, Jardim Canadá, das 13hrs. às 18hrs. Lançaremos também nossos três primeiros rótulos: Belgian Blond, Pale Ale e Abbey Ale. Os ingressos podem ser adquiridos pelo Sympla no link abaixo:

https://www.sympla.com.br/lancamento---cervejaria-abadia-das-gerais__561434

Prestigie! Seja Bem-vindos! Aguardamos vocês!

terça-feira, 2 de julho de 2019

Gestão de Riscos 2019



Gestão de riscos e a condução consciente

Por Henrique Oliveira*

Recentemente, lembrei-me de um filme estrelado pelo ator Michael J. Fox chamado “O Segredo do Meu Sucesso”, editado no ano 1987. Tratava-se de uma comédia romântica ao qual ele, um recém-formado de uma faculdade do Kansas, corre em busca do seu primeiro emprego em uma empresa ao qual seu tio distante se tornara presidente. Ao perceber a existência de um excesso de hierarquias, a burocracia dentro da organização, e o medo de encarar à alta direção, Fox se transforma de um simples office boy de serviços internos a um gerente da corporação, trocando de nome e de uniformes.

O que me fez relembrar a película, foi que naquele tempo empresarial, principalmente nos países de Primeiro Mundo, a leitura e a visão da hierarquia era nítida e definida. A Presidência e a Diretoria davam as cartas; os demais obedeciam e seguiam as ordens. A estrutura era piramidal: na base encontrava-se o time operacional, subindo em seguida para os níveis tático e gerencial e terminando na cúpula dos elementos pensantes. As mensagens, tanto internas quanto externas, eram transmitidas lentamente, por meio de memorandos datilografados e encaminhados por correspondências. Apesar da longevidade do filme de J. Fox, aquele tipo de hierarquia instaurada a séculos, ainda existe nos dias de hoje como, por exemplo, os sistemas católico e militar, onde o primeiro se inicia com o Leigo e termina com o Papa e o outro se inicia na figura do Soldado e termina no General. O tom do regime é ditado pelos que estão em cima, ou seja, “tone at the top”.



O ambiente dos anos 80 permitiam uma certa previsibilidade dos acontecimentos, os mercados eram mais lentos e os países extremamente distantes entre si. Quem conhecia sobre os mercados árabe ou chinês? Ninguém além dos próprios. Certamente isso ficava nas mãos dos árabes e dos chineses ou em grupos outliers, para a conjuntura da década. Havia pouca difusão da informação.  Os objetivos e os riscos corporativos abordados em uma organização apresentavam um olhar intrínseco, um dever dentro de casa a ser cumprido.

Entretanto, após o advento da internet, os cenários econômico e geopolítico mudaram e a comunicação ficou mais do que biônica. Está instantânea. Os mercados se abriram. Os acontecimentos em nível mundial passaram a ser divulgados de maneira escalonar, fragmentada, de forma disruptiva, indefinida e muitas vezes incerta, em questão de horas. É neste cenário que vem a seguinte questão: como gerenciar riscos em um ambiente de alta turbulência, com a existência de sistemas hierárquicos verticalizados, engessados e construídos num passado sem volta?

Pois bem: passou da hora da hierarquia quebrar paradigmas, descer do último andar e sentar em torno da mesa para escutar e discutir mais sobre os riscos que permeiam os negócios, com aqueles que vivenciam o dia a dia dos riscos, com foco nos objetivos estratégicos, nos impactos que poderão ocorrer no meio ambiente e na sociedade, com a visão de médio e longo prazos, ou seja, com sustentabilidade. Essa atitude é uma responsabilidade pessoal do conselho, da alta administração (basta lembrar do Artigo 302 da Lei Sarbanes Oxley) e demais envolvidos. Para obter sucesso, torna-se fundamental a construção e o exercício corrente de comitês de aconselhamento e assessoramento, formado por profissionais internos multidisciplinares e com habilidades capazes de questionar e levantar questões que possam impactar significativamente a continuidade da organização e a permanência saudável de seus stakeholders. Trata-se da atitude de pensar fora da caixa, fora do orçado. A compreensão de riscos ultrapassou a fórmula matemática, os impactos e as probabilidades. Deve-se haver compreensão humana. Deve-se medir as consequências do dano. O que foi tempestivamente aceito no passado passou a ser imprescindível hoje. Nessas circunstâncias, a intercessão contínua de profissionais externos especializados também é uma prática sempre bem-vinda, pois enriquece a tomada de decisão para os novos temas, sejam estes relevantes ou ainda complexos.

