quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Empório Biergarten 5 anos

Desejo e afirmação de que daria certo: Esse é o Biergarten de Ribeirão Preto!

Retransmitimos as palavras de nosso amigo e camarada Marcelo, com muito louvor e desejando antecipadamente os parabéns! Gabi e Marcelo tudo de bom!

"Pensando em tudo que já fizemos e no que somos hoje, podemos dizer que realizamos muitas coisas e temos uma história já bonita de contar.

Há 5 anos, no dia que abrimos nossa pequena lojinha, que tinha tanto cerveja quanto jardinagem - porque não sabíamos como seria o mercado e nem se teríamos público para tomar as cervejas "diferentes" com as quais trabalhamos até hoje -, não sabíamos onde estávamos nos metendo. Foi o dinheiro que seria usado para o nosso casamento, foi o sonho de ter um negócio próprio, foi a vontade de ter cerveja com preço mais acessível e mais possibilidades de escolha. Foi a paixão por beber com amigos.

Fomos pioneiros. Como nós, só nós. A bagagem que nos levou a montar o Biergarten com tantas prateleiras e tanta variedade de cervejas, veio nas fotos que voltaram da Bélgica. Ainda não havia nada parecido no Brasil. Padarias, restaurantes, rotisserias em São Paulo, que visitamos antes de decidir a abertura de nosso espaço, vendiam cervejas especiais. Mas uma casa especializada? A nossa foi a primeira. E estamos no interior, veja só.

E no estouro do interesse do brasileiro por cervejas especiais, estávamos lá, explicando o que era a cerveja diferente das convencionais, mostrando e aprendendo como beber. Fizemos muitos amigos na jornada - desafetos também, por termos sempre a mesma postura e opinião em relação a atendimento, a beber cerveja, a preços, a trabalho justo.

Não é fácil. Todos os dias é um novo aprendizado, todo dia uma pessoa diferente no balcão pra saber a diferença de ale e lager e sobre aquela tal lambic. São cinco anos falando de cervejas todos os dias.

E o Biergarten foi crescendo: do primeiro para o segundo ano, chopeiras. Do terceiro para o quarto ano, expansão, cozinha. E nesse meio tempo, muita gente começou a fazer cerveja em casa e muitas delas experimentamos em nosso espaço: promovemos cursos com o Botto (já faz tempo...), incentivamos amizades cervejeiras - hoje, grupos de amigos que começaram no Biergarten continuam fazendo cervejas juntos, bebendo bem.

A vida que é assim: a cerveja sempre une, mesmo que seja por um breve período de um copo. Temos orgulho de participar disso tudo em Ribeirão Preto e poder dizer que fazemos um trabalho honesto, de formiguinha e de batalhadores - porque quem está no meio sabe que o mercado não é fácil e que é preciso manter o pé no chão pra manter as portas abertas.

São 5 anos de muito trabalho e de muitas recompensas. Aqui, o nosso muito obrigado por participar de nossa história - seja da forma que for. Você nos ajudou a sermos o que somos hoje. Seja bebendo, seja fornecendo cervejas, seja trocando experiências, seja criticando.

Obrigado! E que tenhamos fôlego para muitos anos mais!

Vamos bebemorar!!!!

Gabi e Marcelo".

terça-feira, 29 de outubro de 2013

Ryse: Son of Rome


Continuo nessa semana apresentando o conceito de marca no que tange a Cervejaria Ave Cesar, a conquistar objetivos de forma pensada, objetiva, e até cansativa, que nos eleva ao auge, após longa dedicação. A conquista da vitória é regada a um bom copo de cerveja, bem elaborada, rica em aromas e sabores distintos.

Entrando no universo dos jogos eletrônicos, cito o trailer do jogo Ryse: son of Rome, lançado em 2013, bem no estilo Ave César.  http://www.crytek.com/games/ryse/overview. Você poderá conhecer e adquiri-lo na nova loja UZ Games do meu amigo Wellington Inácio.

