quinta-feira, 27 de outubro de 2016

Uaiktoberfest 2016

Liberado! Uaiktoberfest 2016 liberado!


Depois da polêmico embargo da realização do maior evento cervejeiro de Nova Lima, a Uaiktoberfest foi liberada pelo corpo de bombeiros.

Esse fim de semana promete. Diversas microcervejarias, comidas típicas, encontro de cervejeiros fundamentarão mais uma vez a importância desse festa que deveria ter começado a séculos atrás.

Para quem não sabe, Nova Lima possuía um pequeno polo cervejeiro formado por imigrantes de diversas nacionalidades. Ingleses, alemães, portugueses, franceses produziam boas cervejas para atender os cidadãos e operários das minas de ouro e minério.

Em breve você conhecerá essa história no novo livro que estou escrevendo, sobre a história da cerveja em Minas Gerais.

O Uaiktoberfest será no Clube do Sindicato dos Mineiros.

Imperdível!

quarta-feira, 26 de outubro de 2016

Barbearia Saideira

Humor sobre a cerveja artesanal

Quem conhece esses artistas sabem que eles são feras na comédia. Otávio Muller (Rede Globo - Entre Tapas e Beijos) e Welder Rodrigues (Os melhores do mundo) fizeram um quadro divertido no Zorra Total nesse fim de semana. 

Veja na integra o vídeo que rolou na internet "Barbearia Saideira"


video
Divertidíssimo! Um brinde à dupla!

segunda-feira, 24 de outubro de 2016

Imposto Simples para Microcervejarias

Simples Nacional: é isso mesmo?

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Estamos torcendo que o imposto simples entre para os pequenos empreendedores de cervejas, vinhos e cachaça, que está prestes a passar por uma sanção do Governo Federal.

Pois bem. É salutar, mas é para prestar a atenção. O Imposto Simples é uma sistemática de formalização tributária, menos complexa e menos detalhada, ou seja, é mais simplificada. Não se trata, em termos práticos, de uma redução tributária, onde os principais impostos incidentes na cerveja, como o IPI e o ICMS, sofrerão renúncia fiscal. O contribuinte que pensa dessa forma pode estar enganado.

Mais que reduzir a burocracia do contador e do microempresário, torna-se importante a redução de impostos. Uma vez que a empresa se enquadre no Simples Nacional os riscos desta em não absorver créditos tributários de compras de insumos ou de itens do ativo permanente são considerados altos. Todas as compras provavelmente virão com substituição tributária. Entendo que as reduções fiscais estarão na esfera dos impostos sociais (PIS, CONFINS, CSSL, etc.). O governo não quer (e não está com sobras de caixa para) abrir mão daquilo que lhe convém.

Novos negócios, quando criados e bem desenvolvidos, deveriam ser melhor atendidos quanto aos encargos que o Fisco impõem, para que haja um crescimento saudável. Governos deveriam ganhar seus tributos pela quantidade produzida e não pela alíquota que entendem ser lucrativa para o erário público. Quem produz mais paga mais; quem produz menos paga menos. Se o empreendedor perder fôlego, nem Governo e nem a sociedade ganham com isso. Ambos também ficarão com sede.

Caso o microcervejeiro entre para o Simples Nacional, compete ao seu contator pegar a calculadora e o lápis para anotar os novos impactos no papel. Esses cálculos serão fundamentais. Isso deve ser feito o quanto antes, tanto para fins de orçamento de 2017, quanto para atender a legislação daquele ano.

Sucesso a todos!

Foto: http://amuletsandale.blogspot.com.br/2014/08/apex-predator-off-color-brewing.html

domingo, 23 de outubro de 2016

Uaiktoberfest 2016

A imagem pode conter: texto


COMUNICADO OFICIAL - EVENTO ADIADO
Informamos que devido a notificação de interdição recebida ontem, 21 de outubro de 2016 pelo Corpo de Bombeiros, o evento Uaiktoberfest 2016 marcado para este final de semana está adiado.
Apesar do cancelamento na data de ontem, a produção não mediu esforços para que o evento ocorresse normalmente neste sábado e domingo. As medidas cabíveis foram tomadas, porém devido ao processo nos tramites legais que necessita de um tempo maior para deferimento ou indeferimento, a produção optou pelo adiamento, haja vista que se perdeu um grande tempo de festa, no qual poderia acarretar maiores prejuízos a todos os participantes e profissionais, músicos, expositores e suas equipes, além de comprometer a logística montada pela produção.
A produção do evento informa que uma NOVA DATA será marcada e divulgada no qual os ingressos ou passaportes já adquiridos terão validade.
- Da devolução do dinheiro dos ingressos
Trabalhamos com total transparência e respeito ao público. Nesta segunda-feira 24 de outubro, informaremos os procedimentos para devolução dos ingressos comprados caso não haja interesse em mantê-los para a nova data que será divulgada.
Nosso maior objetivo neste evento, além da valorização dos cervejeiros e dos músicos da cidade é trazer entretenimento e diversão para as pessoas, e por isso lamentamos profundamente o ocorrido.
Salientamos que todo esforço foi feito para que não ocorresse este tipo de imprevisto e consequentemente o adiamento da festa, uma vez que toda estrutura já estava montada, as equipes e músicos à postos e todas as medidas de segurança preventiva tomadas. Salientamos também que todo empenho será mantido para que a tradicional UAIKTOBERFEST ocorra como já mencionado em nova data a ser marcada e devidamente divulgada.
Dúvidas ou questionamentos, podem ser enviados para o e-mail : ascuarnl@gmail.com onde cada caso será analisado e devidamente respondido.
Atenciosamente,
Produção Uaiktoberfest 2016

