quinta-feira, 28 de abril de 2016

Comitê Gestor do Simples

Comitê Gestor do Simples Nacional & Presidente do CGSN: Incluam a Atividade de Micro Produtor de Cervejas Artesanais no MEI

Comitê Gestor do Simples Nacional & Presidente do CGSN: Incluam a Atividade de Micro Produtor de Cervejas Artesanais no MEI

Por que isto é importante

Nos dias de hoje, a produção de cerveja é majoritariamente composta por empresas de grande porte. Em todo o país, porém, existem pessoas apaixonadas pela arte de produzir cerveja, que se atém a técnicas tradicionais e artesanais para produção e por não desejarem produzir em larga escala, são incapazes de produzir legalmente pequenas quantidades de cerveja para subsistência. Nosso pedido é a inclusão da atividade "FABRICAÇÃO DE CERVEJAS E CHOPES", Subclasse CNAE 1113-5/02 nalista de atividades permitidas para a categoria dos Microempreendedores Individuais.

terça-feira, 26 de abril de 2016

Olimpiadas 2016


Evento-teste de ginástica no Rio tem cerveja a R$ 15 e privadas quebradas

Refrigerante de 600ml custava R$ 10 e sanduíche de frango R$ 15.
Banheiros femininos tinham tampas de vasos sanitários quebradas.

Fernanda RouvenatDo G1 Rio
Tabela de preços de bebidas e comidas no evento-teste de ginástica no Rio (Foto: Fernanda Rouvenat / G1)Tabela de preços de bebidas e comidas no evento-teste de ginástica no Rio (Foto: Fernanda Rouvenat / G1)
Espectadores das finais do evento-teste de ginástica rítmica para a Olimpíada Rio 2016 se assustaram com valores cobrados nos alimentos e bebidas que eram vendidos no HSBC Arena, na Zona Oeste do Rio, nesta sexta-feira (22).

As entradas para o evento custavam R$20 — durante os jogos, os ingressos podem chegar a R$ 900, para as finais das competições de Ginástica Artística. Na sexta, para beber um refrigerante de 600ml, por exemplo, era preciso desembolsar R$ 10. Já um sanduíche de frango, custava R$ 15, assim como uma cerveja (veja tabela completa de preços na foto acima).
Sanduíche de frango custava R$ 15 (Foto: Fernanda Rouvenat / G1)Sanduíche de frango custava R$ 15 (Foto: Fernanda
Rouvenat / G1)
A estrutura do local de competição, assim como as arquibancadas, estavam em perfeito estado, mas, as depências da arena não pareciam estar prontas para receber uma olimpíada. Nos banheiros femininos, foi possível ver alguns problemas, como tampas de vasos sanitários quebradas – e alguns até sem tampa –, porta sabonete quebrado e jogado no chão debaixo da pia, assim como o porta papel para secar as mãos que também estava quebrado.
As obras que não foram concluídas do lado de fora também atrapalhavam o deslocamento, fazendo com que algumas pessoas tivessem que caminhar por um chão de terra no estacionamento.
Por outro lado, a equipe de voluntários parecia estar bem preparada e disposta a ajudar o público do local, desde o início até o fim do evento. Na entrada da arena, a preocupação com a revista das bolsas também era detalhada e cuidadosa.
G1 entrou em contato com a assessoria de imprensa do Comitê Rio 2016, mas, até a publicação dessa reportagem, não houve retorno.
Fonte: http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/2016/04/evento-teste-de-ginastica-no-rio-tem-cerveja-r-15-e-privadas-quebradas.html 

domingo, 17 de abril de 2016

Em tempos de crise

Garçom dribla a crise sendo mais criativo



A vida não está fácil para ninguém. Em tempo de crise a criatividade tem que falar mais alto. O jeito é deixar a vergonha de lado e seguir em frente.

Essa atitude foi tomada pelo ex-garçom Renivam Rodrigues. Ele perdeu o emprego que possuía em uma pizzaria. Duas semanas se trabalho, decidiu vender água na rua.