A loja, recém-inaugurada, está localizada no primeiro piso do Minas Shopping. Trata-se de uma franquia de muito bom gosto, com uma variada seleção de games especiais, assessórios e equipamentos para o bom jogador. Belo Horizonte precisava de algo assim. Já tava passando da hora.

Ryse, Ave César! Ryse son of Rome!




UZ Games
Primeiro Piso - Loja 608
Minas Shopping
(31) 3426-5257
minasshopping@uzgames.com

A cerveja mais forte do mundo

Batizada de 'Snake Venom', cerveja é considerada a mais forte do mundo (Foto: Reprodução/Brewmeister)
Escoceses criam 'cerveja mais forte do mundo' e superam próprio recorde

Insatisfeitos com o recorde mundial anterior, ao produzirem uma cerveja com teor alcoólico de 65% em 2012, os cervejeiros escoceses Lewish Shand e John McKenzie, da Brewmeister Brewery, estabeleceram outra marca no livro dos recordes com uma cerveja com teor alcoólico de 67,5%.

Batizada de "Snake Venom" (veneno de cobra, em tradução livre), a bebida é consideravelmente mais forte do que vodca ou uísque, e passou por pouco a "Armageddon", responsável por estabelecer o recorde em 2012.

Com um gosto “extremamente forte, mas muito prazeroso”, a cerveja até possui um alerta na garrafa que aconselha aos consumidores a beberem em pequenas quantidades, devido ao seu alto teor alcoólico.
Disponível para venda no site dos cervejeiros, a garrafa com 275 ml sai por 50 libras (cerca de R$ 176).

Batizada de 'Snake Venom', cerveja é considerada a mais forte do mundo (Foto: Reprodução/Brewmeister)

domingo, 27 de outubro de 2013

Ave Cesar Trailers

Ave Cesar vai evoluir...para mais e melhor.

Essa semana colocarei alguns trailers que gostam e que instigam a mim e Augustus Cesar ser a logomarca do que se pretender ser projeto para uma cerveja, ou quem sabe cervejas...!

Abro essa semana com o Trailer 300 - Rise of an Empire. Um show! Merece tomar uma das melhores!

Cerveja artesanal

Em alta nos EUA, cerveja artesanal vira negócio para europeus
Aquisições ajudam empresários a pegar carona num mercado em expansão

The New York Times | 25/10/2013 06:00:00

Adquirir a Boulevard dará a Duvel a posse de uma cervejaria artesanal grande dos EUA que é bem conhecida no Meio-Oeste e produz uma variedade ampla de cervejas com o seu próprio nome e com outros.

As marcas da Boulevard variam da Cerveja Lupulada de Trigo 80 Acres, descrita como cítrica com um sabor levemente doce e levemente amarga, à Dark Truth Stout, uma cerveja "escura" com nuances de chocolate, café e frutas.

"Vejo aqui na Europa que os consumidores estão se interessando cada vez mais nas cervejas artesanais americanas", diz Michel Moortgat, um dos três irmãos proprietários da Duvel. "No futuro, com essa parceria, poderemos desenvolver mais substancialmente o gosto por essas cervejas aqui e em outros países como o Japão e a China".

Resultado com aquisições

A Boulevard, a 12ª maior cervejaria artesanal dos Estados Unidos, tem uma distribuição que se aproxima a 180 mil barris este ano. A aquisição lhe dará acesso a uma distribuição mais ampla no mercado doméstico e uma abertura nos mercados internacionais usando o sistema mundial da Duvel.

Enquanto grandes marcas de cervejas como a Budweiser e a Coors têm lutado com vendas estagnadas, as cervejas artesanais ficaram cada vez mais populares. Novas cervejarias foram inauguradas no ano passado ao ritmo de uma por dia. Existem uns 2.600 fabricantes de cervejas artesanais nos Estados Unidos, e o volume das vendas de suas cervejas cresceu 11% em 2011 e 14% em 2012, segundo a empresa de pesquisa de mercado Technomic, atingindo quase 13 milhões de barris.