sexta-feira, 21 de outubro de 2016

Ambev e as cervejas não maltadas

  • Ambev apoia milho e arroz na cerveja: "muito chato se todas fossem iguais"

  • Getty imagens
Por Afonso Ferreira
Alvo de críticas por incluir cereais não maltados --como milho e arroz-- nas cervejas, a Ambev defendeu a prática e disse que ela é positiva para o mercado cervejeiro. A fabricante é dona de marcas como Skol, Brahma e Antarctica.
"O mundo seria muito chato se todas as cervejas fossem iguais", disse o diretor-geral da empresa, Bernardo Pinto Paiva, referindo-se às cervejas que levam apenas água, lúpulo e malte em sua composição. "Quem é contra arroz, milho e outras misturas na cerveja é contra a diversidade", declarou.

Puro malte?

Para ser considerada puro malte, a cerveja não pode ter adição de cereais não maltados. No Brasil, a legislação permite que as cervejas tenham até 45% desses cereais na composição total dos ingredientes.
A crítica às cervejas com cereais não maltados tem como base a chamada Lei da Pureza, ou Reinheitsgebot no original, instituída na Alemanha em abril de 1516. Segundo ela, os únicos ingredientes permitidos na fabricação deveriam ser água, cevada e lúpulo. Na época, a levedura ainda não entrava na lista porque era considerada uma dádiva dos céus, de acordo com a enciclopédia "Larousse da Cerveja". 
Até hoje, algumas empresas no mundo e no Brasil ainda seguem essa regra quando fabricam seus próprios rótulos. Para Paiva, da Ambev, no entanto, essa receita está atrasada e inibe a criatividade na produção de cervejas. "Não existe certo ou errado em cerveja. Se quiser colocar gengibre, rapadura ou outro ingrediente, qual o problema?", pergunta.

Cerveja mais leve

O uso de arroz e milho tem a função de suavizar a cerveja, ou seja, deixá-la menos amarga e mais clara, afirma o mestre-cervejeiro da Ambev Luciano Horn.
Segundo ele, a cerveja em outros lugares do mundo também tem ingredientes diferentes. "Cada região usa aquilo que tem para fazer cerveja. A Alemanha tem cevada. A China e o Brasil têm arroz. Mas isso não significa que uma é melhor do que a outra, é questão de gosto", diz.
De acordo com especialistas, todos os cereais são fontes de açúcares fermentáveis e capazes de transformar-se em álcool, mas os maltes de cevada e trigo conferem à bebida um sabor mais marcante do que o milho e o arroz.

Encontro com agricultores

Paiva e Horn participaram, nesta quinta-feira (20), de um encontro com produtores rurais em um campo de pesquisa em cevada que a Ambev mantém em Passo Fundo (RS).
Cerca de 250 agricultores estiveram no encontro para aprenderem sobre novas variedades da cevada e técnicas de cultivo, segundo a empresa.

Votus 11 by Falcão

Cerveja do Falcão esgota e lançamento superlota choperia



No dia 15 de outubro a Cervejaria Votus, de São Paulo, lançou uma Wit Bier com notas de cajú, chamada de Votus 11 by Falcão. "Essa bebida desce pra baixo, sem firulas e dificuldades. Sabor coisativo pro caju sem a castanha. Pode ser ingerida sem dó e nem piedade, pois é coisa de fina catilogência alcooldegustativa". Comentou Falcão.

O lançamento ocorreu no Delirium Café.

Como ele mesmo disse: Não "perda" a cerveja do Falcão, uma coisa muito ótima demais.

Fonte e foto e mais notícias: O Fuxico

terça-feira, 18 de outubro de 2016

Sicobe e o Bloco K


SUBSECRETARIA DE FISCALIZAÇÃO COORDENAÇÃO-GERAL DE FISCALIZAÇÃO
ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO Nº 75, DE 17 DE OUTUBRO DE 2016

Dispõe sobre a não obrigatoriedade de utilização do Sistema de Controle de Produção de Bebidas (Sicobe).