Viu que as vendas não iam em frente quando estava "a paisana". Dessa forma, decidiu tirar a roupa de garçom do armário para vender a sua água. Foi um jeito inusitado que valeu a pena. "As vendas melhoraram",disse. 

Atualmente, seu ponto é na Avenida Amazonas, esquina com Barbacena, região central de BH. 

Ele entende que a sua situação é temporária, e quando as coisas melhorem ele volta para os serviços de garçom. Esse cara é um batalhador!


sexta-feira, 15 de abril de 2016

Fabrica de Bebidas Paraguay

O famoso refrigerante "Gato Preto" de Belo Horizonte

Tive que dar um pulo em no Hospital Socor no Barro Preto, um bairro antigo de Belo Horizonte, mais precisamente na Rua dos Tupis esquina com Juiz de Fora.

Ao chegar na esquina do hospital me deparei com uma loja de retentores chamada de Total Vedações. Até ai tudo bem. O que me chamou atenção foi uma logomarca de nome "Paraguay" impressa em cimento no prédio onde está a loja.

Minha memória puxou aquele símbolo. Ali foi a sede da Fábrica de Bebidas Paraguay Ltda., fundada por José Joaquim de Oliveira. Tradicional em Belo Horizonte seu carro chefe foi a linha de refrigerantes e refrescos, tendo o carro chefe o famoso refrigerante "Gato Preto". Suas garrafas tinham um aspecto peculiar, e vinha com um gato em alto relevo assim como a sua escrita. Alguns antiquários da cidade ainda apresenta, algumas garrafas ainda intactas. O refrigerante era do tipo cola.

A fábrica não produziu cervejas. Mas fez bonito da década de 1940, produzindo o que fazia melhor: refrigerantes. Tudo indica que a fábrica mudou-se para Contagem em 1965.





terça-feira, 5 de abril de 2016

HB em BH o retorno

Sócios da Hofbräuhaus contam o que deu errado na implantação da cervejaria


“Teve gente falando que fechamos porque acharam um dedo na salsicha. A gente ouve várias coisas. Fechamos porque ficamos sem cerveja. Simples assim”, afirma Bruno Vinhas, de 28 anos. Ele é um dos sócios à frente da filial da cervejaria alemã Hofbräuhaus em Belo Horizonte (a primeira aberta na América Latina), cuja aguardada inauguração, em novembro passado, transformou-se num legítimo pesadelo. Vendeu-se muito mais cerveja do que o esperado e a casa foi fechada apenas dois dias depois da abertura, funcionando por mais 19 dias com capacidade reduzida. Reaberta recentemente, passa por reforma para aumentar a produção da bebida.

Nas redes sociais, ele e seus sócios – Henrique Rocha, de 29, e Francisco Vidigal, de 28, foram massacrados. “Eu chegava triste para trabalhar. Cheguei a parar de olhar o Facebook”, confessa Vinhas. Somado a isso, há o fato de serem jovens sem qualquer experiência na área, tendo levantado o empreendimento de R$ 9 milhões graças ao “paitrocínio” de um deles. Aliás, a reforma necessária para reabrir a cervejaria custou mais R$ 1 milhão ao projeto. “São motivos a mais para as pessoas falarem de imaturidade, amadorismo e tal”, diz Vinhas.

Ele mesmo assume: “Subdimensionamos. Por mais que tenhamos nos baseado em dados, o erro foi nosso. Uma empresa fez análise do mercado atual e com ela alimentamos a matriz, lá em Munique, na Alemanha. Com uma penca de dados na mão, mandaram de lá a estimativa de consumo de cerveja por pessoa, que era de 700ml. Eles não conhecem esse mercado, não iam acertar. Foi melhor recuar e arrumar o que estava errado”. Detalhe: a casa serve a bebida, sua especialidade, em canecas de até 1 litro.

Não seria um número baixo esse de 700ml? “Você vem com alguém que não bebe ou que bebe pouco, por exemplo. Então, é uma média razoável. Além disso, aqui é um restaurante e vamos mudar essa visão centrada na cerveja”, responde Vinhas. Vidigal, seu sócio, completa: “Para a matriz, o chamariz é a atmosfera, não a cerveja”. A média de consumo da bebida, que chegou a ultrapassar 2 litros por pessoa na inauguração (quando a fila de espera chegou a três horas), está em 1,6 l e deverá estacionar em 1,4l.