A Technomic tem expectativa de crescimento semelhante este ano e coloca a participação da cerveja artesanal no total do mercado de cervejas em 6,3%. Donna Hood Crecca, diretora sênior do grupo de recursos de bebidas para adultos na Technomic, afirma que o crescimento da cerveja artesanal de hoje era diferente da moda da microcervejaria no começo dos anos 1990, que esfriou com exceção de algumas cervejarias como a Boston Beer Co., fabricante da Samuel Adams, e a Brooklyn Brewery.

"O paladar do consumidor evoluiu e está mais interessando nas nuances de sabor e nas complexidades inerentes aos estilos das cervejas artesanais", explica Donna Crecca. "Além disso, há o interesse geral nos produtos alimentícios e bebidas locais fabricados artesanalmente, e as cervejas artesanais são bem apropriadas para a tendência, geralmente com uma história interessante ou excepcional e um sentido de autenticidade".

Novos sabores
 
O consumo das cervejas artesanais está crescendo rapidamente entre os consumidores hispânicos, cujos paladares favorecem os tipos de sabores com especiarias e frutas que são características das cervejas artesanais. As mulheres, que há muito preferem vinho à cerveja, também aderiram à onda, formando grupos de consumo de cerveja com nomes como Crafty Ladies em Denver e Barley's Angels, que tem unidades pelos Estados Unidos.

"Sempre que você entra em um local de degustação ou em algum bar com mais de dez chopeiras, 30% a 40% dos fregueses são mulheres", afirma Carol Dekkers, que abriu a segunda unidade do Barley's Angels em Tampa, Flórida. "Beber cerveja artesanal é como ser introduzido à fina comida italiana de verdade quando você só comia pizza do Pizza Hut".

Interesse crescente

As redes de restaurantes como a Cheesecake Factory e a Ruby Tuesday estão instalando chopeiras em seus bares, e os donos de mercearias estão criando espaço para cervejas artesanais em suas vitrines refrigeradas. "Uma cerveja lager clara americana não mais satisfaz todos os amantes de cerveja", diz Julia Herz, diretora do programa da cerveja artesanal da Associação dos Fabricantes de Cerveja, o grupo comercial da indústria da cerveja artesanal. "As vendas de cerveja clara caíram, e a maioria das dez marcas principais está perdendo participação no mercado".

Isso não quer dizer que empresas como Anheuser Busch, Molson Coors e SABMiller estão fora da disputa. A Tenth and Blake Beer Co., controlada por um empreendimento conjunto entre a Molson Coors e a SABMiller, fabrica a Blue Moon e a Leinenkugel's, e a Cervejaria Goose Island em Chicago foi comprada em 2011 pela Anheuser Busch, que pertence a gigante InBev. Porém, os nomes das maiores cervejarias não constam nos sites dessas empresas ou nas garrafas das cervejas que elas fabricam, o que tem sido uma fonte de controvérsia no mundo das cervejas artesanais.

Cerveja artesanal: pequena e independente

A Associação dos Fabricantes de Cerveja, que apelou para que os gigantes da cerveja coloquem o nome nas garrafas das cervejas artesanais, define a cerveja artesanal como "pequena, independente e tradicional". Isso significa, explica Julia Herz, que uma cervejaria produzindo 6 milhões ou menos de barris por ano – um limite menor foi descartado quando a cerveja Samuel Adams o excedeu – e pode incluir a posse parcial de menos de 25% por uma empresa de bebidas alcoólicas que não seja fabricante de cerveja artesanal.

Se uma cervejaria não entrar na classificação do grupo comercial, ela não pode fazer parte da associação com direito a voto. "Por tradicional, queremos dizer todas maltadas, usando suplementos como o milho e o arroz apenas para realçar o sabor, não para clareá-la, que é como a maioria dos fabricantes de cerveja caseiros utiliza esses grãos", explica Julia.