Por consequência, a informação não deve se mover de forma vertical e sim circular e multilateral. A confidencialidade deve ser revista e disseminada para melhor fluidez da informação, entre os envolvidos. A formalização dos riscos, bem como as suas respostas, deve estar bem redigidas e fundamentadas, para fins de manutenção e consulta, capaz de prover rastreabilidade da informação a tempo e hora. A análise dos impactos sociais e ambientais tornou-se imperativo. O compromisso da alta administração deve ser o de mover de “tone at the top” para “conduct at the top”, colocando efetivamente a mão na massa, fazendo efetivamente acontecer. Não basta dizer; deve-se conduzir. É uma mudança de cultura de riscos radical.

Acredito e muito nas empresas que levam a gestão corporativa de riscos “à risca”. Sua prática, quando firmada e executada de forma constante e consciente, torna-se um diferencial competitivo, reforça o estudo de caminhos que poderão levar a consciente consecução dos objetivos, auxiliando stakeholders a investirem melhor seus recursos, sabendo aonde estão pisando e com que estão lidando.

Afinal de contas, em se tratando de gestão de riscos, devemos nos importar em sermos globais, mais eficientes, assertivos, proativos e restaurativos do que apenas bem-intencionados.

*Henrique Oliveira é Gestor de Riscos Corporativos e Compliance Officer Cell

Créditos da imagem: Cpl. Theodore W. Ritchie Direitos autorais: This image has been approved for public release by Capt. Clark D. Carpenter, the Public Affairs Officer for the 22nd Marine Expe.

quarta-feira, 26 de junho de 2019

Brasil Brau e Livro Mineiro de Cervejas


Brasil Brasil 2019 retrata salta qualitativo na profissionalização do Setor Cervejeiro
Data: 21/JUN/2019

O principal evento da indústria cervejeira na América Latina reuniu a cadeia produtiva de ponta a ponta e apresentou as novidades do mercado mundial, com expositores de 13 países diferentes; a edição comprovou o posicionamento definitivo e relevante do Brasil no mapa do setor cervejeiro internacional

A 15ª edição da Brasil Brau, feira bienal de tecnologia em cerveja que aconteceu de 28 a 30 de maio no São Paulo Expo, reuniu as últimas tendências mundiais em maquinário, tecnologia, insumos, produtos e serviços do mercado cervejeiro. Participaram 113 expositores vindos de diferentes regiões do Brasil e países como Estados Unidos, Alemanha, Inglaterra, China, Holanda, França, Taiwan, Canadá e México – 33% dos expositores eram estrangeiros. Ao longo dos três dias de evento, 6.500 visitantes circularam pelo espaço de 8.000 m².

A organização do evento comemora os resultados: “A Brasil Brau deste ano foi realmente um divisor de águas, mostrando-se atrativa e internacional. Tivemos mais de 100 expositores representando 13 países diferentes, o que comprova a abrangência e relevância da feira no cenário mundial para quem quer fazer negócios com o Brasil”, analisa Luana Cloper, diretora de negócios da Brasil Brau. Na parte de visitação, ela identificou uma qualificação ainda mais expressiva do que nas edições anteriores. “Tivemos visitantes que representam as indústrias de todos os portes, tanto grandes cervejarias quanto os novos negócios que se apresentam no Brasil, como é o caso dos brew pubs.”

Leandro Spaniol, coordenador de marketing da empresa de refrigeração Zero Grau, que expôs pela primeira vez no evento, concorda: “A feira reuniu desde o cervejeiro que está começando e o empreendedor de médio porte, que já precisa ampliar o negócio, até as cervejarias maiores, que estão pensando em franquias, por exemplo”. “A qualidade dos visitantes é ótima”, atestou Volmir Roberto Gava, diretor da fabricante de equipamentos Egisa. “São pessoas focadas no segmento - compradores, técnicos, cervejeiros, empreendedores – e para nós é muito bom que a feira seja focada e bem dirigida”.


Dentro deste cenário, a presença de expositores de toda a cadeia produtiva foi fundamental para atender à demanda de um público cada vez mais qualificado e profissionalizado. Além das ramificações tradicionais, como maquinários e equipamentos, insumos e embalagem, a Brasil Brau contou com um importante rol de serviços, consultoria e educação, higiene bioquímica e ambiental, biotecnologia e instrumentos de medição e análise.