“Todo dia tinha gente vomitando no banheiro. O clima que temos é de Oktoberfest. A gente gosta dessa animação, todo mundo sai daqui com sorriso no rosto. Só não precisa vomitar”, observa Vinhas. A produção, que fica no mesmo imóvel e é feita diante da freguesia, foi redimensionada para atender à média de consumo de 1,8l por pessoa. Para isso, encomendaram mais tanques de fermentação (que levaram cerca de 45 dias para ficar prontos), ampliando o volume total deles de 12 mil para 26 mil litros.

Processos na fabricação da cerveja também foram aperfeiçoados, encurtando a produção da bebida de 40 para 25 dias – sem descaracterizar o produto final, garantem eles, que precisa ser o mais fiel possível ao que é servido em Munique. O resfriamento dos tanques de fermentação, por exemplo, tornou-se mais eficiente. No momento, trabalha-se na conclusão da laje sobre os tanques novos e do isolamento térmico de tubulações. A casa produz três estilos de cerveja: helles (lager semelhante à pilsen), de trigo e dunkel (lager escura).

TRINCANDO
E não bastou: ainda foi preciso alterar a temperatura de serviço da cerveja. “Tivemos muita reclamação e precisamos adaptar. O padrão era o alemão, entre 7 e 8 graus. Reformulamos todo o sistema de refrigeração e estamos servindo a 1 grau. Tentamos fazer um meio-termo, pois o brasileiro gosta de cerveja quase congelada, a 2 ou 3 graus negativos. Fazemos cerveja como a de Munique e não a serviríamos tão fria a ponto de não ser possível sentir seu sabor. É uma cerveja agradável de beber, mas não vem trincando”, diz Vinhas.

Ele assegura que o incidente não gerou mal-estar entre franqueados e matriz e que, a partir disso, descobriu que não estava só: “Fizemos estudo de mercado, mas o planejamento veio baseado na experiência deles com outras franquias. Depois é que descobrimos que não foi a primeira vez que tiveram de fechar uma franquia. Foi a segunda ou terceira vez”.

Os novos tanques começarão a ser usados nas próximas semanas e a previsão é de que a cervejaria volte a funcionar com horário normal (de terça a domingo) no fim do mês que vem – por enquanto, abre apenas de sexta a domingo. O cardápio permanece inalterado, com clássicos germânicos (joelho de porco, salsichão etc.) e o mesmo pretzel que se come em Munique (ele é trazido de lá congelado). “Errar uma vez o pessoal perdoa. Duas não dá”, resume Vinhas. Sorte ou não, a casa tem ficado constantemente cheia.

Bruno Vinhas conta que ele teve a ideia de trazer a cervejaria para a capital mineira sete anos atrás, quando viajava pela Alemanha. “Comecei a ligar para o restaurante mesmo, pois não tinha os nomes dos diretores”, conta ele. No ano seguinte, voltou ao país europeu para uma viagem de “mochilão”. “De repente, recebi e-mail para marcar reunião. Não tinha roupa nenhuma. Comprei uma blusa social, uma pasta de couro, enchi de papel em branco e fui para a reunião. Um amigo meu também foi para me dar apoio moral”, lembra.

Ele diz que, naquela época, usava cabelo grande e seu visual não causou boa impressão nos alemães. Mesmo assim, as negociações prosseguiram e, seis anos depois, o contrato foi assinado. Os jovens mineiros tornaram-se, então, proprietários da master franquia da Hofbräuhaus no Brasil, o que significa que tudo o que envolva a marca por aqui deverá passar por eles. Não por acaso, o trio planeja abrir mais 10 unidades da cervejaria até 2035.

Originalmente, conta Vinhas, a intenção era abrir a casa antes da Copa do Mundo. “Tive problemas com o alvará na prefeitura. Pedi alvará de reforma e só me deram depois de insistir bastante. Já havia passado a Copa e fiquei um ano parado, pagando aluguel”, lembra. As obras duraram um ano e, antes que terminassem, BH havia ganho a incômoda fama pela derrota do Brasil para a Seleção Alemã por 7 a 1, no Mineirão.