Embora a Duvel seja a segunda maior fabricante de cerveja da Bélgica atrás da InBev, Julia diz que a aquisição da Cervejaria Ommegang, fabricante de uma cerveja artesanal em Cooperstown, Nova York, não tinha custado a Ommegang o status de artesanal pelas regras da associação. Moortgat, sócio da Duvel, conta que estava um tanto preocupado com o fato de que a Boulevard não seria considerada uma cervejaria artesanal pelos membros da associação por causa do seu novo proprietário. "Porém, primeiro deixe-me dizer que, se olharmos os barris vendidos, a InBev vende 500 vezes o número de barris que vendemos", afirma.

Produção em alta

A Duvel e suas outras cervejarias europeias, que incluem a La Chouffe e a De Koninck, venderão aproximadamente 700 mil barris este ano, explica Moortgat, enquanto a Ommegang venderá cerca de 45 mil. Moortgat, sócio da Duvel, afirma que as vendas estavam a caminho de atingir cerca de € 200 milhões (US$ 270 milhões) no final deste ano, uma alta partindo de aproximadamente € 180 milhões no final do ano passado quando a empresa mudou para capital fechado, com os lucros aumentando mais ou menos no mesmo ritmo.

"Já fizemos aquisições e sempre realmente nos asseguramos de que respeitamos as particularidades delas, as suas tradições, as suas autenticidades", declara Moortgat. "Em vez de buscar sinergias e eficiências de custos, tentamos desenvolvê-las nos moldes que elas seguiriam se não estivéssemos envolvidos". O empresário conta que a Duvel continuaria a investir nas instalações de produção e nos equipamentos da Boulevard, e que a equipe de vendas da Boulevard comercializaria as cervejas da Duvel em suas regiões enquanto a equipe da Duvel americana venderia as cervejas da Boulevard na costa Oeste e Leste dos Estados Unidos.

"Uma das coisas que temos de entender é que os fabricantes de cerveja artesanal americana são mais criativos, mais ousados do que somos na Europa, e não queremos mudar isso", declara o empresário. Em um sinal da criatividade americana, a Duvel há três anos criou uma cerveja de frutas feita de coisas como morangos, framboesas e bagas de sabugueiro. A empresa queria sugerir que ela fosse servida com gelo para torná-la mais refrescante, relata Moortgat, mas tinha a preocupação de "que toda a indústria gritaria conosco – 'Não se pode colocar cubos de gelo na cerveja'".


A cerveja de frutas da Leifman com gelo acabou sendo um sucesso na Europa, mas e quanto a cerveja Ale de Torta de Creme de Banana com Coco? "Uma das coisas que eu mais gosto sobre a cerveja artesanal é a colaboração que temos com outras cervejarias", diz Carol Dekkers, dona da Barley's Angels. "Como no ano passado, um fabricante da Angry Chair se reuniu com o seu companheiro de quarto, que faz cerveja para a Cigar City, após terem visto uma receita de torta de creme de banana com coco em uma feira de gastronomia e fizeram uma cerveja de torta de creme de banana com coco". "Não gosto de sobremesas", diz a empresária, "mas, nossa, ela estava tão boa".

sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Cerveja Weiss


Essa sexta-feira em minha casa, recebi com alegrias meu amigo Evandro Zanini, para degustarmos algumas cervejas do estilo Weizen.

Das maravilhas provamos algumas que merecem destaque. Saint Beer Hefe Weizen - uma surpresa: melhorou bastante desde então, Alba Weizen, Benediktiner Weissbier uma verdadeira obra prima de equilíbrio e complexidade do estilo. As cervejas de Juiz de Fora, Barbante Weiss (esse merece atenção na levedura e no controle - a amostra apresentava certa acidez) e Antuérpia de Trigo.

Tomamos também a cerveja Província Weizenbier em lata, executada pela mestre cervejeira Kátia Jorge e que ficou muito bacana.