Atrações de conteúdo

Uma das novidades de 2019 foi a estreia do Brewer Lounge, novo formato de divulgação e interatividade de expositores com seu público-alvo. No espaço, localizado no centro da feira, especialistas apresentaram conteúdo, unindo abordagem técnica com degustação orientada de cervejas em prol do debate de boas práticas, processos de produção, usabilidade de produtos e serviços. Entre os especialistas que participaram dos painéis, Rodrigo Baruffaldi, cervejeiro da Overhop que produz na cervejaria Antuérpia, falou sobre o futuro da cervejaria cigana no Brasil, debatendo modelos bem-sucedidos e novas estratégias para este tipo de negócio, e o sommelier Carlo Bressiani, da Escola Superior de Cerveja e Malte, conversou sobre gestão de custos para cervejarias, apresentando ferramentas que otimizam o desempenho da organização. O espaço contou também com uma palestra oferecida pela McPack, em que Juancho Tabangay, diretor de vendas globais da Chart Inc. para todos os modelos de dosadores, falou sobre nitrobeer – cervejas com nitrogênio líquido.
  
Outra atração foi o tradicional Congresso Brasileiro de Ciência e Tecnologia Cervejeira, já em sua 16ª edição, que teve curadoria de Cilene Saorin – uma das primeiras mestras-cervejeiras do Brasil, com mais de 20 anos de experiência – e da sommelière Rafa Brunetto. A programação incluiu palestras de mestres como o lendário Randy Mosher (EUA), autor da bíblia cervejeira “Radical Brewing”, e o alemão Tobias Fischborn, PhD em cerveja e um dos maiores especialistas do mundo em leveduras, além de uma mesa redonda com os especialistas Luís Celso Jr., do Bar do celso, Heloisa Lupinacci, do Estadão, Bob Fonseca, da revista Menu, e Raphael Rodrigues, do AllBeers, que discutiram tendências cervejeiras e destaques para a próxima temporada.

Prêmio consagrou os destaques

O III Prêmio Brasil Brau de Gestão de Negócios em Cerveja, contribuição da feira para incentivar a valorização e profissionalização das marcas, marcou o encerramento da feira homenageando os profissionais e empresas que se destacaram em diferentes categorias da produção. O primeiro lugar em Design de Embalagem foi para a Cervejaria Tarantino, com o trabalho “Fábrica de Ideias Brasileiras”. Na categoria Sustentabilidade, venceu a parceria entre Allegra e BLUE ITS, pelo projeto “O Dióxido de Cloro TwinOxide como Ferramenta de Redução do Índice de Consumo de Água em Microcervejarias”. A Revista da Cerveja recebeu o prêmio de Comunicação da Cultura das Cervejas pela terceira vez consecutiva graças a seu registro da evolução da cerveja brasileira, enquanto a CIA de Brassagem do Brasil levou o primeiro lugar na categoria Responsabilidade Social.

Na premiação do júri popular, que teve participação do público com quase 2 mil votos, Roberto Leão foi eleito o melhor Mestre Cervejeiro Brasileiro entre os mais de 140 profissionais indicados, e Heitor Silva foi escolhido entre 80 nomes como Sommelier Brasileiro de Cervejas. A Dádiva, representada no palco pela sócia-fundadora Luiza Tolosa, ganhou o prêmio de Melhor Cervejaria. Nas categorias que premiam os fornecedores do setor, a Egisa foi eleita Melhor Fornecedora de Equipamentos e a Agraria levou o troféu de Melhor Fornecedora de Insumos. Abaixo o ranking completo da premiação:

DESIGN DE EMBALAGEM
  
1º lugar: Cervejaria Tarantino com o trabalho Fábrica de Ideias Brasileiras

2º lugar (empatadas): Cervejaria Pratinha com a embalagem da cerveja Birudô e Lohn Bier com a New Zealand Pilsner

3º lugar: WE Consultoria com a embalagem de lúpulo BWS Insumos

SUSTENTABILIDADE

1º lugar: Allegra e BLUE ITS com o trabalho “O Dióxido de Cloro TwinOxide como Ferramenta de Redução do Índice de Consumo de Água em Microcervejarias”

2º lugar (empatados): Cervejaria Tarantino com o trabalho “Sustentabilidade Cervejeira” e Lohn Bier com suas ações em prol do meio ambiente

COMUNICAÇÃO DA CULTURA DE CERVEJAS

1º lugar: Revista da Cerveja (“Registrando a evolução da cerveja brasileira”)

2º lugar: Editora Autêntica (“Cervejas Mineiras: da imigração ao copo”)

3º lugar: Farofa Magazine (site Farofa Magazine)

RESPONSABILIDADE SOCIAL

1º lugar: CIA de Brassagem Brasil (cerveja colaborativa com os vencedores da 2ª Edição do Prêmio Brasil Brau)

2º lugar: Lohn Bier (ações sociais ao longo do ano de 2018)

3º lugar: Cervejaria Tarantino (case Tarantino – ações sociais)