Didatismo de mestre
Nos bastidores, muito se falou sobre a escolha do mestre cervejeiro da Hofbräuhaus, Carlos Henrique Vasconcelos. Ele é formado em biologia, dá aulas sobre cerveja e atua profissionalmente no ramo há apenas dois anos, tendo prestado consultorias para as cervejarias VM Beer e Krug Bier. Inicialmente, ele não havia sido sondado para o cargo e seu currículo só seguiu para análise na Alemanha porque, coincidentemente, esteve no local para tentar parceria como professor. “Eram salários e experiências diferentes. No caso dele, gostamos muito da sua alma didática e de ser proativo”, diz Bruno Vinhas, um dos sócios da casa.

Todo o planejamento de produção da cervejaria já estava definido quando Vasconcelos chegou, tendo participado apenas de sua implantação. “O equipamento que temos aqui é extremamente singular, importado da Alemanha. A fábrica dele, Kaspar Schulz, tem mais de 300 anos. É muito bom, muito experimentado, mas extremamente raro no Brasil. Somos a quinta cervejaria no Brasil a operar com equipamento desse. Ele dá aferição, controle e padronização absurdos no processo”, afirma Vasconcelos. Paralelamente, Paulo Schiaveto, também mestre cervejeiro, foi chamado nesta segunda fase para redimensionar e otimizar a produção.

Palavras minhas: Agora eu vou lá!

Fonte: Estado de Minas

domingo, 3 de abril de 2016

Mercado Nacional de Cervejas

Produção de cerveja no Brasil cai 18% em março e 7% no trimestre

A produção de cerveja no Brasil caiu cerca de 20% em março sobre o mesmo período do ano passado, ficando também abaixo do volume produzido em fevereiro e registrando o desempenho mais fraco para o mês desde pelo menos 2011, segundo dados disponibilizados pela Receita Federal.
Publicidade Ambev - cerveja (Foto: Divulgação)Publicidade Ambev - cerveja (Foto: Divulgação)
A indústria, que é liderada pela Ambev, produziu em março 9,170 milhões de hectolitros, uma queda de 18% sobre um ano antes e de 19% sobre fevereiro. Com isso, o setor acumulou no trimestre queda de 6,7% na produção, a 33,4 milhões de hectolitros, destaca a Reuters.
Paulo de Tarso Petroni, diretor-executivo da CervBrasil (Associação Brasileira da Indústria da Cerveja), lembra que em fevereiro, a produção já tinha registrado queda de 3% na comparação com janeiro e de 2,7% em relação a fevereiro de 2015.
"A situação deteriora-se ainda mais. As dificuldades econômicas permanecem. A redução da renda disponível do consumidor se acelera. O cenário permanece com elevado nível de incertezas e baixa confiança dos consumidores", afirma.
Segundo o executivo, os custos das empresas tem sido pressionados por fatores com inflação, câmbio e aumentos tributários em vários estados brasileiros. "As eventuais decisões das empresas de repasse aos preços finais impactam fortemente os volumes comercializados, como pode-se comprovar com estes dados prévios de março", acrescentou.
Para analistas do BTG Pactual, as perspectivas de crescimento do setor no Brasil continuam desafiadoras, com a situação macroeconômica pesando sobre a renda disponível dos consumidores.
"Reiteramos o neutro no papel, lembrando que crescimento é um dos principais catalisadores de criação de valor da companhia", disseram os analistas em nota a clientes em referência às ações da Ambev, que tem participação de quase 70% do mercado brasileiro de cerveja, segundo informa a Reuters.
Ainda segundo os dados da Receita Federal, a produção de refrigerantes em março também caiu, recuando 5,4% sobre um ano antes. Sobre fevereiro, porém, houve crescimento de 4,8%. No trimestre, a categoria acumulou produção de 35,1 milhões de hectolitros, 7,7% abaixo dos três primeiros meses de 2015.
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