Nesse intercâmbio cultural, recebi algumas levas da Cervejaria Casa do Fritz para análise. Fui um momento marcante para colocar o papo em dia. Sobre as amostras postarei comentários em breve.

Ave César!

ICMS sobre cerveja


Quem está acostumado a beber uma cerveja gelada vai ter que preparar o bolso a partir de janeiro de 2014. Consumir bebida alcoólica na Bahia vai ficar mais caro, segundo informa o presidente da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes na Bahia (Abrasel-BA), Luiz Henrique Amaral.

O aumento para o consumidor será necessário em função da maior carga tributária para o setor de bebidas no próximo ano, na Bahia. Projeto de lei aprovado da Assembleia Legislativa, esta semana, aumenta de 17% para 27% a cobrança de ICMS sobre bebidas alcoólicas.

Segundo cálculos da Secretaria Estadual da Fazenda (Sefaz), o aumento no percentual do ICMS terá impacto médio de R$ 0,26 por garrafa de 600ml. Na opinião de Luiz Henrique, não tem como o aumento do tributo não comprometer os preços da bebida.

A venda de cervejas representa cerca de 6,5% do ICMS recolhido no estado. Com o início das atividades da Cervejaria Petrópolis, a Bahia passou a contar com indústrias das quatro grandes cervejarias nacionais – Ambev, Brasil Kirin, Heineken e Itaipava.

Fonte: http://www.tribunadabahia.com.br/2013/10/25/cerveja-deve-ficar-mais-cara-na-bahia

Revista da Cerveja



Pessoal, saiu nas principais lojas cervejeiras a magazine número 7 da Revista da Cerveja.

Revista da Cerveja no Mondial de La Bière

Em pouco mais de um ano de existência, a Revista da Cerveja vem constatando e registrando o crescimento da cultura cervejeira no Brasil. Prova disso é o espaço cada vez maior do país no olhar cervejeiro internacional através de premiações, campeonatos e eventos. Um dos mais importantes é o Mondial de La Bière, que pela primeira vez terá uma edição brasileira no Rio de Janeiro, de 14 a 17 de novembro. Acompanhando este movimento, a Revista da Cerveja estará presente no Mondial com sua 7ª edição.

A 7ª edição traz na capa uma conquista que atesta este crescimento da cultura cervejeira: no III Campeonato Mundial de Beer Sommelier, realizado em Munique/Alemanha, a paulista Tatiana Spogis conquistou medalha de bronze. Você confere uma entrevista exclusiva com a beer sommelier falando sobre a experiência, além de uma conversa com Oliver Wesseloh, alemão que levou o primeiro lugar, e da cobertura completa do Campeonato.

A edição chega cheia de novidades. Tem a estreia da seção Bem Servido, com novidades de bares do país, trazendo um olhar sobre cartas cervejeiras, e o início de duas séries de reportagens: a primeira sobre consultorias, uma tendência no mercado nacional, e a segunda na seção Histórias Cervejeiras, com a Cervejaria Ritter de Porto Alegre abrindo a série sobre cervejarias que originaram a Continental.

Comemorando a passagem do IPA Day, a 7ª edição vem bastante lupulada: o beer sommelier da ABSC Rodrigo Tomasel traz a análise sensorial de dez IPAs nacionais e internacionais; no Fazendo Cerveja, a receita de uma IPA pelo beer sommelier da ABSC Marcelo Scavone, e a lupulomania no IPA Day Brasil 2013, em Ribeirão Preto/SP. A Fábrica da vez é a Cervejaria Bamberg, que coleciona prêmios no Brasil e no exterior. Harmonizando, o chef Ricardo Teruchkin e sua arte gastronômica que destaca o melhor de cada cerveja. E para quem está entrando agora no universo cervejeiro, a seção ABCerveja traz a beer sommelier Bia Amorim explicando as famílias cervejeiras.