O COORDENADOR-GERAL DE FISCALIZAÇÃO da atribuição que lhe confere o art. 8º da Instrução Normativa RFB nº 869, de 12 de agosto de 2008, declara:

Art. 1º Ficam os estabelecimentos industriais envasadores de bebidas, relacionados no anexo único deste ato, desobrigados - a partir de 13 de dezembro de 2016 - da utilização do Sistema de Controle de Produção de Bebidas (Sicobe) de que trata a Instrução Normativa RFB nº 869, de 2008.

Art. 2º Este ato entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União.
FLÁVIO VILELA CAMPOS

Grifos meus: Sai o Sicobe, entra o Bloco K.

Lista de desobrigados: 


sexta-feira, 14 de outubro de 2016

Bloco K em cervejarias

Bloco K: Mudança na Receita Federal Agita Fabricantes de Cerveja

A indústria brasileira de bebidas está lutando contra uma mudança no sistema de monitoramento da produção para fins de tributação, pois a nova forma de fiscalização deixaria seus segredos comerciais expostos e, também, daria mais espaço para as pequenas empresas — como as cervejarias artesanais — fraudem seus dados.
Hoje em dia, a Receita Federal monitora a produção de refrigerante e cerveja com equipamentos ligados ao maquinário das fabricantes — tecnologia de alto custo criada para reduzir fraudes tributárias. No novo sistema, chamado Bloco K, as empresas ficarão responsáveis por informar às autoridades tributárias, manualmente, a quantidade de ingredientes comprados e os volumes produzidos por elas. A Receita afirma que a mudança é necessária para cortar custos e fazer melhor uso da receita gerada por impostos estaduais e federais que, combinados, respondem por uma média de 44% no caso da cerveja.

Mas, em carta ao secretário da Receita Federal, Jorge Rachid, as associações do setor disseram que estão preocupadas com a substituição dos sistemas de monitoramento. A carta, enviada em agosto, é assinada por três entidades de fabricantes — Associação Brasileira das Indústrias de Refrigerantes e de Bebidas Não Alcoólicas (Abir), Associação Brasileira de Bebidas (Abrabe), Associação Brasileira da Indústria da Cerveja (CervBrasil) — e pelo Instituto Brasileiro de Ética Concorrencial (Etco). A CervBrasil representa a Ambev, o Grupo Petrópolis e a Heineken. A Abrabe tem entre seus sócios Aurora, Bacardi, Campari, Diageo, Pitú, Estrella de Galicia, Moët, Salton e Ypióca. A Abir representa, entre outros, Coca-Cola, Pepsi, Ambev, Sol, Imperial, Maguary, Leão, Red Bull e DuCoco.

A mudança viria, porém, num momento em que as grandes produtoras lidam com um grupo cada vez maior de cervejarias artesanais e não querem facilitar a vida das pequenas. Associações comerciais do setor de bebidas afirmaram que o novo método de tributação pode permitir que concorrentes menores mascarem os números de produção para pagar menos impostos, oferecendo assim preços inferiores aos das concorrentes maiores.
Há evidências de que o Sicobe, como o sistema tributário atual é conhecido, ajudou a evitar que as empresas driblassem impostos. A coleta de impostos aumentou em 20% após a introdução do sistema, segundo estudo da Fundação Getúlio Vargas encomendado pelas associações de bebidas. O Sicobe utiliza máquinas para medir os volumes de bebidas produzidos e rastreia os produtos finais por códigos de barras. Com isso fica mais difícil as empresas mascararem os números.

“Antes do Sicobe, o segmento de bebidas era conhecido pela alta taxa de evasão fiscal”, disse Alexandre Gleria, sócio especializado em Direito Tributário do escritório ASBZ Advogados, em São Paulo. “Esse tema precisa ser discutido sob o aspecto fiscal, mas também sob o aspecto concorrencial.” O ASBZ tem fabricantes de bebidas e de produtos químicos entre seus clientes. Gleria preferiu não identificá-los, afirmando que seus comentários não fazem referência a uma empresa específica.

Além disso, para adotar o novo sistema, as empresas terão de interromper a produção no fim do ano, no auge do verão no hemisfério sul. E a Ambev ainda está trabalhando para se recuperar da desaceleração das vendas que prejudicou os resultados do primeiro semestre do ano.

Ambev, Heineken e Coca-Cola não quiseram comentar o assunto. Os diversos telefonemas e e-mails enviados à Receita Federal não tiveram retorno. A agência não deu nenhum indicativo de que reverterá ou adiará sua decisão.


terça-feira, 11 de outubro de 2016

Mondial de La Bièrre

Km de Vantagens Ipiranga e Mondial: sabe me dizer o que eles tem em comum?

Averiguando os meus créditos no KM de Vantagens no site da Companhia Ipiranga vi que há dois itens que merecem atenção. A Planet Beer possui desconto especiais para associados e o Mondial de La Bièrre criou uma promoção. Com 150 Km mais R$ 33,00 é possível adquirir um ingresso para um dia de evento.

Saiba mais em https://www.kmdevantagens.com.br/wps/portal/kmv/troque-seus-km/ingressos



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