PREMIAÇÃO JÚRI POPULAR

 Mestre Cervejeiro Brasileiro: Roberto Leão
Sommelier Brasileiro de Cervejas: Heitor Silva
Melhor Cervejaria: Dádiva
Melhor Fornecedor de Equipamentos: Egisa
Melhor Fornecedor de Insumos: Agraria
  
Durante a feira, profissionais do setor que circularam pela Brasil Brau também foram convidados a votar no Melhor Lançamento e no Estande Mais Bonito. Para o público, o ambiente mais marcante foi o da Prozyn, especializada em tecnologia de enzimas, que montou um estande com clima de bar, enquanto a LNF teve seu lúpulo Sabro eleito o melhor lançamento.


Fonte: https://brasilbrau.com.br//releases/23

sexta-feira, 7 de junho de 2019

Expocachaça & Brasil Bier 2019


Olá pessoal! Vídeo rápido sobre esta feira que é um símbolo nacional em terras mineiras! Sobre a tutela de José Lúcio e Luís Vicente este é O melhor evento de cachaças do setor. Saiba mais! A feira vai até Domingo em Belo Horizonte.
Nesse meio tempo degustamos a cerveja campeã do Concurso mestre cervejeiro Eisenbahn! Um show!

quarta-feira, 29 de maio de 2019

Brasil Brau 2019

Esta valendo! Brasil 2019 a todo vapor.




A Brasil Brau é um evento que concentra tudo de mais atual em tecnologia, produtos e serviços do mercado cervejeiro do País.

A feira bianual reúne mais de 100 marcas em mais de 8.000 m² e espera atrair cerca de 10 mil de visitantes de diferentes regiões do Brasil e internacionais.

A programação inclui um congresso tradicional e relevante do segmento, além do Prêmio Brasil Brau de Gestão de Negócios em Cerveja. Em 2019. Este ano teremos a estreia do Brewer Lounge um espaço de exposição dedicado à apresentação de conteúdo para unir abordagem técnica com degustações orientadas de cervejas.

Em 2019, a feira conta com 20% a mais de área vendida em relação a 2017, reforçando o caráter internacional do evento, que atrai a atenção de players relevantes de maquinário, insumos e serviços da China, Inglaterra, Estados Unidos e Alemanha, ressalta Luana Cloper, Diretora de Negócios da Brasil Brau. Entre as empresas brasileiras, o encontro promove intercâmbio comercial e técnico envolvendo São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina.

Brewer Lounge

Uma das novidades de 2019 é a estreia do novo formato de divulgação e interatividade de produtores com seu público-alvo. O Brewer Lounge é um espaço para cervejeiros apresentarem conteúdo, unindo abordagem técnica com degustação orientada de cervejas em prol do debate de boas práticas, processos de produção, usabilidade de produtos e serviços. A ativação será gratuita, mediante a distribuição de senha uma hora antes de cada painel com capacidade para 70 pessoas.

Congresso Brasileiro de Ciência e Tecnologia Cervejeira

Entre as principais atrações da Brasil Brau está 16º Congresso Brasileiro de Ciência e Tecnologia Cervejeira, com curadoria de Cilene Saorin uma das primeiras mestras-cervejeiras do Brasil com mais de 20 anos de experiência. A programação reúne profissionais de renome internacional, atuantes no mercado nacional e estrangeiro, para apresentações e debates sobre novas técnicas, soluções e tendências para diversas aplicações do processo produtivo da cerveja. A lenda americana Randy Mosher é destaque da grade de palestras ao lado do alemão Roland Folz, da Pentair, que abordará tendências de sustentabilidade, e da canadense Sylvie Van Zandycke que fala sobre fermentação, para citar alguns.

Prêmio Brasil Brau

O III Prêmio Brasil Brau de Gestão de Negócios em Cerveja é uma contribuição da feira para incentivar a valorização e profissionalização das marcas. O objetivo da premiação é destacar a gestão do negócio de cervejas especiais, em médio e longo prazo, que podem concorrer em quatro categorias: Design de Embalagem, Comunicação da Cultura das Cervejas, Responsabilidade Social e Sustentabilidade. As inscrições podem ser feitas a partir de 20 de março através do site do evento. Além das categorias oficiais, o prêmio também abre uma votação popular para eleger o Profissional em Destaque (Mestre Cervejeiro/ Sommelier) e Fábrica de Destaque (Melhor Cervejaria/Fornecedor de Insumos ou Equipamentos).

SERVIÇO:
Data: 28 a 30 de maio de 2019
Horário: 28 e 29 das 13h às 20h e 30 das 12h às 19h.
Local: São Paulo Expo

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