Na edição você também confere um balanço da Brasil Brau 2013, evento que marca o cenário cervejeiro do país, e o resultado 1º Prêmio Brasil Brau de Gestão de Negócios em Cerveja – que trouxe para a Revista da Cerveja o 1º lugar da categoria Comunicação da Cultura Cervejeira. Além da presença de renomados colunistas, eventos, notícias, novidades e roteiros – tudo sobre o universo cervejeiro concentrado trimestralmente nas páginas da Revista da Cerveja. 

E aguarde: 2014 promete novidades!

Mais informações:
Letícia Garcia
(51) 3779.7094
redacao@revistadacerveja.com.br
facebook.com/revistadacerveja 

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Skol Beats Extreme


A Skol acaba de lançar a Skol Beats Extreme. A versão da cerveja conta com teor alcóolico de 6,8% contra os 5,2% da tradicional Skol Beats. A embalagem é negra e voltada ao público das casas noturnas e baladas e que também será disponibilizado em latas.

Não houveram comentários em torno do estilo da cerveja, o que tudo indica de se tratar de uma American Standard Lager ou Pilsen, como é mais chamado no Brasil.

A Skol Beats também apresentará nova roupagem, num futuro não muito distante.

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

I Concurso Cervejeiro do Jardim Canadá



Cervejeiros, mais uma oportunidade de termos nossas brejas avaliadas por especialistas e socializarmos com outros gurpos homebrewers! Evento aberto a todos homebrewers e com limite de inscrições (70 no total).

Mais informações no flyer e no site do IMC (www.institutomineirodacerveja.com.br).

flyer_concurso-taberneiros

domingo, 20 de outubro de 2013

Como fazer cerveja em casa

The Sub

Heineken

A mais nova invenção da Heineken chega ao mercado prometendo transformar o hábito de beber cerveja em casa. A marca anunciou o lançamento do The Sub, uma máquina de tirar chopp projetada para o consumo caseiro e que alia tecnologia ao design sofisticado.

O projeto, acalentado há tempos e comunicado aos poucos, é uma aposta da marca no que chamou de "rápido crescimento do mercado de cerveja em casa".

Por trás do slogan "Bem-vindo ao futuro" está um conceito de estilo sofisticado, assinado pelo cultuado designer australiano Marc Newson, e mais uma equipe de especialistas em tecnologia da Krups, empresa alemã que fabrica eletrodomésticos. Segundo comunicado da cervejaria, o objetivo é "aumentar o desejo dos consumidores urbanos para desfrutar de uma experiência de chope premium em sua própria casa".

O equipamento conta com a máquina (o The Sub em si) e um keg de dois litros que abastece o sistema, o The Torp, feito para caber na geladeira. É no Torp que se encontra o "sabor" do chopp, como numa cápsula de Nespresso. Por enquanto, ele está disponível nos rótulos Desperados, Affligem e Baffo D'Oro, além da cerveja-mãe do portfólio da empresa. O modo de usar "para um chope bem tirado" é explicado no site oficial.


A apresentação do produto ao público foi feita com pompa numa festa exclusiva em Paris, com show da banda MGMT. A companhia afirmou que os primeiros kits chegam ao mercado em 2014, inicialmente na Itália e na França.

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Revista Hotéis

Especialistas em cerveja lançam guia turístico da bebida

Especialistas em cerveja lançam guia turístico da bebida
Na foto, Henrique Oliveira e Hélcio Drumond.
18/10/2013 13:15 Os especialistas em cervejas Henrique Oliveira, que fundou a Acerva Mineira – Associação de Cervejeiros Artesanais de Minas Gerais e Hélcio Drumond lançaram recentemente o livro “Brasil Beer – O guia de cervejas brasileiras”. Trata-se de um guia turístico em torno da cerveja artesanal/gourmet, destacando a maioria dos estados brasileiros, com roteiros e indicações de acomodação para realizar um “tour cervejeiro”.
Para este detalhado guia, os autores mapearam e catalogaram praticamente todas as cervejarias, microcervejarias associações de cervejeiros artesanais que atualmente existem no Brasil. São produtos com cores, aromas e sabores distinto dos convencionais, produzidos em menor escala, com qualidade superior e sempre com o olhar do dono do negócio. Além disso, o guia traça os principais roteiros, reunido por região do país, estado e cidade, que poderão ser percorridos para se encontrar uma boa cerveja. São mais de 450 cervejas, e mais de 120 locais em que se pode bebê-la. O guia fornecerá dados da região, indicações de hotéis e locais onde ficar, serviços de táxi entre outros.  

O livro abordará uma breve história da cerveja no Brasil, a lei de pureza alemã, os segredos da fermentação, as matérias-primas e as etapas de fabricação, dicas para aguçar os sentidos e degustar a bebida, os tipos, as caraterísticas e as classificações 
dos principais estilos de cerveja, rotas, endereços úteis, quadros de distâncias e serviços para percorrer o Brasil conhecendo todas as cervejarias regionais, artesanais e nacionais.

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Palestras no Uaiktoberfest




Retransmitimos, com louvor as palavras Luiz Flavio do Frei Tuck.

Oi, pessoal,

Durante a Uaiktoberfest 2013 teremos alguns cursos e palestras (vejam em http://prefeituranovalima.com.br/noticias/uaiktoberfest-nova-lima-vai-se-transformar-na-capital-brasileira-da-cerveja-artesanal/ )

Chamo a atenção para a palestra sobre a Lei Pró-artesão de Nova Lima, conhecida como a lei do cervejeiro caseiro.

Vejam:

Dia 20/10 (domingo)
  • Início 11h
  • Palestra A Lei pró-artesão de Nova Lima e seu impacto na revolução brasileira da cerveja
  • Palestrante: Alfredo Figueiredo
  • Entrada: 1kg de alimento não perecível
O endereço é
Escola Municipal Cristiano Machado

Rua Madre Tereza, 391, Centro (próximo ao local do evento).

terça-feira, 15 de outubro de 2013

Tartar & Co.


O que dizer de um artista das panelas? Visitar o Tartar & CO Bistronomia de Erick Jacquim é um bom momento para curtir um pouco mais da gastronomia paulistana. Tudo começou com a Revista 29 horas do Aeroporto de Congonhas que anunciou em sua contra capa o convite para visitar esse restaurante, que tem o tartar como carro chefe. Segundo a literatura, o bife tártaro é um prato de carne de vaca crua e finamente picada, misturada com vários condimentos e servida com uma gema de ovo crua. A carne deve ser magra, de preferência filé, e cortada apenas com uma faca, não moída na máquina.

Confesso que não sou fã de comidas cruas, mas arrisquei a enfrentar esse desafio. O resultado foi surpreendente! Fui atendido pelo gerente da casa – Sr. Emanoel que me recepcionou muito bem. Extremamente cortês, Emanuel me direcionou a mais duas pessoas bacanas, o meitre Edijan e a garçonete Nelma.

Solicitei de entrata o Stake Tartar acompanhado de um vinho tinto.  A iguaria é realmente rica em aromas, alho, cheiro verde, adicionada a uma espuma de mostarda Dijon bem marcante. A entrada remeteu aos preparos que meu pai comumente executa nos fins de semana para nossa família, que antes mesmo de cozinhar ou leva-los ao forno, os sabores ali contidos  já anunciam que algo bom estava por vir.

Posteriormente, solicitei como prato principal a Fraldinha e Gratin Dauphinois com molho Béarnaise. Recebi também o molhor Poivre para experimentar. A carne suculenta, soltando seu suco levada na chapa com sal grosso triturado, me lembrou um belo de um churrasco. O ramo de alecrim que deu um toque bem aromático à peça.

Por fim dediquei-me a sobremesa Graufe de Creme e Calda de Frutas Vermelhas. Fantástico.

Em suma: casa é bem aconchegante e velas na mesa dão o toque romântico para os casais. A cozinha é aberta e um vidro temperado separa a equipe de chefs do seleto público. Essa transparência é muito bacana o que mostra que a turma da cozinha é fera e repassam claramente os ensinamentos do chefe para os diversos pratos, sem medo de mostrar o que faz de melhor. No dia, o chefe Felipe Macambira estava como líder das panelas. Os toaletes são bem limpos e dignos de uso. Os preços pagos foram justos. Um ponto de atenção é a carta de cervejas: pilseners e cervejas especiais, a maioria “ambevariana”, apresentaram preços um pouco salgados.  Não obstante, a carta de vinhos tem uma variedade para todos os gostos e bolsos. Tomei um tinto de médio preço que regou todos os pratos com muito louvor, e como estava alone, levei a botella para casa.

Minha mensagem:  Vale a pena a visita! Um brinde! E vida longa ao Tartar & Co.


Saiba mais em www.tartarandco.com;  Rua Pedroso de Moraes, 1003. Reservas (11) 3031-1020.

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

Kaiser Radler

Kaiser Radler, cerveja com suco de limão

Heineken lança Kaiser Radler, cerveja leve com suco de limão

De baixo teor alcoolico, bebida pode ser consumida até mesmo após atividades esportivas


São Paulo - Sucesso na Europa, a cerveja do tipo Radler é uma receita alemã com baixo teor alcoólico, de apenas 2% (metade de uma pilsen), feita com uma mistura de 40% de cerveja com 60% de suco de limão. Apesar de bem aceita naquele mercado, a categoria ainda não é muito conhecida no Brasil. Nesta semana, a cervejaria Heineken anunciou o lançamento da primeira Radler nacional, que chegará aos mercados como um rótulo da Kaiser.

A cervejaria não confirma, mas a receita do produto parece ser feita sob medida para agradar o público que não aprecia o sabor da bebida tradicional, ou que prefere uma versão mais leve.  "Mais do que ser indicada para determinados públicos-alvo, a bebida é voltada para uma ocasião de consumo, em situações extremo calor, como em churrascos, na praia, em festas na piscina e também ao final da prática de esportes", explica Mariana Stanisci, diretora de marketing de mainstream da Heineken.

De acordo com a cervejaria, o novo rótulo não deve concorrer diretamente com a Desperados, outra cerveja com limão que pertence ao portfólio da companhia. "As duas bebidas possuem propostas diferentes. A Desperados possui 5,9% de teor alcoólico, combinando cerveja com tequila e um toque de limão, e é ideal para momentos de diversão, como 'esquentas' e 'baladas', explica Mariana.

A receita Radler surgiu na região da Baviera, em 1922. Franz Xaver Kugler, que na época era o dono do famoso pub Kugler-Alm, localizado no final de uma pista de ciclismo, recebeu milhares de esportistas sedentos para se refrescarem.

Para atender às necessidades dos seus clientes, ele teve a ideia de combinar cerveja com suco natural de limão, batizando a receita de “Radler” (palavra que significa ciclista em alemão), em homenagem aos seus primeiros consumidores.

Desde 2007, 29 rótulos da Cervejaria Heineken ao redor do mundo já ganharam uma versão Radler e, ao final de 2014, serão 44 países a aderir à novidade. 

Uaiktoberfest 2013


Pão e Cerveja e FNAC BH


Mensagem de Fabiana Arreguy;

"Semana que vem é talk show do Pão e Cerveja na livraria Fnac, no BH Shopping. O encontro é bacana porque o público é que levanta as questões que são discutidas. Espero poder contar com a presença de vocês, meus apoiadores desde o início do programa!  Será na quinta-feira, dia 17, a partir das 8 da noite!


Pão e Cerveja com Fabiana Arreguy vai ao ar na Rádio CBN Belo Horizonte, 106.1 fm.
Real Time Web Analytics